Juventude do Partido Ecologista «Os Verdes» - Jovens a Pensar Global e a Agir Local -
Acampamento pela Paz - Avis 2013
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O PEV considera que quem chumbou no exame foi Nuno Crato!
O Partido Ecologista “Os Verdes” considera que os comentários do Ministro da Educação aos resultados dos exames de matemática e de português do 6º e 9º anos, não passam de um exercício de mera hipocrisia, nomeadamente quando este refere que é necessário “atuar” e tomar medidas urgentes para melhorar o sucesso nestas áreas.
“Os Verdes” consideram ainda que a descida da média nestes exames resulta das medidas tomadas pelo próprio Nuno Crato, medidas que têm vindo a degradar cada vez mais a escola pública e as condições de aprendizagem dos estudantes, nomeadamente com o aumento do número de alunos por turma. Condições ainda agravadas pela degradação da situação social das famílias gerada pelo Governo PSD/CDS que Nuno Crato integra.
Por outro lado, “Os Verdes” não podem também deixar de estar atentos e sensíveis aos alertas das próprias associações da área que denunciaram o facto de os exames não estarem devidamente elaborados para o nível de ensino a que se destinavam.
Por todas estas razões, “Os Verdes” consideram que, nestes exames, quem foi chumbado, mais uma vez, foi o Ministro da Educação e o Governo.
O Partido Ecologista “Os Verdes”,
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
www.osverdes.pt
Lisboa, 16 de Julho de 2013
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Partido Ecologista «Os Verdes» apresenta moção de censura ao Governo
12 de julho de 2013 - Heloísa Apolónia, no debate sobre o estado da nação, anuncia a apresentação de uma moção de censura ao Governo: "Porque este Governo se revelou um problema enormíssimo para o país, porque este Governo apodreceu a vida política em Portugal, porque este Governo acabou, Os Verdes apresentarão uma moção de censura ao Governo, que será discutida neste Parlamento, Parlamento cuja maioria não representa mais a população portuguesa"
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Conclusões do Conselho Nacional do Partido Ecologista “Os Verdes”
O Conselho Nacional do Partido Ecologista “Os Verdes” reuniu hoje em Santarém com vista a debater a situação política e a fazer o balanço de dois anos de Governo PSD/CDS, bem como uma avaliação das visitas feitas na região.
Da reunião, destacamos os seguintes pontos:
1. O Conselho Nacional do PEV constata que dois anos de Governo PSD/CDS permitem ver o rotundo falhanço das suas políticas e das suas opções.
Os Portugueses andam há dois anos a sofrer as consequências dos erros sucessivamente cometidos nas previsões macroeconómicas do Governo. Dois anos a sofrer os efeitos recessivos das suas políticas.
Dois anos a assistir ao aumento galopante do desemprego, à degradação do nível de vida das famílias e ao aumento da pobreza e da exclusão social.
As famílias portuguesas andam há dois anos a levar com sacríficos, com cortes nos salários e nas pensões, com cortes nas prestações sociais, com uma carga fiscal insustentável, com cortes nos direitos e a divida pública não para de aumentar e a recessão continua a agravar-se.
Como indicam as previsões da OCDE, a nossa economia terá uma recessão mais profunda este ano e vai crescer menos em 2014 que o esperado pelo Governo.
Os números do desemprego atingem valores verdadeiramente dramáticos. O desemprego jovem oficial chegou aos 42,5%, se falarmos do desemprego real chegamos a valores que ultrapassam os 50%. Ou seja, metade dos jovens em Portugal, não têm emprego.
Isto sem considerar os milhares de jovens que estão à procura do primeiro emprego, e sem considerar os milhares que se viram forçados a emigrar.
Segundo dados do INE, o Governo obrigou 120 mil portugueses a procurar emprego no estrangeiro, apenas no último ano.
O saldo migratório do ano passado, regressou a níveis dos anos 80, sendo um dos mais negativos em 33 anos.
Em matéria de emprego, aquilo que o Governo tem feito é transformar a precarização do trabalho em regra e multiplicar o desemprego, promovendo o despedimento na Administração Pública e fomentando o despedimento no setor privado.
Em dois anos de Governo PSD/CDS, o nosso património coletivo encolheu, com a privatização de importantes empresas para a nossa economia e que para além de prestarem um serviço público de qualidade aos cidadãos, ainda davam receitas para o Estado.
Dois anos, durante os quais, as medidas tomadas na área do ambiente só visaram garantir os certos interesses económicos, nomeadamente através da privatização de sectores estruturantes nesta área, e não garantir a resolução dos problemas ambientais existentes e uma gestão cautelosa dos recursos naturais e o desenvolvimento do País. A falta de atenção que tem sido dada pelo Governo à questão e ao cumprimento da Lei do Amianto, os passos que foram dados no sentido de privatizar a água e os resíduos ou a politica do Governo em matéria de transportes, a manutenção do Programa Nacional de Barragens, nomeadamente da criminosa barragem de Foz Tua, a estratégia para a Floresta que abre portas largas à eucaliptização, a estratégia para o mar, que passa ao lado dos grandes desafios deste seculo, são exemplos gritantes de dois anos de politicas que estão a contribui muito para o agravamento do estado do ambiente para a degradação dos recursos naturais.
O acesso à saúde é cada vez mais difícil. Os Portugueses estão mais pobres e tendencialmente mais doentes e com menos capacidade para irem aos serviços de saúde. Há milhares de doentes em Portugal que deixam de ter acesso aos cuidados de saúde por motivos económicos e cada vez mais as pessoas deixam de comprar medicamentos porque não têm dinheiro para os adquirir.
O Relatório da Primavera do Observatório Português do Sistema de Saúde alerta para um país em sofrimento, com indícios de racionamento que está a dificultar o acesso dos portugueses a cuidados de saúde.
Por outro lado, assistimos a um crescente abandono escolar no ensino superior por motivos económicos, sem paralelo na nossa história democrática.
Dois anos de Governo PSD/CDS, que prometeram mundos e fundos, foram dois anos de sacríficos em vão, de cortes nos salários e nas pensões, de perda de direitos, de aumento brutal de impostos, de inconstitucionalidades, de privatizações, de empobrecimento da nossa democracia, de agravamento das desigualdades sociais, de fragilização dos serviços públicos, de alastramento da pobreza e da exclusão social, de desemprego, de uma clara demissão do Governo relativamente às Funções Sociais do Estado e às questões ambientais, de falências de empresas, de aumento da dívida pública e do agravamento da recessão.
Face à avaliação que é feita, “Os Verdes” consideram que se tornou um imperativo proceder à mudança de políticas, que este governo já mostrou não conseguir protagonizar. Sendo assim, a solução terá de passar pela demissão deste Governo e pela convocação de eleições antecipadas.
2. “Os Verdes” manifestam a sua solidariedade com a justa luta levada a cabo pelos professores em defesa da escola pública e de qualidade. Uma luta que demonstrou ao País que os professores continuam a constituir uma classe de referência, ao não se intimidarem e mostrarem a sua dignidade, perante um Governo que tudo fez para intimidar os professores, pelo autoritarismo imposto ao tentar coartar o legítimo e democrático direito à greve.
Por fim, “Os Verdes” apelam a todos para se mobilizarem e participarem nos protestos convocados pelas Associações Sindicais, nomeadamente a participação na greve geral convocada para o próximo dia 27 de Junho.
3. “Os Verdes” realizaram ontem visitas e reuniões na região, subordinadas ao tema da agricultura, sector fundamental para a criação de riqueza e emprego e para a sustentabilidade ecológica do território neste Distrito a uma horta biológica de um produtor do PROVE, com organizações da CNA no Ribatejo, com a CAP e com a União dos Sindicatos.
Em vésperas de aprovação de uma nova Reforma da Política Agrícola Comum (agendada para 24 e 25), perante um panorama negro na agricultura portuguesa que padece de um grave défice na balança agrícola (estimado em 3.700 milhões de euros), perda de soberania alimentar, abandono de terras e desemprego, esta região encontra-se sob ameaças concretas com o desligamento da produção e a redução de apoios diretos (1º Pilar) a algumas fileiras (como o arroz – antevê-se um corte de 75%! -, fundamental no vale do Sorraia, e o tomate), e a perda, que se prevê, de 14% nas verbas alocadas ao Desenvolvimento Rural (2º Pilar) a nível nacional enquanto outros países (que são já dos que mais recebem, como a França!) verão as suas verbas aumentar! Esta reforma continua a privilegiar os grandes produtores e a produção intensiva, que recebem quase 90% das ajudas, e despreza os pequenos e médios agricultores e a aposta numa agricultura ambientalmente mais sustentável com a redução das verbas para as medidas agro-ambientais e a sua modelação à imagem dos países do norte da europa desconsiderando as realidades mediterrânicas do montado, olival e os arrozais.
“Os Verdes” exigirão a entrada em vigor dos protocolos com as associações encarregues de receber as candidaturas ao próximo quadro comunitário a tempo e horas, denunciando que existem já atrasos nesta matéria podendo atrasar investimentos fundamentais.
Num sector que tem contribuído diretamente para o aumento do desemprego líquido no Distrito, tendo a Agricultura diminuído 16% do seu peso entre 2000 e 2010, é fundamental evitar a desregulamentação, apostar no investimento, recusar as injustiças da PAC e moralizar o mercado, neste momento nas mãos das grandes superfícies que exercem uma pressão para a baixa nos preços do produtor que, juntamente com as medidas fiscais e o aumento do preço dos fatores de produção, estrangulam a atividade que tem potencialidades que tardam em ser aproveitadas.
O Conselho Nacional de “Os Verdes”
Santarém, 22 de Junho de 2013
Tempo de Antena - «Os Verdes» AFIRMAM: BASTA DE AUSTERIDADE!!!
OS PORTUGUESES NÃO QUEREM MAIS AUSTERIDADE, ESTE GOVERNO TEM DE CAIR!!!
Com intervenções do deputado do PEV à Assembleia da República, José Luís Ferreira, de vários candidatos do PEV nas listas da CDU e de militantes e activistas do PEV.
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15 de Junho - «Os Verdes» em Rio Tinto em Defesa da Escola Pública
15 de Junho de 2013
Rio Tinto
O Partido Ecologista «Os Verdes» continua nas ruas com a distribuição do documento em Defesa da Escola Pública
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19 de Junho no Parlamento - “Os Verdes” querem combate ao desemprego jovem
No quadro do seu agendamento potestativo, “Os Verdes” entregaram na Assembleia da República um Projeto de Resolução que procede a um conjunto de recomendações ao Governo com vista a combater o desemprego juvenil, uma iniciativa legislativa que será discutida no Parlamento na próxima quarta-feira, dia 19 de Junho.
São dramáticos os atuais números do desemprego, nomeadamente do desemprego jovem. Segundo os últimos dados do Eurostat, divulgados no final de Maio, o desemprego jovem oficial atingiu, em Portugal, os 42,5%, ou seja, quase metade dos jovens não tem emprego.
Os níveis de desemprego, nomeadamente, do desemprego jovem têm repercussões gravosas não apenas a curto prazo, mas também a médio e longo prazo. Num relatório recente a OIT refere a existência de uma relação direta entre o aumento da taxa de desemprego jovem e a diminuição subsequente da taxa de frequência do ensino superior. O desemprego jovem, designadamente dos mais qualificados, pode constituir um motor de desvalorização do ensino. Se conjugarmos isto com o acentuado desemprego de jovens qualificados existente em Portugal e com o desinvestimento brutal que o Governo está a fazer na educação em Portugal, percebe-se qual o futuro que o Governo determina a este nível para o país!
O PEV considera ainda que não pode ser ignorada a profunda precarização do trabalho que é hoje oferecida aos jovens, que vislumbram um futuro a saltitar entre uma situação de emprego a curto prazo e de desemprego, sabendo o que tudo isso comporta ao nível da insegurança na vida, da não obtenção de autonomia, de grande vulnerabilidade e de adiamento de projetos de vida, ou até de constituição de família. Verifica-se, ainda, que o período médio de procura de emprego sobe, que as situações de desemprego são mais prolongadas, que a transição do ensino para o trabalho é mais longa e que a insegurança é o que se oferece aos jovens!
“Os Verdes” estão convictos de que a luta contra o desemprego é a prioridade nacional; convictos que o desemprego jovem, em particular, requer uma urgentíssima pro-atividade no seu combate; convictos que não é possível combater o desemprego sem criar as condições necessárias para a redinamização económica do país e, no sentido de contribuir para a procura de soluções, apresentam o presente Projeto de Resolução, discutido em plenário no próximo dia 19 de Junho.
Projeto de Resolução de “Os Verdes”, cuja nota justificativa detalha a motivação do PEV para apresentação desta proposta aqui
O Grupo Parlamentar “Os Verdes”
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
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Lisboa, 17 de Junho de 2013
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Ecolojovem - «Os Verdes» condenam a acção do Governo Turco e estão solidários com o Povo Turco
A Ecolojovem - «Os Verdes» manifesta aqui a sua solidariedade com o Povo e com o seu legítimo direito à manifestação, e condena o brutal comportamento das forças policiais e da posição do seu governo. Comportamento este, que causou até ao dia de hoje diversos mortos e milhares de feridos, e que tem desenvolvido uma repressão excessiva e desmedida sobre o povo turco.
A Ecolojovem está solidária com o legítimo e pacífico protesto dos manifestantes turcos, contra o abate de árvores centenárias e contra a destruição do parque Gezi, na Praça Taksim, uma das poucas zonas verdes do coração histórico de Istambul. Destruição esta, com o único propósito da construção de mais uma grande superfície comercial, indesejada pela população.
O Governo Turco exerceu, desde o inicio dos protestos e manifestações, uma repressão desmesurada sobre os manifestantes, tanto em Istambul, como em outras cidades. O direito ao protesto e à manifestação foi vedado violentamente, num estado que se diz de direito.
Após dias de ameaças, esta semana o Primeiro Ministro Turco decidiu ordenar a evacuação do Parque Gezi, não cumprindo os prazos determinados. Sob ordem do Primeiro Ministro, a policia atacou os ocupantes do parque de forma violentíssima. A policia prende advogados e médicos e qualquer pessoa que tende dar ajuda aos ocupantes feridos. Todos os acessos à Praça Taksim estão bloqueadas pela polícia e quem tentar aceder à Praça será identificado como terrorista.
Os direitos humanos fundamentais dos cidadãos Turcos estão a ser violados.
Por isso, a Ecolojovem condena a acção do Governo Turco e o seu autoritarismo. A Ecolojovem apela ao Governo Turco que cesse a repressão sobre o povo turco, e apela ao Governo Português e aos partidos portugueses, que declarem que condenam a violência na Turquia, contra o povo.
A Ecolojovem apoia e está ao lado dos Jovens Verdes Turcos, Genç Yeşiller, na sua luta pacifica contra a destruição do parque e contra a repressão sobre o povo turco.
(fonte: The Big Picture, por Tolga Bozoglu/EPA)
Ecolojovem - «Os Verdes» participa na AG da FYEG
17 a 21 de Maio de 2013
A Ecolojovem-«Os Verdes» participou na AG da Federação de Jovens Verdes Europeus (FYEG), que teve lugar em Mechelen, Bélgica.
A delegação de jovens ecologistas foi composta por Paulo Sousa e Tânia Simões
5 de Junho - Em defesa da Escola Pública passa por Coimbra
O Coletivo Regional do Porto do Partido Ecologista «Os Verdes» esteve no passado dia 5 de Junho, em Coimbra, numa ação de rua em defesa da escola pública
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Intervenção de Cláudia Madeira no lançamento da Juventude CDU
Apresentação JCDU
Lisboa, Rossio – 05/06/2013
Cláudia Madeira
Boa tarde a todos
Bem-vindos a esta iniciativa de apresentação
da Juventude CDU, onde a JCP, a Ecolojovem – “Os
Verdes” e milhares de jovens se revêem, e onde encontramos um espaço de
confluência, de conjugação de entendimento e de esforços, de esforços que são necessários
para a mudança que precisamos.
A JCDU tem
sido uma voz activa na construção de uma sociedade melhor, com melhores
condições de vida para os jovens, onde os jovens tenham os seus direitos,
liberdades e garantias assegurados.
Este ano teremos eleições autárquicas. Vamos
votar para os órgãos autárquicos – câmaras, assembleias municipais e
freguesias, que são uma conquista do 25 de Abril, que trouxe o desenvolvimento
dos concelhos e das freguesias e contribuiu para a qualidade de vida das
populações.
Até isso, este governo PSD/CDS-PP atacou.
Atacou o Poder Local Democrático ao extinguir cerca de 1200 freguesias, sem um
único argumento válido, contribuindo para a diminuição da participação e da democracia
e acabando com serviços essenciais às populações.
Mas os ataques não ficam por aqui.
Os problemas e anseios da juventude são
transversais a diversas áreas da sociedade, como o emprego, o ensino, a
habitação, a cultura, o desporto, o associativismo, os transportes, o ambiente
e a qualidade de vida.
E todas estas áreas, sem excepção, têm sido
alvos preferenciais das políticas dos sucessivos governos e particularmente do
actual governo PSD/CDS-PP, que investe em medidas brutais que conduzem a
juventude à pobreza, à instabilidade, à dificuldade em realizar os seus sonhos
e aspirações e em organizar a sua vida.
O desemprego não pára de aumentar. A
precariedade afecta muitos milhares, e outros tantos são empurrados para a
emigração.
No Ensino, os custos são cada vez mais
elevados, a juntar ao aumento do custo de vida. As propinas aumentam e as
bolsas são reduzidas. A Acção Social Escolar é insuficiente.
Tem havido um verdadeiro desinvestimento na
área da cultura e do desporto, sendo um privilégio apenas daqueles que podem
pagar.
A falta de apoio para a habitação faz com que
muitos jovens vejam impossibilitada a sua emancipação.
Os constantes ataques aos transportes
públicos, os brutais aumentos dos títulos de transporte e o corte dos passes
escolares retira aos jovens um direito tão fundamental como é o direito à
mobilidade.
O associativismo juvenil tem sido frequentemente
alvo de limitações, prejudicando a actividade e intervenção do movimento
associativo juvenil.
Isto é um exemplo daquilo que vivemos, e toda
esta situação arrasa as aspirações dos jovens, rouba o nosso presente e o nosso
futuro.
E tudo isto se passa enquanto os grandes
grupos económicos continuam a engordar.
Quando vão milhões para os bancos, tira-se à
educação, à saúde, ao desporto, à cultura tira-se a tudo o que é fundamental
para a população e a juventude portuguesa. Todos os nossos sacrifícios vão
directamente para os bolsos deles.
E se perguntarmos: isto tem que ser assim?
Não! Claro que não!
E a alternativa está aqui! E não aceitamos
mais nenhum ataque!
Estas
eleições autárquicas assumem um papel importante e decisivo, e
temos que penalizar os responsáveis pela situação que vivemos.
Ao votarmos CDU estamos a mostrar um cartão
vermelho ao PS, PSD e CDS-PP, tanto a nível local com nacional, e à troika, ao
mesmo tempo que lutamos por uma política autárquica ao serviço das populações e
da juventude.
Nos concelhos onde é maioria, a CDU, tem
provas dadas, porque não temos políticas diferentes na rua e depois quando
estamos eleitos. A nossa palavra é só uma e estamos do lado das pessoas.
A CDU, por
reconhecer a capacidade e importância dos jovens, tem integrado nas suas listas
vários candidatos jovens, para dar voz à juventude, a uma juventude que se
interessa e se preocupa.
A uma
juventude que não encara esta situação como uma inevitabilidade, mas sim como
uma situação que pode e deve ser alterada.
A acção da Juventude CDU é marcada pela dedicação,
pelo empenho e pelo compromisso em defesa de autarquias e de um país mais justo
e mais próximo de todos nós.
E, por isso, temos alternativas e temos
propostas. Consideramos urgente a aplicação de um conjunto de medidas para os
jovens, para que estes possam ter a qualidade de vida a que têm direito.
Estas medidas são:
- Criação de espaços de discussão e
participação juvenis
- Criação de equipamentos municipais para a juventude
- Apoio às iniciativas culturais e de lazer
- Criação de infra-estruturas e recintos para a prática desportiva, de acesso gratuito e universal;
- Promoção de políticas de incentivo para a fixação de empresas nos municípios, para a criação de emprego para os jovens;
- Promoção de programas de habitação a custos controlados e de reabilitação urbana;
- Instalação de gabinetes de apoio e atendimento juvenis orientados para a informação e encaminhamento em domínios como a cultura, saúde pública, saídas profissionais,
- Criação de equipamentos municipais para a juventude
- Apoio às iniciativas culturais e de lazer
- Criação de infra-estruturas e recintos para a prática desportiva, de acesso gratuito e universal;
- Promoção de políticas de incentivo para a fixação de empresas nos municípios, para a criação de emprego para os jovens;
- Promoção de programas de habitação a custos controlados e de reabilitação urbana;
- Instalação de gabinetes de apoio e atendimento juvenis orientados para a informação e encaminhamento em domínios como a cultura, saúde pública, saídas profissionais,
- Elaboração de projectos que contribuam para
a formação da consciência social e política das novas gerações e para a
promoção e afirmação dos valores da democracia, solidariedade, paz e
multiculturalidade;
- Promoção de políticas específicas para os
jovens trabalhadores das autarquias que valorizem as suas condições de trabalho
e estabilidade profissional.
Com estas medidas e com uma ruptura com as
políticas de direita é possível termos uma vida melhor!
Companheiros,
esta iniciativa de hoje é o primeiro de muitos passos que reafirmarão e
reforçarão o nosso empenho e a nossa vontade de concretizar, cada vez com mais
força e ânimo, este compromisso que nos une no projecto CDU, na verdadeira e
única alternativa de esquerda para a mudança necessária.
Não vamos deixar que as políticas de direita
conduzam a nossa vida para caminhos desastrosos
por isso
com a Juventude CDU
TOMA NAS TUAS MÃOS, O DESTINO DA TUA VIDA!
7 de Junho – Viseu - “Os Verdes” continuam ações em defesa da escola pública
O Partido Ecologista «Os Verdes» continua na rua, para a realização de mais ações em defesa da escola pública. Nesta iniciativa, os ecologistas farão a distribuição de documentação sobre a matéria em causa e realizarão contactos com a população da cidade de Viseu, denunciando os ataques das políticas que estão a ser implementadas e apresentando as propostas do PEV.
Calendário
6ª feira – 7 de Junho
16.00h – Central de Camionagem de Viseu
O documento do PEV, distribuído nesta iniciativa, pode ser consultado aqui
O Partido Ecologista “Os Verdes”
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
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Lisboa, 6 de Junho de 2013
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7 de Junho – Vila Real - “Os Verdes” continuam ações em defesa da escola pública
O Partido Ecologista «Os Verdes» continua na rua, para a realização de mais ações em defesa da escola pública. Nesta iniciativa, os ecologistas farão a distribuição de documentação sobre a matéria em causa e realizarão contactos com a população de Vila Real, nomeadamente com a comunidade estudantil, denunciando os ataques das políticas que estão a ser implementadas e apresentando as propostas do PEV.
Calendário
6ª feira – 7 de Junho
12.30h – Campus da UTAD (junto à cantina)
O documento do PEV, distribuído nesta iniciativa, pode ser consultado aqui
O Partido Ecologista “Os Verdes”
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
(T: 213919 642 - F: 213 917 424 – TM: 917 462 769 - imprensa.verdes@pev.parlamento.pt)
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Lisboa, 6 de Junho de 2013
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