Heloísa Apolónia - educação e auxiliares de ação educativa

Heloísa Apolónia intervém no âmbito da discussão da petição que solicita a alteração dos rácios de auxiliares de ação educativa nas escolas e defende que os gastos na educação são um investimento no futuro e não uma despesa, como pretende o Governo

Ecolojovem - «Os Verdes» sempre em acção!


Vídeo com fotografias de iniciativas da Juventude Ecologista apresentado na 13ª Convenção do Partido Ecologista «Os Verdes»

Intervenção de Mariana Silva da Ecolojovem, no Encontro da Juventude CDU, em Guimarães





Nos dias de hoje os jovens estão mais informados, a informação chega através das redes sociais, tornando-se desta forma acessível, embora nem sempre precisa. Geralmente, adeptos das novas tecnologias trazem o acesso à informação no “bolso” e em qualquer lugar é possível aceder à informação e esclarecer dúvidas.
No entanto, esta ilusão de que estamos sempre “em cima” do acontecimento leva-nos, muitas vezes, a descuidar algumas informações relevantes. E só nos apercebemos das mudanças, pensamos que será tarde para recuar.
As mudanças que este governo PSD/CDS impôs, e quer continuar a impôs, não podem ser ignoradas. Refiro-me ao processo de Municipalização do Ensino, que está em modo de projecto-piloto em 10 municípios.
A estratégia do governo passa, sobretudo, pelo secretismo com que iniciou o processo e a falta de debate abrangente. A transferência das competências do Ensino do estado central para os municípios não se faz acompanhar dos respectivos recursos financeiros. Se nos primeiros anos é possível que os municípios aguentem financeiramente este novo encargo, posteriormente, é previsível que, conhecendo-se as dificuldades que lhe são impostas em termos orçamentais pelo governo, tenderão a entregar a responsabilidade e competências educativas a privados. Entre as primeiras medidas, como todos podemos antecipar, passarão pelo despedimento de funcionários não docentes e docentes.
Sem esquecer que a transferência de responsabilidades para o poder local irá provocar o aprofundamento de precariedade na classe docente já que a contratação de professores deixará de estar a cargo do Ministério da Educação e passará para o âmbito de competências das câmaras municipais. Assim podemos prever que o fenómeno “clientelismo partidário” será naturalmente agravado.
O processo de delegação de competências abre espaço à privatização das funções educativas, restringindo o carácter universal, gratuito e inclusivo do sistema de ensino. Corremos o risco de voltar ao sistema dos Liceus no qual apenas alguns jovens terão direito a frequentar o ensino, inclusive com o “cheque ensino” e, do outro lado, teremos as escolas de formação de ensino profissional para os restantes.
(a título de curiosidade as autarquias vão ser responsáveis por 25% do currículo, o autarca de Óbidos já assumiu que vai ensinar Yôga ás crianças do jardim de infância, Filosofia ao primeiro ciclo do básico, Ecodesign e Golf ao secundário. O currículo tem que ser desenhado por técnicos especializados e não por autarcas, por muito boa vontade que demonstrem.)
A universalidade da Educação nos acessos e nos princípios constitucionais e nacionais é posta em causa com a Municipalização do Ensino.
É necessário promover e estimular a luta em defesa de uma Escola Pública e de qualidade para todos, conforme consubstanciado na Constituição da República Portuguesa. 

Não posso deixar de alertar para o facto de as Comissões de Protecção de Crianças e Jovens estarem a atravessar grandes dificuldades no acompanhamento individual de cada caso. É necessário mais técnicos para acompanharem os processos das famílias, crianças e jovens, que sem os quais o trabalho ficará em causa no processo de recuperação. Os gestores são muitas vezes cedidos por entidades do concelho, mas estas debatem-se, igualmente, com falta de efectivos.

(em Guimarães a CPCJ tem mais de 400 processos)

Mais uma vez assistimos à desresponsabilização por parte do Estado de proteger os nossos jovens em risco. Principalmente numa altura em que a austeridade empurrou para a pobreza tantas famílias e consequentemente arrasta os nossos jovens para situações de perigo e abandono.

A reflexão de determinados temas serve para que todos sejamos capazes de enfrentar os problemas e encontrar as soluções. Nós jovens somos a representação do futuro, está nas nossas mãos e em nosso poder Lutar por políticas diferentes por um amanhã mais produtivo, mais inclusivo, mais igualitário.  

Viva a Juventude CDU!!!

Ecolojovem participa em debate sobre os 41 anos do 25 de Abril

A Ecolojovem - «Os Verdes» participou no debate organizado em parceria pela Associação Académica da Universidade de Lisboa e pelo Conselho Nacional de Juventude, com o intuito de debater a actualidade dos valores conquistados em Abril de 1974.


O debate focou-se em três pontos essenciais, deixamos aqui um resumo da intervenção realizada.


1. Papel dos Estudantes e dos Jovens no 25 de Abril

Antes do 25 de Abril, os jovens eram confrontados com poucas perspectivas de vida dentro de Portugal, sendo que a maioria era confrontada com as opções de ir para a guerra do ultramar, tentar fugir para outros países, correndo o risco, que muitas vezes se concretizava, de serem apanhados, sendo castigados, presos e torturados na tentativa de obtenção de informações ou confissões.

Os jovens desempenharam um papel importante na luta contra a ditadura, através do movimentos estudantis, manifestações, etc. No entanto, aqueles que davam corpo e cara a estas lutas eram fortemente reprimidos e castigados.

A forma como muitos falam do pré-25 de Abril no qual colocam "paninhos quentes" não pode ser tratada assim, sendo importante relembrar aos jovens que já nasceram em democracia como era a vida durante o fascismo e a forma como a revolução abriu as portas à cultura, à ciência, ao desenvolvimento e progresso social, à educação, à saúde. Quarenta e um anos após o 25 de Abril Portugal está a sofrer um retrocesso em termos sociais e face aos direitos conquistados. É necessário que os jovens lutem pelos seus direitos e lutem para que os valores de Abril e consagrados na Constituição da República sejam respeitados.

2. Os desafios de participação dos estudantes e jovens na vida política

Antes de mais é neessário relembrar que a vida política não é só aquela que acontece em actos eleitorais. Acontece todos os dias, seja através de juventudes partidárias, seja através de plataformas de associativismo jovem, associações de estudantes, acadêmicas, etc. Essa participação que assenta primariamente na defesa dos interesses dos jovens é também uma forma de participação cívica, social e política e que tem grande relevância na defesa dos direitos conquistados com o 25 de Abril. 

3. Políticas de juventude

As políticas de juventude para resolver os atuais problemas são políticas transversais que são necessárias para que todos e particularmente os jovens tenham acesso a condições de vida dignas, trabalho com direitos, habitação, educação, saúde, cultura, desporto, etc. É necessário renegociar a dívida, investir no país, na sua produção nacional, em políticas que visem um investimento público em setores tão importantes como a educação, a saúde e a cultura que permitem a evolução do país; é necessário criar emprego que vise a estadia dos portugueses no seu país. A emigração e o empreendedorismo não são soluções para a falta de emprego e falta de perspectivas de futuro dos jovens.

Ecolojovem debateu no Porto a situação da juventude e delineou ação futura

A Ecolojovem - «Os Verdes» promoveu um encontro no Porto, no dia 11 de Abril, para analisar a situação atual da juventude, que continua a ser alvo de inúmeros ataques no que diz respeito ao ensino, ao trabalho, ao direito a emancipar-se e a constituir família. 
   
A maioria PSD/CDS, apesar de querer enganar os portugueses com ilusórias melhorias da qualidade de vida, continua empenhada naquele que foi sempre o seu objetivo: desresponsabilizar-se das suas funções, privatizar bens e serviços essenciais e privilegiar os grandes grupos económicos enquanto continua a depauperar a generalidade dos portugueses.  
   
Da discussão feita neste encontro destacamos os seguintes pontos: 

Passe Jovem
Perante tantas dificuldades que as famílias sentem atualmente, «Os Verdes» apresentaram um Projeto Lei no sentido da criação de um Passe Jovem, abrangendo todas as crianças e jovens até aos 25 anos,constituindo uma alternativa a outros títulos de transporte já existentes. Este passe seria um incentivo que traria ganhos sociais e ambientais para o país muito relevantes e que não deveriam ser menorizados.
Esta proposta foi rejeitada com os votos contra do PSD e do CDS e com a abstenção do PS.
A Ecolojovem considera que este é mais um exemplo do que se pode contar por parte destes partidos, que não estão minimamente empenhados em melhorar as condições de vida dos jovens.

Municipalização da Educação
Este processo, iniciado pelo Governo com o maior secretismo, baseia-se na transferência de competências do estado central para os municípios, sem haver uma transferência dos respetivos recursos financeiros.
Toda esta situação está a criar grande instabilidade nas escolas e a Ecolojovem considera que a universalidade da Educação nos acessos e nos princípios constitucionais e nacionais está a ser posta em causa com a municipalização, situação que é completamente inaceitável.

Neste encontro, que contou com jovens de várias regiões do país, também foram delineadas algumas ações futuras da Ecolojovem, onde a participação dos jovens ecologistas é fundamental para pôr fim à austeridade e à perda de qualidade de vida que nos têm sido impostas e para traçar o caminho da alternativa necessária, para que todos nós tenhamos uma vida melhor:

13ª Convenção do Partido Ecologista «Os Verdes» que se vai realizar no Fórum Lisboa, nos dias 29 e 30 de Maio, sob o lema “Respostas Ecologistas, Juntos Conseguimos!”.
A Convenção do PEV será um grande momento de discussão, de partilha de opiniões e de experiências, e um importante momento de participação e ação da juventude em defesa dos seus direitos e de fortalecimento do projeto ecologista.

Acampamento da Paz
Este ano a Plataforma 40x25, que a Ecolojovem integra e que foi criada no âmbito do 40º aniversário da Revolução de Abril, está novamente a organizar um Acampamento pela Paz, de 24 a 26 de Julho, nas Piscinas de Évora.

Acampamento da Ecolojovem
O Acampamento ficou marcado para os dias de 26 a 30 de Agosto, e será, à semelhança dos anteriores, um grande momento de convívio, de debate e de partilha de conhecimentos e de experiências por parte dos jovens ecologistas.

Eleições Legislativas
A Ecolojovem está desde já empenhada na mobilização e no esclarecimento dos jovens, para que estas eleições sejam uma oportunidade para reforçar a CDU e o projeto ecologista e para penalizar aqueles que nos últimos anos têm arruinado a vida de muitos jovens, que se veem impedidos de realizar os seus sonhos e aspirações.

A Ecolojovem-“Os Verdes”,
O contato do Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
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Lisboa, 20 de Abril de 2015

Quarta-feira - 15 de Abril - Projetos do PEV para a promoção da natalidade em discussão no Parlamento


“Os Verdes” apresentaram na Assembleia da República um conjunto de Projetos de Lei que se centram na tomada de medidas de incentivo e promoção da natalidade, abordando setores fundamentais que interferem no dia-a-dia da vida de uma criança, designadamente o da educação, da saúde e dos transportes. 
   
“Os Verdes” relembram que apresentaram, na sessão legislativa passada, o Projeto de Resolução nº 1070/XII que estabelecia os princípios orientadores para a garantia de índices de fecundidade e de natalidade desejados que foi chumbado pelo PSD e CDS em todos os seus pontos. Pontos que são retomados nas iniciativas legislativas agora apresentadas.  
   
Projeto de Lei nº 856/XII/4ª – Estabelece a gratuitidade e a desmaterialização dos manuais escolares – o encargo anual das famílias portuguesas com os manuais escolares é muitíssimo elevado, situação que se agrava num quadro atual de austeridade. Acontece que o Governo restringiu o número de beneficiários de ação social escolar, os únicos com apoio na aquisição de manuais, deixando de fora muitos estudantes de famílias com dificuldades financeiras. É, por isso, necessário garantir a gratuitidade dos manuais escolares, principio assegurado a todos os alunos que frequentam o ensino público obrigatório.

Projeto de Lei nº 857/XII/4ª – Estipula que nenhuma criança fique privada de médico de família -mais de 1,3 milhões de portugueses não tem médico de família, o que se traduz num fator perturbador da garantia do direito e do acesso à saúde. Muitos destes utentes são crianças, o que torna complicado o seu acompanhamento regular, ou, em alternativa, torna caríssimo o seu acompanhamento no setor privado. Assim, o PEV propõe que, dentro dos utentes que não têm médico de família, seja estabelecido um procedimento que atribua imediata e automaticamente médico de família a todas as crianças.

Projeto de Lei nº 858/XII/4ª – Reintroduz o regime do passe 4-18 e do passe sub-23 a todas as crianças e jovens estudantes - a restrição do regime estabelecido para os passes estudante 4-18 e sub-23, promovida pelo Governo em 2012, constituiu um erro profundo que requer reparação urgente. Atualmente, apenas os estudantes beneficiários da ação social escolar têm acesso a estes passes o que constitui mais um elemento de prejuízo dos orçamentos familiares. Assim, o PEV propõe a reposição do regime estabelecido para os passes 4-18 e sub-23, quer nos montantes de desconto quer no universo de crianças e jovens a abranger.

As iniciativas legislativas apresentadas pelo PEV serão discutidas no Parlamento na próxima quarta-feira, dia 15 de Abril, a partir das 15.00h.

Consulte os Projetos de Lei do PEV com nota explicativa completa, aqui:

http://www.osverdes.pt/pages/posts/projeto---lei-n.ordm-856xii---estabelece-a-gratuitidade-e-a-desmaterializacao-dos-manuais-escolares-6448.php

http://www.osverdes.pt/pages/posts/projeto---lei-n.ordm-857xii---estipula-que-nenhuma-crianca-fica-privada-de-medico-de-familia-6449.php

http://www.osverdes.pt/pages/posts/projeto---lei-n.ordm-858xii---reintroduz-o-regime-do-passe-4-18-e-do-passe-sub-23-a-todas-as-criancas-e-jovens-estudantes-6450.php

O Grupo Parlamentar “Os Verdes”
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Lisboa, 13 de abril de 2015

Sábado – 11 de abril - Ecolojovem - «Os Verdes» reúne no Porto

A Ecolojovem – «Os Verdes», organização de juventude do Partido Ecologista «Os Verdes», promove um encontro de jovens ecologistas, no próximo sábado, dia 11 de Abril, no Porto. 
   
Neste encontro far-se-á uma análise da atual situação política, económica, ambiental e social do país e dos seus impactos na vida da juventude portuguesa. Serão também definidas as ações e iniciativas a desenvolver para o futuro, com base no reforço da organização e da sua intervenção, com especial destaque para a Convenção do PEV, que se realizará nos dias 29 e 30 de Maio, em Lisboa.   

A reunião decorrerá na nova sede do Partido Ecologista «Os Verdes» no Porto, sita na Rua Passos Manuel, 71, Sobreloja direita, 4000 - 384 Porto, onde será realizada uma conferência de imprensa às 18:00h, para a qual se convidam as senhoras e os senhores jornalistas.

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Lisboa, 8 de abril de 2015

“Os Verdes” querem criação de passe jovem - Iniciativa legislativa do PEV discute-se no Parlamento a 10 de Abril


"Os Verdes" entregaram no Parlamento um Projeto de Lei que pretende a criação de um título de transporte destinado a todas as crianças e jovens até aos 25 anos de idade, o qual é designado por passe jovem, e que terá um desconto de 30% em relação ao valor da tarifa inteira dos passes mensais em vigor. 
   
Com esta iniciativa, o PEV pretende que o Governo tome medidas no sentido de incentivar a utilização do transporte coletivo, por parte dos jovens. “Os Verdes” consideram que mobilizar os jovens para o uso do transporte coletivo, e consequentemente habituá-los a essa utilização, é uma mais-valia que poderá levá-los, no futuro, a não sentir qualquer utilidade na transição para o transporte individual. E, assim, faz-se uma aposta séria no objetivo de ganhar um novo paradigma de mobilidade com as novas gerações.

É nesse sentido que os Verdes propõem a criação do passe jovem. É um passe alternativo a outros já existentes, destinado a jovens até aos 25 anos de idade, e que promove um desconto de 30% em relação à tarifa normal dos passes mensais em vigor. É um incentivo que gera ganhos sociais e ambientais para o país muito relevantes e que não podem ser menorizados. O Projeto de Lei de “Os Verdes” vai ser discutido na Assembleia da República na próxima sexta-feira, dia 10 de Abril, a partir das 10.00h.

Consulte o Projeto de Lei de “Os Verdes” com nota explicativa completa, aqui: http://www.osverdes.pt/pages/posts/projeto---lei-n.ordm-855xii---cria-o-passe-jovem-6411.php

O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
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Lisboa, 8 de abril de 2015

Eleições Regionais na Região Autónoma da Madeira



A Ecolojovem - «Os Verdes» regozija-se com o resultado obtido pela CDU nas eleições para a Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira, que permitiu eleger dois deputados (ficando a menos de uma dezena de votos da eleição do terceiro deputado), possibilitando assim a recuperação do Grupo Parlamentar, a defesa das aspirações das populações e o reforço das lutas ecologistas na Madeira em prol dos seus recursos naturais, na preservação e valorização do seu património e ainda por uma sociedade mais justa.

A Ecolojovem lamenta no entanto a elevadíssima abstenção verificada nestas eleições, que entende ser fruto do desânimo das populações face à degradação das suas condições de vida e ao incumprimento dos compromissos eleitorais por quem tem gerido a Região.

Os Jovens Ecologistas consideram que os resultados das eleições antecipadas na Madeira são fruto do trabalho empenhado e dedicado dos eleitos e ativistas da CDU no combate à grave degradação da situação económica, social e ambiental, causada por décadas de gestão do Governo Regional do PSD, conjugada com as medidas de austeridade imposta à região pelo actual Governo (PSD/CDS-PP).

28 de Março – Dia Nacional da Juventude


No passado dia 28 de março, assinalou-se o Dia Nacional da Juventude. Milhares de jovens realizaram uma marcha desde a Praça da Figueira até ao Largo Camões, em Lisboa.

O dia 28 de março, como todos os dias, são dias, horas e segundos para denunciar as políticas de sucessivos governos que já empurraram mais de 500 mil jovens para o desemprego, deixando milhares sem qualquer proteção social. Políticas que desde 2011 destruíram mais de 240 mil postos de trabalho, sendo que 87% eram ocupados por jovens. Políticas que apenas dão como alternativas o trabalho precário, sem direitos, salários de miséria e a emigração.

A Ecolojovem - «Os Verdes» exige uma mudança de políticas, que tenham presente a preocupação dos jovens, as nossas reivindicações, os nossos anseios, que efetivem a criação de emprego com direitos, que assegurem a conciliação entre o trabalho e a vida familiar e pessoal, o nosso direito à qualidade de vida e à emancipação, princípios desde sempre inscritos na Constituição da República Portuguesa.

A Ecolojovem - «Os Verdes» considera ainda que o anunciado Programa VEM do atual governo PSD/CDS é mais uma “manobra de diversão” de um governo morto e sem quaisquer condições para continuar a “desgovernar” o nosso país. Depois de ter aconselhado paternalmente os nossos jovens a emigrar e abandonar o país, o primeiro-ministro pretende agora o regresso desses jovens para o seu país, quando já demonstrou que não tem como lhes devolver a esperança e assegurar as condições para uma vida digna e com trabalho.

Os Jovens Ecologistas continuam a lutar por uma mudança de políticas, que permitam aos jovens portugueses estudar, trabalhar e viver no seu país, com direitos e qualidade de vida, e por isso, associaram-se à marcha promovida pela Interjovem/CGTP-IN no Dia Nacional da Juventude.

A Ecolojovem - «Os Verdes» defende que é na força que a Juventude concentra em si que reside a força para uma mudança necessária.





4º Encontro de Eleitos e Activistas Verdes - Agir Local - Intervenção da Juventude

Gostaria de iniciar a minha intervenção dizendo que esta semana passe por duas situações que me "chocaram" e que de certa forma retratam a realidade actual dos serviços em Portugal.

Uma delas foi o facto de ser trabalhadora-estudante e que para ter acesso ao estatuto, ser necessário uma declaração da segurança social sobre a minha situação contributiva. Em Lisboa, já não existem balcões de atendimento ao público sendo que para atendimento presencial, é necessário marcar via Internet para o qual é necessária uma password que demora cerca de 1 a 2 semanas a chegar, ou via telefone para um número de linha directa.

Passei 3 dias a tentar falar com a segurança social, uma vez que o prazo para entregar a declaração estava a chegar ao fim e a password ainda não tinha chegado. Nunca cheguei a ser atendida tendo feito em média 40 chamadas por dia.

A outra situação foi o facto de necessitar de marcar uma consulta no centro de saúde. Tentei marcar a consulta via Internet pelo novo portal do cidadão. No entanto, uma vez que não tenho médico de família (o meu reformou-se e não me foi atribuído um novo, num centro de saúde onde faltam 5 médicos) apareceu-me um anúncio dizendo que  meu médico não tinha agenda disponível e que se fosse urgente para contactar o centro de saúde. Assim o fiz. Passei a tarde a tentar contactar o centro de saúde e ao fim de 4h fui atendida. Disse que pretendia marcar uma consulta e obtive a resposta de que as consultas a longo prazo apenas estariam disponíveis a partir de dia 1 de Abril. Então eu questionei a senhora sobre o que fazer caso o meu problema fosse urgente. Ela disse-me que teria que ir para o centro de saúde de manhã esperar pelas vagas do dia, no entanto, isto não era possível às sextas de manhã (era quinta-feira à tarde), pelo que eu teria de esperar 3 dias para poder ter uma consulta. Ainda assim com certeza, esperaria menos tempo do que se fosse para uma urgência hospitalar.

É inacreditável a forma como direitos básicos, como o caso da saúde, conquistados há 4 décadas com o 25 de Abril podem ser desrespeitados e ter tantas barreiras à sua plena fruição.

É, então, necessário "acordar" os jovens para esta afronta aos seus direitos que compromete não só o seu presente como o seu futuro.

O papel da Ecolojovem torna-se então, necessário na defesa de interesses dos jovens e direitos consagrados na Constituição da República Portuguesa.
É igualmente papel da Ecolojovem estimular todos os jovens que integra para uma cidadania activa e uma participação política. No entanto, importa esclarecer que a participação política não se esgota em campanhas e atos eleitorais e que existem mais formas de participação política além das juventudes partidárias, como são exemplo os movimentos associativos.

Os jovens deparam-se hoje com uma taxa de desemprego que atinge os 40%. Todos os anos o Orçamento de Estado apresenta menos investimento e, consequentemente, maiores cortes em áreas directamente relacionadas com a juventude, como a saúde, a educação, a mobilidade e a cultura, que são direitos humanos consagrados na Carta Universal dos Direitos Humanos.

Graças a estes desinvestimentos, com consequências claras e notáveis, muitos jovens vêm-se na obrigação de emigrar em busca de melhores condições de vida. O que também contribui para consequências na economia, uma vez que foi o estado português a investir na educação destes jovens que vão, depois, contribuir noutros países, fazendo com que o estado português não seja recompensado pelo investimento feito. Para além disso, os jovens são obrigados a deixar para trás, família, amigos, conforto e apoios por um país com pessoas, culturas e hábitos que desconhecem.

Deste modo, torna-se neessário fortalecer e reforçar a participação dos jovens e da Ecolojovem como forma de luta pelos direitos da juventude.

Como nota final gostaria de deixar algumas formas que a Ecolojovem tem de participação como são exemplo os Acampamentos realizados todos os anos, as tomadas de posição e os debates nos quais participa, o Conselho Nacional de Juventude, o Conselho Municipal de Juventude e a Federação de Jovens Verdes Europeus.


Assim se demonstra que a Ecolojovem tem um papel importante no participação política a nível nacional e local e luta por um poder local democrático, sendo um veículo importante dos ecologistas na defesa dos assuntos da juventude.

No Dia Nacional do Estudante - “Os Verdes” estão preocupados com aumentos do preço dos quartos nas residências universitárias da Universidade de Lisboa

O Partido Ecologista “Os Verdes” está preocupado com uma circular enviada pelos serviços da ação social da Universidade de Lisboa para os estudantes das residências universitárias, na qual é anunciado um aumento de 30€ ou de 30€ +20€ no preço de certos quartos. 
   
Considerando que as residências têm quartos coletivos e quartos individuais, uns com casa de banho, outros não, e quebrando a prática que vigorava até agora que levava a que esses quartos fossem atribuídos pela comissão de residentes aos estudantes mais antigos, os serviços de ação social vêm agora, em nome de normas que não constam do regimento, impor novas exigências, aplicando uma taxa de 30€ para os quartos individuais e de 30+20 para os quartos com casa de banho.  
   
“Os Verdes” consideram esta taxa escandalosa e inaceitável, primeiro porque consubstancia um agravamento brutal do preço das residências, segundo porque introduz uma discriminação entre alunos, a partir de critérios financeiros, terceiro porque ela pode levar a que haja quartos que fiquem desocupados mesmo quando necessários, porque os preços se tornam incomportáveis, quarto porque ela quebra uma prática muito antiga nas residências, que fazia todo o sentido e que nunca foi contestada pelos estudantes e quinto, porque, no entender de “Os Verdes”, esta nova prática não encontra legitimidade no regimento em vigor.  
   
Como tal, “Os Verdes” vão solicitar explicações junto dos serviços sociais da Universidade de Lisboa e desde já recriminam esta pretensão pois não têm dúvidas de que ela vai contribuir agravar as dificuldades de vida dos estudantes com menores recursos e contribuir para agravar ainda mais o abandono do ensino superior.  
   
Acresce ainda que estas medidas vão ser muito lesivas e ter um impacto ainda maior para os alunos oriundos das regiões autónomas, nomeadamente da Madeira, que se alojam em residências universitárias e que estão, atualmente, já a sofrer também o agravamento do preço das viagens de avião entre o continente e as ilhas.  

O Partido Ecologista “Os Verdes”
Contato do Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
(T: 213 960 308; TM: 917 462 769 -  osverdes@gmail.com)
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Lisboa, 24 de Março de 2015

No Dia Nacional do Estudante - “Os Verdes” estão preocupados com aumentos do preço dos quartos nas residências universitárias da Universidade de Lisboa que vão agravar vida dos estudantes da Madeira

O Partido Ecologista “Os Verdes” está preocupado com uma circular enviada pelos serviços da ação social da Universidade de Lisboa para os estudantes das residências universitárias, na qual é anunciado um aumento de 30€ ou de 30€ +20€ no preço de certos quartos.  

Considerando que as residências têm quartos coletivos e quartos individuais, uns com casa de banho, outros não, e quebrando a prática que vigorava até agora que levava a que esses quartos fossem atribuídos pela comissão de residentes aos estudantes mais antigos, os serviços de ação social vêm agora, em nome de normas que não constam do regimento, impor novas exigências, aplicando uma taxa de 30€ para os quartos individuais e de 30+20 para os quartos com casa de banho.

“Os Verdes” consideram esta taxa escandalosa e inaceitável, primeiro porque consubstancia um agravamento brutal do preço das residências, segundo porque introduz uma discriminação entre alunos, a partir de critérios financeiros, terceiro porque ela pode levar a que haja quartos que fiquem desocupados mesmo quando necessários, porque os preços se tornam incomportáveis, quarto porque ela quebra uma prática muito antiga nas residências, que fazia todo o sentido e que nunca foi contestada pelos estudantes e quinto, porque, no entender de “Os Verdes”, esta nova prática não encontra legitimidade no regimento em vigor.

Como tal, “Os Verdes” vão solicitar explicações junto dos serviços sociais da Universidade de Lisboa e desde já recriminam esta pretensão pois não têm dúvidas de que ela vai contribuir agravar as dificuldades de vida dos estudantes com menores recursos e contribuir para agravar ainda mais o abandono do ensino superior.

Acresce ainda que estas medidas vão ser muito lesivas e ter um impacto ainda maior para os alunos oriundos das regiões autónomas, nomeadamente da Madeira, que se alojam em residências universitárias e que estão, atualmente, já a sofrer também o agravamento do preço das viagens de avião entre o continente e as ilhas.

O Partido Ecologista “Os Verdes”
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Lisboa, 24 de Março de 2015

Ecolojovem presente na 67° e 68° Assembleias Gerais do CNJ


A Ecolojovem -  <<Os Verdes>> esteve presente nas 67° e 68° Assembleias Gerais do CNJ (Conselho Nacional da Juventude) que ocorreram no dia 28 de Fevereiro de 2015 no Auditório do Tec Labs na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Em representação esteve a Beatriz Goulart Pinheiro e a Susana Silva.

A Ecolojovem apresentou duas moções, uma referente ao Ensino Artístico Especializado e outra referente ao dia Internacional da Mulher/40° Aniversário do Ano Internacional da Mulher. 
Ambas as moções apresentadas foram aprovadas pela Assembleia Geral.