No Dia Nacional do Estudante - “Os Verdes” estão preocupados com aumentos do preço dos quartos nas residências universitárias da Universidade de Lisboa

O Partido Ecologista “Os Verdes” está preocupado com uma circular enviada pelos serviços da ação social da Universidade de Lisboa para os estudantes das residências universitárias, na qual é anunciado um aumento de 30€ ou de 30€ +20€ no preço de certos quartos. 
   
Considerando que as residências têm quartos coletivos e quartos individuais, uns com casa de banho, outros não, e quebrando a prática que vigorava até agora que levava a que esses quartos fossem atribuídos pela comissão de residentes aos estudantes mais antigos, os serviços de ação social vêm agora, em nome de normas que não constam do regimento, impor novas exigências, aplicando uma taxa de 30€ para os quartos individuais e de 30+20 para os quartos com casa de banho.  
   
“Os Verdes” consideram esta taxa escandalosa e inaceitável, primeiro porque consubstancia um agravamento brutal do preço das residências, segundo porque introduz uma discriminação entre alunos, a partir de critérios financeiros, terceiro porque ela pode levar a que haja quartos que fiquem desocupados mesmo quando necessários, porque os preços se tornam incomportáveis, quarto porque ela quebra uma prática muito antiga nas residências, que fazia todo o sentido e que nunca foi contestada pelos estudantes e quinto, porque, no entender de “Os Verdes”, esta nova prática não encontra legitimidade no regimento em vigor.  
   
Como tal, “Os Verdes” vão solicitar explicações junto dos serviços sociais da Universidade de Lisboa e desde já recriminam esta pretensão pois não têm dúvidas de que ela vai contribuir agravar as dificuldades de vida dos estudantes com menores recursos e contribuir para agravar ainda mais o abandono do ensino superior.  
   
Acresce ainda que estas medidas vão ser muito lesivas e ter um impacto ainda maior para os alunos oriundos das regiões autónomas, nomeadamente da Madeira, que se alojam em residências universitárias e que estão, atualmente, já a sofrer também o agravamento do preço das viagens de avião entre o continente e as ilhas.  

O Partido Ecologista “Os Verdes”
Contato do Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
(T: 213 960 308; TM: 917 462 769 -  osverdes@gmail.com)
www.osverdes.pt
Lisboa, 24 de Março de 2015

No Dia Nacional do Estudante - “Os Verdes” estão preocupados com aumentos do preço dos quartos nas residências universitárias da Universidade de Lisboa que vão agravar vida dos estudantes da Madeira

O Partido Ecologista “Os Verdes” está preocupado com uma circular enviada pelos serviços da ação social da Universidade de Lisboa para os estudantes das residências universitárias, na qual é anunciado um aumento de 30€ ou de 30€ +20€ no preço de certos quartos.  

Considerando que as residências têm quartos coletivos e quartos individuais, uns com casa de banho, outros não, e quebrando a prática que vigorava até agora que levava a que esses quartos fossem atribuídos pela comissão de residentes aos estudantes mais antigos, os serviços de ação social vêm agora, em nome de normas que não constam do regimento, impor novas exigências, aplicando uma taxa de 30€ para os quartos individuais e de 30+20 para os quartos com casa de banho.

“Os Verdes” consideram esta taxa escandalosa e inaceitável, primeiro porque consubstancia um agravamento brutal do preço das residências, segundo porque introduz uma discriminação entre alunos, a partir de critérios financeiros, terceiro porque ela pode levar a que haja quartos que fiquem desocupados mesmo quando necessários, porque os preços se tornam incomportáveis, quarto porque ela quebra uma prática muito antiga nas residências, que fazia todo o sentido e que nunca foi contestada pelos estudantes e quinto, porque, no entender de “Os Verdes”, esta nova prática não encontra legitimidade no regimento em vigor.

Como tal, “Os Verdes” vão solicitar explicações junto dos serviços sociais da Universidade de Lisboa e desde já recriminam esta pretensão pois não têm dúvidas de que ela vai contribuir agravar as dificuldades de vida dos estudantes com menores recursos e contribuir para agravar ainda mais o abandono do ensino superior.

Acresce ainda que estas medidas vão ser muito lesivas e ter um impacto ainda maior para os alunos oriundos das regiões autónomas, nomeadamente da Madeira, que se alojam em residências universitárias e que estão, atualmente, já a sofrer também o agravamento do preço das viagens de avião entre o continente e as ilhas.

O Partido Ecologista “Os Verdes”
Contato do Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
(T: 213 960 308; TM: 917 462 769 -  osverdes@gmail.com)
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Lisboa, 24 de Março de 2015

Ecolojovem presente na 67° e 68° Assembleias Gerais do CNJ


A Ecolojovem -  <<Os Verdes>> esteve presente nas 67° e 68° Assembleias Gerais do CNJ (Conselho Nacional da Juventude) que ocorreram no dia 28 de Fevereiro de 2015 no Auditório do Tec Labs na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Em representação esteve a Beatriz Goulart Pinheiro e a Susana Silva.

A Ecolojovem apresentou duas moções, uma referente ao Ensino Artístico Especializado e outra referente ao dia Internacional da Mulher/40° Aniversário do Ano Internacional da Mulher. 
Ambas as moções apresentadas foram aprovadas pela Assembleia Geral.

Debate: Participação Política

No passado dia 9 de Fevereiro, a Ecolojovem esteve presente no debate sobre participação política na Escola Profissional de Agentes de Serviço e Apoio Social. Em representação esteve a Beatriz Goulart Pinheiro, membro da Ecolojovem.

Deixa-se, em seguida, a intervenção:


"A Ecolojovem foi criada em 1989 pela necessidade que os membros do PEV sentiram de ter uma organização juvenil que se dedicasse especificamente à área da juventudes e assuntos relacionados com a mesma. Pelas suas características, a Ecolojovem permite a todos os jovens que dela fazem parte ter um papel num projeto de transformação da sociedade. As razões pelas quais pensamos que é importante fazer parte de uma juventude partidária prendem-se com o facto de ser importante ter uma voz ativa na sociedade, de modo a podermos ter uma palavra na decisão do nosso futuro. Para todos aqueles que acham que a política não lhes interessa, é bom que saibam que a política se encontra presente no dia-a-dia de cada um, nos mais variados exemplos, como o salário mínimo nacional que serve não só de base aos salários na função pública, como também aos de muitas empresas do sector privado, os impostos que pagamos, os custos na área da saúde que temos, etc.

É importante lembrar, no entanto, que não só as juventudes partidárias têm voz e que a participação política não se esgota nas eleições e campanhas eleitorais, estando presente em associações de estudantes, coletividades, organizações juvenis, culturais e de desporto... É importante relembrar que os jovens têm qualquer coisa a dizer sobre a sociedade e o seu futuro, uma vez que este também os envolve. 40 anos após o 25 de Abril, Portugal sofreu e está a sofrer um retrocesso social que envolve a juventude. Portugal está empobrecido, não só financeiramente, mas culturalmente, socialmente e ecologicamente; o desemprego tem valores altíssimos, há milhares de jovens desempregados com cursos superiores, mestrados e pós-graduações. Muitos destes jovens são obrigados a emigrar em busca de melhores condições, de uma vida justa e digna que o seu país não lhes proporciona. É necessário que os jovens entendam que, ao contrário daquilo que a comunicação social e os governantes nos querem fazer acreditar,  existem soluções, existem alternativas e que não são todos iguais, mas que para tal, é necessário que as pessoas, e não só os jovens, se envolvam e que entendam que aqueles que tomam as decisões apenas as tomam porque votam neles, e que se outras alternativas forem escolhidas, as políticas e as decisões não têm que seguir o rumo que seguiram até agora.

A Ecolojovem, ao contrário daquilo que outras juventudes partidárias dizem, não sente que exista falta de participação juvenil em termos políticos, caso contrário as juventudes partidárias não existiriam, no entanto, é para nós fácil de verificar que existe um crescente desinteresse sobretudo devido à desacreditação na democracia. É necessário em primeiro esclarecer que a democracia tem as suas falhas, como todos os sistemas criados pelo Homem. No entanto, quando comparada com os restantes sistemas políticos, é a mais justa, e aquela que oferece a todos a possibilidade de ter uma voz. Para além disso, é um sistema  que está em constante construção, tal como o Homem, não é imutável, mas para tal é necessário que haja envolvimento por parte dos indivíduos. Por outro lado, é ainda necessário referir que se o voto recai sempre sobre os mesmos partidos políticos, então nada mudará, porque embora a cara de um partido mude, a sua máquina não muda e os seus objetivos mantém-se, e que no caso deste Governo estão à vista: privatizar tudo o que for nacional e entregar os lucros ao grande capital.

A política deve ser vista como uma atividade nobre e não como uma carreira ou um "dia no escritório". A política é o nosso dia-a-dia quando se vive no sistema democrático, são as leis aprovadas,  os debates nos parlamentos, nas assembleias municipais e de freguesia. São as decisões todos os dias tomadas pelos órgãos de gestão nacionais, camarários, etc. e que influenciam direta ou indiretamente as nossas vidas. Para tal, é necessário que todos participemos, mas que a participação seja feita de forma consciente e informada para que sejamos capazes de defender os nossos interesses, bem como os interesses da maioria de modo a obter políticas mais justas e sustentáveis."

Candidatura das Levadas da Madeira a Património da Humanidade


As levadas da Madeira começaram a ser construídas no século XVI, após o início do povoamento do arquipélago, devido à necessidade de trazer grandes quantidades de água das vertentes orientadas a norte, onde abundava este recurso natural, para a irrigação agrícola do lado sul da ilha, de mais fácil ocupação humana e onde se situavam a maioria das plantações, nomeadamente de cana-de-açúcar. As mais recentes levadas datam da década de 1970 para fornecer água às centrais hidroeléctricas.

As levadas madeirenses têm uma extensão de 2150 km de canais, incluindo 40 km de túneis, resultado do engenho de sucessivas gerações na gestão e administração dos recursos hídricos que são propriedade pública, sendo que qualquer pessoa pode caminhar ao longo delas, constituindo uma forma de visitar locais de grande beleza paisagística.

A Ecolojovem congratula-se com a aprovação por unanimidade do Projecto de Resolução do PEV, na Assembleia da República, que recomendava ao Governo o apoio nacional à Candidatura das Levadas da Madeira a Património da Humanidade e o retomar do processo de candidatura das levadas pelo Governo Regional da Região Autónoma da Madeira, por estas constituírem um património cultural e natural singular no País, que poderá contribuir para um desenvolvimento da actividade agrícola e turística na Região.

70 anos da libertação de Auschwitz


A Ecolojovem não podia deixar passar em branco os 70 anos da libertação do campo de concentração de Auschwitz-Birkenau.  

Nesta data, designada pela ONU como o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, devem ser recordadas todas as vítimas da barbárie nazi-fascista

Interessa relembrar todos aqueles que sofreram nas mãos dos nazis pelas suas diferenças culturais, religiosas ou políticas.  É necessário afirmar a necessidade da liberdade do ser humano em escolher quem é,  o que pretende fazer e aquilo em que acredita sem que a sua liberdade condicione a dos restantes seres humanos.

Após 70 anos é importante não só relembrar que não se admitem mais campos de concentração num mundo que se diz civilizado,  como também é importante frisar que é necessário o fim da exploração do homem pelo homem, algo que ainda hoje em dia,  infelizmente verificamos.

A Ecolojovem denuncia ainda a imposição de políticas que visam a exploração e a guerra, que levam os povos à fome, à pobreza e à miséria, que alimentam forças exploradoras, racistas e xenófobas.

Como não podia deixar de ser a Ecolojovem saúda e homenageia todos os jovens que lutaram e lutam por um mundo mais justo, mais digno,  e mais sustentável do ponto de vista ecológico,  económico e social.


A Ecolojovem saúda os resultados eleitorais na Grécia onde venceu o NÃO à austeridade



A Ecolojovem espera que estes resultados sejam um 'abre-olhos', aos países que comandam a União Europeia,  e espera que estes entendam que os seus planos de resgate são um ataque à soberania dos países, aos seus direitos e a sua dignidade.  

O povo grego expressou claramente a sua rejeição às políticas de austeridade que têm empurrado milhares de gregos para o desemprego e para a miséria, promovidas pelos partidos que governaram a Grécia nos últimos anos, mas também pela Troika.

O resultado nas urnas gregas demonstrou a recusa de um povo se render ao medo e às chantagens da União Europeia e veio afirmar a vontade um povo escolher os seus próprios caminhos sem ingerências externas.

A Ecolojovem saúda,  ainda,  todos os jovens gregos que participaram activamente nas campanhas eleitorais demonstrando que as suas decisões influenciam o seu futuro e que é necessário lutar para garantir os seus direitos,  bem como um futuro digno.

“Os Verdes” questionam Governo sobre os novos programas e metas para o ensino secundário

O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar “Os Verdes”, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Educação e Ciência,sobre os novos programas e metas para o ensino secundário.

Pergunta:
  
O Ministério da Educação e Ciência, no Despacho n.º 5306/2012, de 18 de abril, demonstrou a intenção de “elevar os padrões de desempenho dos alunos” através do “desenvolvimento do novo Currículo Nacional”, o qual, segundo o referido normativo, deveria conter “padrões de rigor, criando coerência no que é ensinado nas escolas” e permitir “que todos os alunos tenham oportunidade de adquirir um conjunto de conhecimentos e de desenvolver capacidades fundamentais nas disciplinas essenciais.”  

Os referidos padrões de rigor deveriam ter em conta “a formação integral dos estudantes e a relevância do ensino para o mundo real, refletindo o conhecimento e as capacidades que os nossos jovens necessitam de adquirir e desenvolver para o seu sucesso no futuro”. Na prática, pretendia o MEC promover “a elaboração de documentos clarificadores”, com os conteúdos fundamentais, “sendo o ensino de cada disciplina curricular referenciado pelos objetivos e conteúdos de cada programa oficial.”

Nesta sequência, para o Ensino Secundário, neste momento, encontram-se já homologados os Programas e Metas Curriculares para as disciplinas de Português, Matemática A e Física e Química A, previstos para entrarem em vigor e começarem a ser aplicados a partir do início do próximo ano letivo.

A oferta formativa do Ensino Secundário engloba, para além dos Cursos científico-humanísticos, vocacionados para o prosseguimento de estudos de nível superior, também outros cursos com planos próprios, como os Cursos Artísticos Especializados, a modalidade de Ensino Recorrente e os Cursos Profissionais (os quais, apesar de vocacionados para a qualificação profissional dos alunos e para a sua inserção no mundo do trabalho, permitem o prosseguimento de estudos).  E todos os anos, um numeroso contingente de alunos que concluem o seu Curso Profissional ou Curso Artístico Especializado realizam os exames nacionais com o objetivo de prosseguir estudos superiores.

No entanto para estes cursos não propôs o MEC qualquer tipo de alteração ao Programa da disciplina de Português.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito à S. Exa. A Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo, a seguinte Pergunta, para que o Ministério da Educação e Ciência me possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1 -No caso dos Programas e Metas Curriculares já homologados para o Ensino Secundário, está esse Ministério a trabalhar na sua adaptação para os restantes cursos não especificamente vocacionados para o prosseguimento de estudos de nível superior?

2 - Não terá o MEC a mesma intenção de “elevar os padrões de desempenho dos alunos” através de “padrões de rigor, criando coerência no que é ensinado nas escolas” para os alunos do Curso Artístico Especializado e Curso Profissional?

3 -Pretenderá o MEC manter o atual programa de Português no Curso Artístico Especializado e Profissional e, desta forma, criar dificuldades adicionais aos alunos destes cursos que pretendam prosseguir estudos, dado que terão de realizar um exame com os conteúdos do novo programa?

4 - Teremos, no ano letivo de 2017 /18, dois exames de Português distintos, um para os alunos que iniciarão o novo programa no ano letivo 2015/2016 e outro para os alunos dos referidos cursos, que continuarão com os programas  atuais?

O Grupo Parlamentar “Os Verdes”,
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
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Lisboa, 26 de Dezembro de 2014

Encontro com as Organizações Membro do CNJ

A Ecolojovem recebeu hoje na sede nacional do Partido Ecologista «Os Verdes» o Conselho Nacional de Juventude

Ecolojovem - «Os Verdes» presente na 66ª Assembleia Geral do Conselho Nacional de Juventude

No passado dia 13 de Dezembro, teve lugar a 66ª Assembleia Geral do Conselho Nacional de Juventude.
A Ecolojovem esteve presente na AG tendo apresentado 3 moções: Contra a Privatização da Água, Direitos Humanos e Erradicação da Pobreza, tendo sido aprovadas por maioria.


Heloísa Apolónia - políticas de juventude

Heloísa Apolónia intervém no debate sobre políticas de Juventude e solidariedade intergeracional, questionando o Governo sobre diversos assuntos como o risco de pobreza na juventude, a emigração forçada ou os estágios precários: "Os senhores negam a emancipação dos jovens e isso é a pior política de juventude que algum Governo pode promover"

Encerramento da Colónia de Férias da Torreira

Na sexta-feira,  dia 24 de Outubro, a Ecolojovem - «Os Verdes» marcou presença, em sinal de apoio,  na iniciativa contra o encerramento da Colónia de Férias da Torreira (CFT) que decorreu em Aveiro. Decisão do Instituto da Segurança Social veio a publico em meados do mês de Agosto.

A CFT localizada, no município da Murtosa, foi construída em 1978 pelo Centro Distrital de Segurança Social de Aveiro e foi considerado um modelo a seguir. Tinha por objectivo proporcionar férias balneares a pessoas portadores de deficiência e a crianças carenciadas com com menos recurso económicos, deslocalizadas e com necessidades de apoio social, sendo a única resposta no país com este tipo de valência.

Em 1996 deixou a esfera pública passando a ser gerida pela Fundação Bissaya Barreto, ao abrigo de protocolos com a Segurança Social até 2014, mudando também o seu âmbito e conceito, abrangendo assim mais faixas etárias – crianças, jovens e idosos institucionalizados, portadores de deficiência e com pouco recursos económicos. Desde 1996 conta-se que passaram mais de 50 mil utentes, cerca de 2500 utentes por ano.

Os programas de férias prestam um serviço social importantíssimo para estas pessoas, como referido pela Direcção-Geral da Acção Social (Segurança Social), em 1996, que a “Colónia de Férias destinada à satisfação de necessidades de lazer e de quebra de rotinas representa uma resposta social essencial ao equilíbrio físico, psicológico e social dos seus utilizadores, sobretudo os que se encontram em situação de maior vulnerabilidade, em especial crianças, pessoas com deficiência e idosos, a quem as dificuldades da vida diária nem sempre proporcionam as condições para o gozo de férias.”

No caso de se verificar o encerramento desta colónia, é a clara mensagem que o Estado não se importa das implicações sociais e do impacto regional e nacional desse encerramento. É um claro abandono dos utentes e das suas respectivas famílias e dos mais de 40 trabalhadores. Será suprimir o rendimento aos fornecedores locais e regionais e do rendimento complementar, e por vezes único, de mais de 550 monitores anuais.


Para além da CFT, o Instituto da Segurança Social pretende encerrar as outras cinco colónias existente no país. Mais marchas e lutas como estas são necessárias para a sensibilização dos responsáveis políticos.






Ecolojovem - «Os Verdes» reúne em Lisboa

A Juventude do Partido Ecologista «Os Verdes» reuniu no passado dia 17 de Outubro, onde analisou a situação eco-política nacional e internacional no que diz respeito à Juventude




Heloísa Apolónia - colocação de professores e educação

10/10/2014 - Heloísa Apolónia questiona Passos Coelho sobre erros e incompetência do Governo em matéria de educação, nomeadamente na colocação de professores e acusa-o de brincar com a vida destes profissionais: "O Sr. Ministro não acha que o Sr. Ministro da Educação chumbou rotundamente ao nível da sua responsabilidade na educação?". Exige ainda a divulgação da lista de colocação de professores através da bolsa de contratação.

PEV questiona Governo sobre falta de condições da Escola EB23 e Secundária de Oliveira de Frades

O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar “Os Verdes”, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Justiça,sobre a falta de condições da Escola EB23 e Secundária de Oliveira de Frades para acolher alunos do 1º Ciclo.
   
Pergunta:

Neste ano letivo foram encerradas centenas de escolas públicas pelo país, sobretudo no interior, a juntar aos milhares que fecharam as portas na última década. De um modo geral, os intervenientes diretos, alunos, pais, professores e autarquias locais não têm sido ouvidos neste processo, o que o torna mais desfasado da realidade e alicerçado, por vezes, em critérios pouco transparentes e em argumentação falaciosa.

Entre os argumentos mais comuns que são utilizados para justificar o encerramento das escolas, estão as melhores condições da escola de acolhimento e a maior interação que uma escola com mais alunos poderá proporcionar. Ora, no concelho de Oliveira de Frades, têm vindo a fechar escolas do primeiro ciclo, por opções políticas locais e/ou nacionais, sem que as escolas de acolhimento, nalguns casos, apresentem melhores condições.

Desde que a Escola Básica Integrada de Oliveira de Frades encerrou, tendo por objetivo a construção do edifício do futuro Centro Escolar, que irá absorver os alunos do concelho, à exceção das freguesias de Ribeiradio e Arcozelo das Maias, que algumas turmas do primeiro ciclo andam com a “casa às costas”. Depois de passarem pela Biblioteca Municipal, as aulas do 4.º ano estão agora a decorrer na Escola EB23 e Secundária de Oliveira de Frades, intervencionada recentemente pela Parque Escolar, E.P.E. Face à diversidade etária existente na escola, as crianças do primeiro ciclo (4º ano) estão circunscritas a um espaço confinado por uma “barreira humana” (três auxiliares) de forma a impedir a sua interação com os alunos mais velhos.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito à S. Exa. A Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo, a seguinte Pergunta, para que o Ministério da Educação e Ciência me possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1- O Ministério da Educação e Ciência (MEC) tem conhecimento que três turmas do 4º ano de escolaridade estão “alojadas” na Escola EB23 e Secundária de Oliveira de Frades?
2- Estava previsto, aquando da intervenção pela Parque Escolar, que a Escola EB23 e Secundária de Oliveira de Frades acolhesse os alunos do 1º ciclo?
3- Esta escola apresenta as condições desejáveis para acolher as três turmas do 4º ano de escolaridade?
4- O MEC ouviu os intervenientes, nomeadamente o município, aquando da decisão de encerramento das escolas neste ano letivo?
5- Os auxiliares que se encontram a desempenhar funções de apoio ao 4º ano, são funcionários do ministério, município ou desempregados no âmbito de “Contratos de Emprego – Inserção”?

O Grupo Parlamentar “Os Verdes”,
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Lisboa, 9 de Outubro de 2014