A Ecolojovem recebeu hoje na sede nacional do Partido Ecologista «Os Verdes» o Conselho Nacional de Juventude
Juventude do Partido Ecologista «Os Verdes» - Jovens a Pensar Global e a Agir Local -
Ecolojovem - «Os Verdes» presente na 66ª Assembleia Geral do Conselho Nacional de Juventude
No passado dia 13 de Dezembro, teve lugar a 66ª Assembleia Geral do Conselho Nacional de Juventude.
A Ecolojovem esteve presente na AG tendo apresentado 3 moções: Contra a Privatização da Água, Direitos Humanos e Erradicação da Pobreza, tendo sido aprovadas por maioria.
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Heloísa Apolónia - políticas de juventude
Heloísa Apolónia intervém no debate sobre políticas de Juventude e solidariedade intergeracional, questionando o Governo sobre diversos assuntos como o risco de pobreza na juventude, a emigração forçada ou os estágios precários: "Os senhores negam a emancipação dos jovens e isso é a pior política de juventude que algum Governo pode promover"
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Encerramento da Colónia de Férias da Torreira
Na sexta-feira, dia
24 de Outubro, a Ecolojovem - «Os Verdes» marcou presença, em sinal de
apoio, na iniciativa contra o
encerramento da Colónia de Férias da Torreira (CFT) que decorreu em Aveiro.
Decisão do Instituto da Segurança Social veio a publico em meados do mês de
Agosto.
A CFT localizada, no município da Murtosa, foi construída em
1978 pelo Centro Distrital de Segurança Social de Aveiro e foi considerado um
modelo a seguir. Tinha por objectivo proporcionar férias balneares a pessoas
portadores de deficiência e a crianças carenciadas com com menos recurso
económicos, deslocalizadas e com necessidades de apoio social, sendo a única resposta
no país com este tipo de valência.
Em 1996 deixou a esfera pública passando a ser gerida pela
Fundação Bissaya Barreto, ao abrigo de protocolos com a Segurança Social até
2014, mudando também o seu âmbito e conceito, abrangendo assim mais faixas
etárias – crianças, jovens e idosos institucionalizados, portadores de
deficiência e com pouco recursos económicos. Desde 1996 conta-se que passaram
mais de 50 mil utentes, cerca de 2500 utentes por ano.
No caso de se verificar o encerramento desta colónia,
é a clara mensagem que o Estado não se importa das implicações sociais e do
impacto regional e nacional desse encerramento. É um claro abandono dos utentes
e das suas respectivas famílias e dos mais de 40 trabalhadores. Será suprimir o
rendimento aos fornecedores locais e regionais e do rendimento complementar, e
por vezes único, de mais de 550 monitores anuais.
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Ecolojovem - «Os Verdes» reúne em Lisboa
A Juventude do Partido Ecologista «Os Verdes» reuniu no passado dia 17 de Outubro, onde analisou a situação eco-política nacional e internacional no que diz respeito à Juventude
Heloísa Apolónia - colocação de professores e educação
10/10/2014 - Heloísa Apolónia questiona Passos Coelho sobre erros e incompetência do Governo em matéria de educação, nomeadamente na colocação de professores e acusa-o de brincar com a vida destes profissionais: "O Sr. Ministro não acha que o Sr. Ministro da Educação chumbou rotundamente ao nível da sua responsabilidade na educação?". Exige ainda a divulgação da lista de colocação de professores através da bolsa de contratação.
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PEV questiona Governo sobre falta de condições da Escola EB23 e Secundária de Oliveira de Frades
O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar “Os Verdes”, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Justiça,sobre a falta de condições da Escola EB23 e Secundária de Oliveira de Frades para acolher alunos do 1º Ciclo.
Pergunta:
Neste ano letivo foram encerradas centenas de escolas públicas pelo país, sobretudo no interior, a juntar aos milhares que fecharam as portas na última década. De um modo geral, os intervenientes diretos, alunos, pais, professores e autarquias locais não têm sido ouvidos neste processo, o que o torna mais desfasado da realidade e alicerçado, por vezes, em critérios pouco transparentes e em argumentação falaciosa.
Entre os argumentos mais comuns que são utilizados para justificar o encerramento das escolas, estão as melhores condições da escola de acolhimento e a maior interação que uma escola com mais alunos poderá proporcionar. Ora, no concelho de Oliveira de Frades, têm vindo a fechar escolas do primeiro ciclo, por opções políticas locais e/ou nacionais, sem que as escolas de acolhimento, nalguns casos, apresentem melhores condições.
Desde que a Escola Básica Integrada de Oliveira de Frades encerrou, tendo por objetivo a construção do edifício do futuro Centro Escolar, que irá absorver os alunos do concelho, à exceção das freguesias de Ribeiradio e Arcozelo das Maias, que algumas turmas do primeiro ciclo andam com a “casa às costas”. Depois de passarem pela Biblioteca Municipal, as aulas do 4.º ano estão agora a decorrer na Escola EB23 e Secundária de Oliveira de Frades, intervencionada recentemente pela Parque Escolar, E.P.E. Face à diversidade etária existente na escola, as crianças do primeiro ciclo (4º ano) estão circunscritas a um espaço confinado por uma “barreira humana” (três auxiliares) de forma a impedir a sua interação com os alunos mais velhos.
Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito à S. Exa. A Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo, a seguinte Pergunta, para que o Ministério da Educação e Ciência me possa prestar os seguintes esclarecimentos:
1- O Ministério da Educação e Ciência (MEC) tem conhecimento que três turmas do 4º ano de escolaridade estão “alojadas” na Escola EB23 e Secundária de Oliveira de Frades?
2- Estava previsto, aquando da intervenção pela Parque Escolar, que a Escola EB23 e Secundária de Oliveira de Frades acolhesse os alunos do 1º ciclo?
3- Esta escola apresenta as condições desejáveis para acolher as três turmas do 4º ano de escolaridade?
4- O MEC ouviu os intervenientes, nomeadamente o município, aquando da decisão de encerramento das escolas neste ano letivo?
5- Os auxiliares que se encontram a desempenhar funções de apoio ao 4º ano, são funcionários do ministério, município ou desempregados no âmbito de “Contratos de Emprego – Inserção”?
O Grupo Parlamentar “Os Verdes”,
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
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www.osverdes.pt
Lisboa, 9 de Outubro de 2014
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Heloísa Apolónia - colocação de professores, concursos e educação - agendamento do PEV
Heloísa Apolónia faz a sua intervenção inicial no debate de atualidade sobre a trapalhada da colocação de professores: " O Governo desestabiliza toda a comunidade educativa, desrespeitando despudoradamente os professores, brincando inqualificavelmente com o sucesso educativo dos alunos, desorientando inadmissivelmente a vida dos pais". Acusa o MEC de, ao contrário do que disse, votar ao abandono os professores que foram colocados através da bolsa de contratação e pede indemnização para os professores lesados, a divulgação pública das listas de contratação e também a forma de compensação dos alunos que não tiveram aulas. "Se o MEC tivesse consciência da sua irresponsabilidade como governante...hoje não estaria aqui porque teria já pedido a sua demissão, porque não tem mais quaisquer condições para continuar"
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Heloísa Apolónia - educação e abertura do ano letivo
Heloísa Apolónia acusa o Governo de não promover boas condições de funcionamento nas escolas, o que tem reflexos negativos na aprendizagem das crianças: "É muito grave que cheguemos ao mês de Outubro e haja ainda tantos professores por colocar"
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Em defesa de uma educação pública de qualidade
Intervenção da deputada Heloísa Apolónia no âmbito da Petição - Em defesa de uma educação pública de qualidade
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Debate sobre a abertura do ano lectivo
Intervenção da Deputada Heloísa no Debate de Atualidade sobre a Abertura do Ano Letivo 2014/2015, com a presença do Ministro da Educação e Ciência
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25 anos de Lutas Ecologistas junto da Juventude - Ecolojovem exige que se cumpram os direitos que a Revolução de Abril consagrou na Constituição da República Portuguesa
No ano em que se comemoram os 40 anos da Revolução de Abril, a Ecolojovem - «Os Verdes» assinalou também os seus 25 anos de lutas ecologistas junto da Juventude, no acampamento que este ano se realizou no distrito de Beja, sob o lema “As Portas que Abril abriu à Ecologia”, de 27 a 31 de Agosto.
Neste acampamento, os Jovens Ecologistas debateram e refletiram sobre a importância da Revolução de Abril, as suas conquistas e as alterações e progressos que trouxe à nossa sociedade, assim como a importância dos valores e dos princípios ecologistas.
À semelhança do resto do país, também no distrito de Beja a desertificação humana é crescente. Os jovens que ficam debatem-se com dificuldades no acesso ao Ensino Secundário e Superior, quer seja pela falta de transportes públicos, valor das propinas ou pelo custo dos manuais escolares. Dificuldades que levam muitos jovens a abandonar o sistema de ensino, situação que se vai agravar, com os cortes anunciados recentemente no Orçamento de Estado para 2015 para o Ensino Superior.
Também o desemprego e a precariedade atingem os jovens que vivem no distrito, fruto de toda a falta de investimento na região, que tem levado a que pequenas e médias empresas não queiram ali investir.
Segundo dados revelados hoje pelo Eurostat, cerca de 30% dos jovens portugueses entre os 20 e os 24 anos estão em risco de pobreza. O estudo revela ainda que, em Portugal, 31,3% dos jovens entre os 15 e os 34 anos, que não estão a estudar, encontram-se desempregados.
Perante estes recentes dados, a Ecolojovem - «Os Verdes» assume que vai continuar a lutar contra esta lógica de ataques aos valores de Abril e exige que o Governo cumpra e respeite a Constituição da República Portuguesa e que assuma o seu papel de promotor de qualidade de vida, pois esta situação não é inevitável e pode ser alterada.
A Juventude Ecologista reafirma que os jovens têm um papel fundamental na afirmação e concretização dos valores de Abril e na luta por um mundo mais justo, equilibrado e fraterno. Valores e lutas que há 25 anos a Juventude Ecologista bem conhece e tem promovido junto dos jovens. Têm sido 25 anos de intervenção ecologista junto dos jovens no sentido da defesa e afirmação dos seus direitos, na defesa do património natural e cultural do nosso país.
A Ecolojovem - «Os Verdes» vai continuar a agir por um mundo melhor, pois acreditamos que é possível a mudança!
O Partido Ecologista “Os Verdes”
(T: 21 396 03 08/21 396 02 91; Fax: 21 396 04 24; Email: pev@osverdes.pt ou osverdes@gmail.com)
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes” - TM: 917 462 769
Lisboa, 2 de Setembro de 2014
JOVENS ECOLOGISTAS CONDENAM MAIS CORTES NO ENSINO SUPERIOR
O Ministério da Educação e da Ciência, a 14 de agosto deste ano, anunciou um corte de 1,5% no Orçamento de Estado de 2015 para o Ensino Superior.
Mais uma vez, o Governo prova estar contra políticas socialmente corretas cortando ainda mais o apoio ao Ensino Superior, fazendo com que aumentem as propinas e consequentemente as dificuldades de continuidade dos estabelecimentos de ensino superior.
Os sucessivos governos PS, PSD e CDS têm afrontado os estudantes e jovens do país com políticas que põem em risco a sua subsistência e o seu futuro, obrigando-os e às suas famílias a suportar os encargos acrescidos com a sua formação e educação. São estes jovens formados que muitas vezes têm que procurar soluções no estrangeiro, sendo forçados a emigrar, deixando para trás as suas vidas, e, deste modo, exporta-se o investimento que o país fez, perdendo-se as gerações que mais formações possuem.
No ano em que se comemoram os 40 anos do 25 de Abril, este corte é uma afronta aos direitos conquistados com a Revolução dos Cravos, por imensos jovens e jovens estudantes, incluindo a constituição de 1976 que refere que "É garantida a liberdade de aprender e ensinar." (Artigo 43º) ou "O Estado promove a democratização da educação e as demais condições para que a educação, realizada através da escola e de outros meios formativos, contribua para a igualdade de oportunidades, a superação das desigualdades económicas, sociais e culturais, o desenvolvimento da personalidade e do espírito de tolerância, de compreensão mútua, de solidariedade e de responsabilidade, para o progresso social e para a participação democrática na vida coletiva." (Artigo 73º).
Deste modo, a Ecolojovem - Os Verdes, vem manifestar o seu total desagrado com a apresentação de mais este corte que afeta, direta ou indiretamente todos os estudantes do Ensino Superior em Portugal, e condena aquilo que é mais uma provocação à liberdade dos jovens e ao desenvolvimento pleno no seu país.
O Partido Ecologista “Os Verdes”
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Lisboa, 26 de Agosto de 2014
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