A Ecolojovem saúda os resultados eleitorais na Grécia onde venceu o NÃO à austeridade



A Ecolojovem espera que estes resultados sejam um 'abre-olhos', aos países que comandam a União Europeia,  e espera que estes entendam que os seus planos de resgate são um ataque à soberania dos países, aos seus direitos e a sua dignidade.  

O povo grego expressou claramente a sua rejeição às políticas de austeridade que têm empurrado milhares de gregos para o desemprego e para a miséria, promovidas pelos partidos que governaram a Grécia nos últimos anos, mas também pela Troika.

O resultado nas urnas gregas demonstrou a recusa de um povo se render ao medo e às chantagens da União Europeia e veio afirmar a vontade um povo escolher os seus próprios caminhos sem ingerências externas.

A Ecolojovem saúda,  ainda,  todos os jovens gregos que participaram activamente nas campanhas eleitorais demonstrando que as suas decisões influenciam o seu futuro e que é necessário lutar para garantir os seus direitos,  bem como um futuro digno.

“Os Verdes” questionam Governo sobre os novos programas e metas para o ensino secundário

O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar “Os Verdes”, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Educação e Ciência,sobre os novos programas e metas para o ensino secundário.

Pergunta:
  
O Ministério da Educação e Ciência, no Despacho n.º 5306/2012, de 18 de abril, demonstrou a intenção de “elevar os padrões de desempenho dos alunos” através do “desenvolvimento do novo Currículo Nacional”, o qual, segundo o referido normativo, deveria conter “padrões de rigor, criando coerência no que é ensinado nas escolas” e permitir “que todos os alunos tenham oportunidade de adquirir um conjunto de conhecimentos e de desenvolver capacidades fundamentais nas disciplinas essenciais.”  

Os referidos padrões de rigor deveriam ter em conta “a formação integral dos estudantes e a relevância do ensino para o mundo real, refletindo o conhecimento e as capacidades que os nossos jovens necessitam de adquirir e desenvolver para o seu sucesso no futuro”. Na prática, pretendia o MEC promover “a elaboração de documentos clarificadores”, com os conteúdos fundamentais, “sendo o ensino de cada disciplina curricular referenciado pelos objetivos e conteúdos de cada programa oficial.”

Nesta sequência, para o Ensino Secundário, neste momento, encontram-se já homologados os Programas e Metas Curriculares para as disciplinas de Português, Matemática A e Física e Química A, previstos para entrarem em vigor e começarem a ser aplicados a partir do início do próximo ano letivo.

A oferta formativa do Ensino Secundário engloba, para além dos Cursos científico-humanísticos, vocacionados para o prosseguimento de estudos de nível superior, também outros cursos com planos próprios, como os Cursos Artísticos Especializados, a modalidade de Ensino Recorrente e os Cursos Profissionais (os quais, apesar de vocacionados para a qualificação profissional dos alunos e para a sua inserção no mundo do trabalho, permitem o prosseguimento de estudos).  E todos os anos, um numeroso contingente de alunos que concluem o seu Curso Profissional ou Curso Artístico Especializado realizam os exames nacionais com o objetivo de prosseguir estudos superiores.

No entanto para estes cursos não propôs o MEC qualquer tipo de alteração ao Programa da disciplina de Português.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito à S. Exa. A Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo, a seguinte Pergunta, para que o Ministério da Educação e Ciência me possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1 -No caso dos Programas e Metas Curriculares já homologados para o Ensino Secundário, está esse Ministério a trabalhar na sua adaptação para os restantes cursos não especificamente vocacionados para o prosseguimento de estudos de nível superior?

2 - Não terá o MEC a mesma intenção de “elevar os padrões de desempenho dos alunos” através de “padrões de rigor, criando coerência no que é ensinado nas escolas” para os alunos do Curso Artístico Especializado e Curso Profissional?

3 -Pretenderá o MEC manter o atual programa de Português no Curso Artístico Especializado e Profissional e, desta forma, criar dificuldades adicionais aos alunos destes cursos que pretendam prosseguir estudos, dado que terão de realizar um exame com os conteúdos do novo programa?

4 - Teremos, no ano letivo de 2017 /18, dois exames de Português distintos, um para os alunos que iniciarão o novo programa no ano letivo 2015/2016 e outro para os alunos dos referidos cursos, que continuarão com os programas  atuais?

O Grupo Parlamentar “Os Verdes”,
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
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Lisboa, 26 de Dezembro de 2014

Encontro com as Organizações Membro do CNJ

A Ecolojovem recebeu hoje na sede nacional do Partido Ecologista «Os Verdes» o Conselho Nacional de Juventude

Ecolojovem - «Os Verdes» presente na 66ª Assembleia Geral do Conselho Nacional de Juventude

No passado dia 13 de Dezembro, teve lugar a 66ª Assembleia Geral do Conselho Nacional de Juventude.
A Ecolojovem esteve presente na AG tendo apresentado 3 moções: Contra a Privatização da Água, Direitos Humanos e Erradicação da Pobreza, tendo sido aprovadas por maioria.


Heloísa Apolónia - políticas de juventude

Heloísa Apolónia intervém no debate sobre políticas de Juventude e solidariedade intergeracional, questionando o Governo sobre diversos assuntos como o risco de pobreza na juventude, a emigração forçada ou os estágios precários: "Os senhores negam a emancipação dos jovens e isso é a pior política de juventude que algum Governo pode promover"

Encerramento da Colónia de Férias da Torreira

Na sexta-feira,  dia 24 de Outubro, a Ecolojovem - «Os Verdes» marcou presença, em sinal de apoio,  na iniciativa contra o encerramento da Colónia de Férias da Torreira (CFT) que decorreu em Aveiro. Decisão do Instituto da Segurança Social veio a publico em meados do mês de Agosto.

A CFT localizada, no município da Murtosa, foi construída em 1978 pelo Centro Distrital de Segurança Social de Aveiro e foi considerado um modelo a seguir. Tinha por objectivo proporcionar férias balneares a pessoas portadores de deficiência e a crianças carenciadas com com menos recurso económicos, deslocalizadas e com necessidades de apoio social, sendo a única resposta no país com este tipo de valência.

Em 1996 deixou a esfera pública passando a ser gerida pela Fundação Bissaya Barreto, ao abrigo de protocolos com a Segurança Social até 2014, mudando também o seu âmbito e conceito, abrangendo assim mais faixas etárias – crianças, jovens e idosos institucionalizados, portadores de deficiência e com pouco recursos económicos. Desde 1996 conta-se que passaram mais de 50 mil utentes, cerca de 2500 utentes por ano.

Os programas de férias prestam um serviço social importantíssimo para estas pessoas, como referido pela Direcção-Geral da Acção Social (Segurança Social), em 1996, que a “Colónia de Férias destinada à satisfação de necessidades de lazer e de quebra de rotinas representa uma resposta social essencial ao equilíbrio físico, psicológico e social dos seus utilizadores, sobretudo os que se encontram em situação de maior vulnerabilidade, em especial crianças, pessoas com deficiência e idosos, a quem as dificuldades da vida diária nem sempre proporcionam as condições para o gozo de férias.”

No caso de se verificar o encerramento desta colónia, é a clara mensagem que o Estado não se importa das implicações sociais e do impacto regional e nacional desse encerramento. É um claro abandono dos utentes e das suas respectivas famílias e dos mais de 40 trabalhadores. Será suprimir o rendimento aos fornecedores locais e regionais e do rendimento complementar, e por vezes único, de mais de 550 monitores anuais.


Para além da CFT, o Instituto da Segurança Social pretende encerrar as outras cinco colónias existente no país. Mais marchas e lutas como estas são necessárias para a sensibilização dos responsáveis políticos.






Ecolojovem - «Os Verdes» reúne em Lisboa

A Juventude do Partido Ecologista «Os Verdes» reuniu no passado dia 17 de Outubro, onde analisou a situação eco-política nacional e internacional no que diz respeito à Juventude




Heloísa Apolónia - colocação de professores e educação

10/10/2014 - Heloísa Apolónia questiona Passos Coelho sobre erros e incompetência do Governo em matéria de educação, nomeadamente na colocação de professores e acusa-o de brincar com a vida destes profissionais: "O Sr. Ministro não acha que o Sr. Ministro da Educação chumbou rotundamente ao nível da sua responsabilidade na educação?". Exige ainda a divulgação da lista de colocação de professores através da bolsa de contratação.

PEV questiona Governo sobre falta de condições da Escola EB23 e Secundária de Oliveira de Frades

O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar “Os Verdes”, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Justiça,sobre a falta de condições da Escola EB23 e Secundária de Oliveira de Frades para acolher alunos do 1º Ciclo.
   
Pergunta:

Neste ano letivo foram encerradas centenas de escolas públicas pelo país, sobretudo no interior, a juntar aos milhares que fecharam as portas na última década. De um modo geral, os intervenientes diretos, alunos, pais, professores e autarquias locais não têm sido ouvidos neste processo, o que o torna mais desfasado da realidade e alicerçado, por vezes, em critérios pouco transparentes e em argumentação falaciosa.

Entre os argumentos mais comuns que são utilizados para justificar o encerramento das escolas, estão as melhores condições da escola de acolhimento e a maior interação que uma escola com mais alunos poderá proporcionar. Ora, no concelho de Oliveira de Frades, têm vindo a fechar escolas do primeiro ciclo, por opções políticas locais e/ou nacionais, sem que as escolas de acolhimento, nalguns casos, apresentem melhores condições.

Desde que a Escola Básica Integrada de Oliveira de Frades encerrou, tendo por objetivo a construção do edifício do futuro Centro Escolar, que irá absorver os alunos do concelho, à exceção das freguesias de Ribeiradio e Arcozelo das Maias, que algumas turmas do primeiro ciclo andam com a “casa às costas”. Depois de passarem pela Biblioteca Municipal, as aulas do 4.º ano estão agora a decorrer na Escola EB23 e Secundária de Oliveira de Frades, intervencionada recentemente pela Parque Escolar, E.P.E. Face à diversidade etária existente na escola, as crianças do primeiro ciclo (4º ano) estão circunscritas a um espaço confinado por uma “barreira humana” (três auxiliares) de forma a impedir a sua interação com os alunos mais velhos.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito à S. Exa. A Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo, a seguinte Pergunta, para que o Ministério da Educação e Ciência me possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1- O Ministério da Educação e Ciência (MEC) tem conhecimento que três turmas do 4º ano de escolaridade estão “alojadas” na Escola EB23 e Secundária de Oliveira de Frades?
2- Estava previsto, aquando da intervenção pela Parque Escolar, que a Escola EB23 e Secundária de Oliveira de Frades acolhesse os alunos do 1º ciclo?
3- Esta escola apresenta as condições desejáveis para acolher as três turmas do 4º ano de escolaridade?
4- O MEC ouviu os intervenientes, nomeadamente o município, aquando da decisão de encerramento das escolas neste ano letivo?
5- Os auxiliares que se encontram a desempenhar funções de apoio ao 4º ano, são funcionários do ministério, município ou desempregados no âmbito de “Contratos de Emprego – Inserção”?

O Grupo Parlamentar “Os Verdes”,
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Lisboa, 9 de Outubro de 2014

Heloísa Apolónia - colocação de professores, concursos e educação - agendamento do PEV


Heloísa Apolónia faz a sua intervenção inicial no debate de atualidade sobre a trapalhada da colocação de professores: " O Governo desestabiliza toda a comunidade educativa, desrespeitando despudoradamente os professores, brincando inqualificavelmente com o sucesso educativo dos alunos, desorientando inadmissivelmente a vida dos pais". Acusa o MEC de, ao contrário do que disse, votar ao abandono os professores que foram colocados através da bolsa de contratação e pede indemnização para os professores lesados, a divulgação pública das listas de contratação e também a forma de compensação dos alunos que não tiveram aulas. "Se o MEC tivesse consciência da sua irresponsabilidade como governante...hoje não estaria aqui porque teria já pedido a sua demissão, porque não tem mais quaisquer condições para continuar"

Redução do número de turmas e educação

 Heloísa Apolónia apresenta o Projeto de Lei do PEV que estipula o número máximo de alunos por turma

Heloísa Apolónia - educação e abertura do ano letivo

Heloísa Apolónia acusa o Governo de não promover boas condições de funcionamento nas escolas, o que tem reflexos negativos na aprendizagem das crianças: "É muito grave que cheguemos ao mês de Outubro e haja ainda tantos professores por colocar"

Em defesa de uma educação pública de qualidade


Intervenção da deputada Heloísa Apolónia no âmbito da Petição - Em defesa de uma educação pública de qualidade

Debate sobre a abertura do ano lectivo

Intervenção da Deputada Heloísa no Debate de Atualidade sobre a Abertura do Ano Letivo 2014/2015, com a presença do Ministro da Educação e Ciência


Acampamento 2014 - "As Portas que Abril abriu à Ecologia"

!Clica na imagem e vê as fotos do nosso acampamento em Beja!