Ecolojovem - «Os Verdes» participa na AG da FYEG


17 a 21 de Maio de 2013
A Ecolojovem-«Os Verdes» participou na AG da Federação de Jovens Verdes Europeus (FYEG), que teve lugar em Mechelen, Bélgica.
A delegação de jovens ecologistas foi composta por Paulo Sousa e Tânia Simões













5 de Junho - Em defesa da Escola Pública passa por Coimbra

O Coletivo Regional do Porto do Partido Ecologista «Os Verdes» esteve no passado dia 5 de Junho, em Coimbra, numa ação de rua em defesa da escola pública




Intervenção de Cláudia Madeira no lançamento da Juventude CDU

Apresentação JCDU
Lisboa, Rossio – 05/06/2013
Cláudia Madeira

Boa tarde a todos

Bem-vindos a esta iniciativa de apresentação da Juventude CDU, onde a JCP, a Ecolojovem – “Os Verdes” e milhares de jovens se revêem, e onde encontramos um espaço de confluência, de conjugação de entendimento e de esforços, de esforços que são necessários para a mudança que precisamos.

A JCDU tem sido uma voz activa na construção de uma sociedade melhor, com melhores condições de vida para os jovens, onde os jovens tenham os seus direitos, liberdades e garantias assegurados.
Este ano teremos eleições autárquicas. Vamos votar para os órgãos autárquicos – câmaras, assembleias municipais e freguesias, que são uma conquista do 25 de Abril, que trouxe o desenvolvimento dos concelhos e das freguesias e contribuiu para a qualidade de vida das populações.

Até isso, este governo PSD/CDS-PP atacou. Atacou o Poder Local Democrático ao extinguir cerca de 1200 freguesias, sem um único argumento válido, contribuindo para a diminuição da participação e da democracia e acabando com serviços essenciais às populações.

Mas os ataques não ficam por aqui.
Os problemas e anseios da juventude são transversais a diversas áreas da sociedade, como o emprego, o ensino, a habitação, a cultura, o desporto, o associativismo, os transportes, o ambiente e a qualidade de vida.
E todas estas áreas, sem excepção, têm sido alvos preferenciais das políticas dos sucessivos governos e particularmente do actual governo PSD/CDS-PP, que investe em medidas brutais que conduzem a juventude à pobreza, à instabilidade, à dificuldade em realizar os seus sonhos e aspirações e em organizar a sua vida.
O desemprego não pára de aumentar. A precariedade afecta muitos milhares, e outros tantos são empurrados para a emigração.
No Ensino, os custos são cada vez mais elevados, a juntar ao aumento do custo de vida. As propinas aumentam e as bolsas são reduzidas. A Acção Social Escolar é insuficiente.
Tem havido um verdadeiro desinvestimento na área da cultura e do desporto, sendo um privilégio apenas daqueles que podem pagar.
A falta de apoio para a habitação faz com que muitos jovens vejam impossibilitada a sua emancipação.
Os constantes ataques aos transportes públicos, os brutais aumentos dos títulos de transporte e o corte dos passes escolares retira aos jovens um direito tão fundamental como é o direito à mobilidade.
O associativismo juvenil tem sido frequentemente alvo de limitações, prejudicando a actividade e intervenção do movimento associativo juvenil.

Isto é um exemplo daquilo que vivemos, e toda esta situação arrasa as aspirações dos jovens, rouba o nosso presente e o nosso futuro.

E tudo isto se passa enquanto os grandes grupos económicos continuam a engordar.

Quando vão milhões para os bancos, tira-se à educação, à saúde, ao desporto, à cultura tira-se a tudo o que é fundamental para a população e a juventude portuguesa. Todos os nossos sacrifícios vão directamente para os bolsos deles.

E se perguntarmos: isto tem que ser assim?
Não! Claro que não!
E a alternativa está aqui! E não aceitamos mais nenhum ataque!

Estas eleições autárquicas assumem um papel importante e decisivo, e temos que penalizar os responsáveis pela situação que vivemos.

Ao votarmos CDU estamos a mostrar um cartão vermelho ao PS, PSD e CDS-PP, tanto a nível local com nacional, e à troika, ao mesmo tempo que lutamos por uma política autárquica ao serviço das populações e da juventude.

Nos concelhos onde é maioria, a CDU, tem provas dadas, porque não temos políticas diferentes na rua e depois quando estamos eleitos. A nossa palavra é só uma e estamos do lado das pessoas.
A CDU, por reconhecer a capacidade e importância dos jovens, tem integrado nas suas listas vários candidatos jovens, para dar voz à juventude, a uma juventude que se interessa e se preocupa.
A uma juventude que não encara esta situação como uma inevitabilidade, mas sim como uma situação que pode e deve ser alterada.

A acção da Juventude CDU é marcada pela dedicação, pelo empenho e pelo compromisso em defesa de autarquias e de um país mais justo e mais próximo de todos nós.

E, por isso, temos alternativas e temos propostas. Consideramos urgente a aplicação de um conjunto de medidas para os jovens, para que estes possam ter a qualidade de vida a que têm direito.
Estas medidas são:
- Criação de espaços de discussão e participação juvenis
- Criação de equipamentos municipais para a juventude
- Apoio às iniciativas culturais e de lazer
- Criação de infra-estruturas e recintos para a prática desportiva, de acesso gratuito e universal;
- Promoção de políticas de incentivo para a fixação de empresas nos municípios, para a criação de emprego para os jovens;
- Promoção de programas de habitação a custos controlados e de reabilitação urbana;
- Instalação de gabinetes de apoio e atendimento juvenis orientados para a informação e encaminhamento em domínios como a cultura, saúde pública, saídas profissionais,
- Elaboração de projectos que contribuam para a formação da consciência social e política das novas gerações e para a promoção e afirmação dos valores da democracia, solidariedade, paz e multiculturalidade;
- Promoção de políticas específicas para os jovens trabalhadores das autarquias que valorizem as suas condições de trabalho e estabilidade profissional.

Com estas medidas e com uma ruptura com as políticas de direita é possível termos uma vida melhor!

Companheiros, esta iniciativa de hoje é o primeiro de muitos passos que reafirmarão e reforçarão o nosso empenho e a nossa vontade de concretizar, cada vez com mais força e ânimo, este compromisso que nos une no projecto CDU, na verdadeira e única alternativa de esquerda para a mudança necessária.

Não vamos deixar que as políticas de direita conduzam a nossa vida para caminhos desastrosos
por isso
com a Juventude CDU

TOMA NAS TUAS MÃOS, O DESTINO DA TUA VIDA!

Lançamento da Juventude CDU

5 de Junho
Praça do Rossio






7 de Junho – Viseu - “Os Verdes” continuam ações em defesa da escola pública


O Partido Ecologista «Os Verdes» continua na rua, para a realização de mais ações em defesa da escola pública. Nesta iniciativa, os ecologistas farão a distribuição de documentação sobre a matéria em causa e realizarão contactos com a população da cidade de Viseu, denunciando os ataques das políticas que estão a ser implementadas e apresentando as propostas do PEV. 
   
Calendário  
   
6ª feira – 7 de Junho  
16.00h – Central de Camionagem de Viseu  

O documento do PEV, distribuído nesta iniciativa, pode ser consultado aqui  

O Partido Ecologista “Os Verdes”
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
www.osverdes.pt
Lisboa, 6 de Junho de 2013

7 de Junho – Vila Real - “Os Verdes” continuam ações em defesa da escola pública


O Partido Ecologista «Os Verdes» continua na rua, para a realização de mais ações em defesa da escola pública. Nesta iniciativa, os ecologistas farão a distribuição de documentação sobre a matéria em causa e realizarão contactos com a população de Vila Real, nomeadamente com a comunidade estudantil, denunciando os ataques das políticas que estão a ser implementadas e apresentando as propostas do PEV.

Calendário  
   
6ª feira – 7 de Junho
12.30h – Campus da UTAD (junto à cantina)

O documento do PEV, distribuído nesta iniciativa, pode ser consultado aqui

O Partido Ecologista “Os Verdes”
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
(T: 213919 642 - F: 213 917 424 – TM: 917 462 769 -  imprensa.verdes@pev.parlamento.pt)
www.osverdes.pt
Lisboa, 6 de Junho de 2013

6 de Junho – Braga e Guimarães - “Os Verdes” continuam ações em defesa da escola pública


O Coletivo Regional de Braga do Partido Ecologista «Os Verdes» está na rua, para a realização de mais ações em defesa da escola pública. Nesta iniciativa, os ecologistas farão a distribuição de documentação sobre a matéria em causa e realizarão contactos com a população das cidades de Braga e Guimarães, nomeadamente com a comunidade estudantil, denunciando os ataques das políticas que estão a ser implementadas e apresentando as propostas do PEV.   
Calendário  
   
5ª feira – 6 de Junho
11.00h – Entrada da Universidade do Minho, Pólo de Braga (entrada da Rua Nova Santa Cruz)
12.45h – Entrada principal da Universidade do Minho, Pólo de Guimarães

O documento do PEV, distribuído nesta iniciativa, pode ser consultado aqui

O Partido Ecologista “Os Verdes”
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
www.osverdes.pt
Lisboa, 5 de Junho de 2013

5 de Junho - Coimbra - “Os Verdes” continuam ações em defesa da escola pública

O Partido Ecologista «Os Verdes» continua na rua, para a realização de mais ações em defesa da escola pública. Nesta iniciativa, os ecologistas farão a distribuição de documentação sobre a matéria em causa e realizarão contactos com a população da cidade de Coimbra, nomeadamente com a comunidade estudantil, denunciando os ataques das políticas que estão a ser implementadas e apresentando as propostas do PEV. 
   
Calendário  
   
4ª feira – 5 de Junho
13.00h – junto às escadas monumentais, Coimbra

O documento do PEV, distribuído nesta iniciativa, pode ser consultado aqui

O Partido Ecologista “Os Verdes”
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
www.osverdes.pt
Lisboa, 4 de Junho de 2013

Iniciativa de lançamento da Juventude CDU para as Eleições Autárquicas 2013 - A juventude não aguenta mais estas políticas de direita!!!

Junta-te a nós, na próxima quarta - feira, dia 5 de Maio, na Praça D. João da Câmara (em frente à estação do Rossio) - 18:00 horas


Destruição da escola pública, fim do passe escolar, constantes aumentos dos custos para estudar, baixos salários, precariedade, desemprego, emigração forçada, “encerramento” da cultura, destruição do associativismo juvenil… são realidades transversais à juventude portuguesa que arrasam as suas aspirações, o seu presente e futuro e que assombram o desenvolvimento do país.
Não há progresso nem desenvolvimento económico sem a garantia de direitos: sem educação pública para todos, sem trabalho com direitos, sem aumento dos salários, sem cultura e associativismo.
O que este Governo e estas políticas estão a fazer é optar por empurrar a maioria da população para a fome, a miséria e o obscurantismo e servir os interesses de quem já tem muito!

Dá-se milhões aos bancos, tira-se milhões à educação!
Dá-se milhões aos bancos, privatiza-se a saúde, a água e qualquer dia o ar!
Dá-se milhões aos bancos, retira-se apoios à cultura!
Dá-se milhões aos bancos, destrói-se a produção nacional, aumenta o desemprego e ainda cortam nos subsídios!
Dá-se milhões aos bancos, estes fazem ainda mais milhões e todos nós pagamos os juros do dinheiro que lhes foi entregue!

FORA COM ESTE GOVERNO, COM ESTAS POLÍTICAS E COM AS TROIKAS!

Nas escolas, nas empresas e nas ruas o povo português, em particular a juventude, tem lutado contra estas políticas e este Governo. Não há dia que passe em que este governo não roube a cada um de nós e enquanto houver um jovem que deixe de ir à escola por não ter dinheiro, um jovem que tenha que emigrar por não ter trabalho no nosso país, uma criança que passe fome porque os seus pais não têm o que lhe dar, todos os dias têm que ser dias de luta! Só a luta dos trabalhadores e da juventude pode alterar o rumo que o país leva.

No final do ano de 2013 vão-se realizar as eleições autárquicas. Vamos votar para o Poder Local Democrático (que se organiza em câmaras e assembleias municipais e freguesias), uma conquista do 25 de Abril que abriu portas para o desenvolvimento dos concelhos e freguesias e contribuiu para o bem-estar das populações. Este governo PSD/CDS-PP também atacou o Poder Local Democrático extinguindo centenas de freguesias por razões meramente económicas, contribuindo para a diminuição da participação e democracia e acabando com serviços essenciais às populações.

Nas próximas eleições autárquicas, o voto é arma do povo. Com o voto na CDU chumbamos a troika nacional (PS, PSD e CDS-PP) e a troika estrangeira (FMI, BCE e EU), lutamos por uma política autárquica ao serviço das populações e da juventude. A CDU, nos concelhos onde é maioria, tem provas dadas: deu-se um desenvolvimento ímpar de infra-estruturas colectivas nas áreas da cultura, do desporto e da habitação social, assim como outros projectos de animação e de desenvolvimento, numa aposta de apoio e estímulo ao movimento associativo, nomeadamente o associativismo juvenil e estudantil.

Medidas para a juventude:

· Criação de espaços de discussão e participação juvenis, como por exemplo fóruns ou festivais municipais da juventude, com a intervenção dos jovens, nomeadamente através das Associações Juvenis e de estudantes, formais e não formais, que permitam o envolvimento dos jovens na definição das políticas locais para a juventude;
· Criação de equipamentos municipais para a juventude, como as casas municipais da juventude, bibliotecas, etc;
· Apoiar as iniciativas culturais dos jovens (bandas, grupos de teatro, artistas, etc.) e de lazer através de espaços de criação, divulgação cultural e de promoção dos novos valores;
· Criação de infra-estruturas e recintos para a prática desportiva, de acesso gratuito e universal;
· Promoção de políticas de incentivo para a fixação de empresas nos municípios, para a criação de emprego para os jovens;
· Promover programas de habitação a custos controlados e de reabilitação urbana;
· A instalação de gabinetes de apoio e atendimento juvenis orientados para a informação e encaminhamento em domínios como a cultura, saúde pública, saídas profissionais, etc.;
· A elaboração de projectos que contribuam, pelo seu conteúdo, para a formação da consciência social e política das novas gerações e para a promoção e afirmação dos valores da democracia, solidariedade, paz e multiculturalidade;
· Promoção de políticas específicas para os jovens trabalhadores das autarquias que valorizem as suas condições de trabalho e estabilidade profissional.

TOMA NAS TUAS MÃOS OS DESTINOS DA TUA VIDA, junta-te à luta pelos direitos dos jovens, junta-te à Juventude CDU!

Aveiro - Pólo da Universidade de Aveiro - «Os Verdes» em defesa da Escola Pública

3 de Maio
O Partido Ecologista «Os Verdes» continua na rua, para a realização de mais ações em defesa da escola pública. Nesta iniciativa, os ecologistas farão a distribuição de documentação sobre a matéria em causa e realizarão contactos com a população da cidade de Aveiro denunciando os ataques das políticas que estão a ser implementadas e apresentando as propostas do PEV.




3 de Junho - Aveiro - “Os Verdes” continuam ações em defesa da escola pública

O Partido Ecologista «Os Verdes» continua na rua, para a realização de mais ações em defesa da escola pública. Nesta iniciativa, os ecologistas farão a distribuição de documentação sobre a matéria em causa e realizarão contactos com a população da cidade de Aveiro denunciando os ataques das políticas que estão a ser implementadas e apresentando as propostas do PEV. 
   
Calendário  
   
2ª feira – 3 de Junho
13.00h – Pólo da Universidade de Aveiro

O documento do PEV, distribuído nesta iniciativa, pode ser consultado aqui

O Partido Ecologista “Os Verdes”
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
www.osverdes.pt
Lisboa, 31 de Maio de 2013

Ecolojovem-«Os Verdes» participa no XIII Encontro Nacional de Juventude

Entre 23 e 26 de Maio decorreu no Porto o XIII Encontro Nacional de Juventude.
Este evento foi organizado pelo Conselho Nacional de Juventude, e a Ecolojovem esteve representada por 3 dirigentes nacionais, Salomé Paupério, Filipe Gomes e Tiago Veloso








Lançamento do Comité Nacional Preparatório do 18º FMJE


18 de Maio de 2013
A Ecolojovem - «Os Verdes» integra o Comité Nacional Preparatório do 18º Festival da Juventude e dos Estudantes
A iniciativa de lançamento do Comité teve lugar no passado sábado, em Lisboa




Apelo à Juventude Portuguesa para a participação no 18º Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes

7 a 13 de Dezembro – Quito, Equador

Ao longo dos tempos, a juventude desempenhou um papel fundamental no processo de transformação social e no caminho do progresso. Assumiu-se como força importante na luta anti-imperialista por um mundo de paz, democracia, respeito pelos direitos humanos e pela soberania dos povos. Lutou, luta e continuará a lutar pelo direito de todos ao trabalho com direitos, à saúde, à educação, à cultura e ao desporto.

Por todo mundo, a juventude enfrenta o Imperialismo e o seu rasto de guerra, exploração e ataque aos mais fundamentais direitos da humanidade.

Também em Portugal a juventude luta por um país melhor, soberano, democrático e justo. Os direitos conquistados pela Revolução de Abril estão hoje, mais que nunca, a ser atacados por Governos ao serviço do grande capital. A escalada imperialista tem esta expressão no nosso país, negando um futuro e um presente dignos aos jovens, para manter a acumulação capitalista nas mãos de alguns poderosos. Mas os jovens, os trabalhadores e os povos lutam e resistem, assumem como seus, na sua vida, os valores que o povo conquistou em Abril, não abrem mão do que se conseguiu a pulso. Valores como a paz, a educação, a saúde, a cultura, a liberdade, o trabalho com direitos, o desporto, e o ambiente são fundamentais, e os jovens do nosso país exigem que estes façam parte da sua vida, que se cumpra Abril!

Será munida desta força e dos valores de Abril que a juventude portuguesa participará no 18º Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes (FMJE), que se realizará de 7 a 13 de Dezembro no Equador.

Os Festivais, que se realizam desde 1947, são o maior acontecimento à escala internacional de luta pela Paz, pela solidariedade entre os povos e pelos direitos da juventude, tendo juntado na última edição, realizada em 2010 na África do Sul, mais de 15 mil jovens oriundos de 126 países. Em todo o mundo, a juventude estará profundamente envolvida na preparação do 18º FMJE, pela necessidade crescente de derrotar o imperialismo, que cada vez mais oprime os jovens atacando os seus direitos, explora os recursos do planeta e destrói o futuro. 

Em muitos países e também no Equador, os trabalhadores, o povo e a juventude estão a tomar nas suas mãos os destinos das suas vidas, a realizar políticas progressistas e de carácter anti-imperialista. Este Festival será também uma oportunidade para trocar experiências entre realidades muito diferentes dos vários países, onde poderemos aprender nomeadamente com as importantes transformações sociais em curso no Equador e na América Latina, sendo ainda uma demonstração internacional de solidariedade para com esses processos.

O Comité Nacional Preparatório português apela aos estudantes e aos jovens portugueses que se envolvam na preparação e realização do 18º Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes. A Juventude portuguesa está convidada! De 7 a 13 de Dezembro, todos os caminhos da luta da juventude vão dar ao Equador, onde vamos afirmar os valores de Abril e demonstrar com toda a confiança “A Juventude unida contra o Imperialismo, por um mundo de paz, solidariedade e transformação social!”

O Comité Nacional Preparatório Português do 18º Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes

Projecto de Resolução do PEV - Constituição da República Portuguesa nas escolas


Escola Secundária Jorge peixinho - Montijo - “Os Verdes” questionam Governo sobre degradação das instalações e atraso nas obras



A Deputada Heloísa Apolónia, do Grupo Parlamentar “Os Verdes”, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Educação, sobre asinstalações profundamente degradadas da Escola Secundária Jorge Peixinho, no Montijo, e o atraso nas obras de requalificação deste estabelecimento de ensino.
   
PERGUNTA:

A situação em que se encontra a escola secundária Jorge Peixinho, no Montijo, é absolutamente inadmissível e pode-se afirmar que interfere diretamente nas aprendizagens e no sucesso e segurança escolares.

Numa deslocação, que o Grupo Parlamentar Os Verdes fez a este estabelecimento de ensino, foi possível confirmar tudo quanto nos tinha sido relatado, designadamente pela Associação de Pais (a qual tem procurado entrar em contacto com o Ministério da Educação, obtendo sempre um silêncio revoltante por parte do mesmo).

Esta escola tem instalações profundamente degradadas (e mais degradadas de ano para ano). Estas condições determinaram que fosse elegível para obras de requalificação pela Parque Escolar. A previsão das obras era de 9 meses para a 1ª fase e de 7 meses para a 2ª fase, tendo a escola feito um conjunto muito significativo de alterações de funcionamento, para se adaptar no período de realização das obras, as quais em pleno decurso do ano letivo é, como é fácil de imaginar, bastante perturbadora. Essas adaptações envolveram, entre outras coisas, a instalação de monoblocos (contentores metálicos), a reorganização de espaços (interiores e exteriores), bem como a alteração da entrada principal da escola (deslocalizando-a provisoriamente para a estrada principal – mais perigosa por aceder diretamente a um passeio estreito, berma de uma estrada com tráfego considerável).

Ocorre que todos os prazos para a finalização das obras foram já largamente ultrapassados: a 1ª fase era para estar concluída em Novembro de 2011 e a 2ª fase era para ter tido conclusão em Julho de 2012. Esta calendarização levaria a que no ano de 2012/2013 (o ano letivo em curso) a escola estivesse já a funcionar com as obras concluídas e em boas condições. Esta derrapagem de prazos, segundo fomos informados, decorre de um diferendo entre a Parque Escolar (dono da obra) e o empreiteiro, onde a primeira alega necessidade de cobrança de multas pelo atraso das obras e o segundo acusa a primeira de atrasos de pagamento, tendo, entretanto, entrado em insolvência em Julho de 2012.

A par deste diferendo empresarial, os 20 monoblocos custam 7.350€ por mês, há ares condicionados e persianas nestes contentores que estão avariados, há salas no edifício velho onde, em dias de chuva, se colhe a água a balde, há pontos de luz e calhas de iluminação onde se infiltra água, chove no bar dos alunos, há zonas de recreio absolutamente degradas, a entrada provisoriamente principal continua no acesso de maior risco. Conclusão, com o início das obras, todos os problemas de degradação de espaço se mantêm, o novo edifício está quase completo à frente dos alunos e professores sem que a ele possam ter acesso, a biblioteca foi transferida para o novo edifício, estando os livros todos retidos num espaço fechado, onde os alunos não têm possibilidade de se dirigir, tendo, com efeito, tudo piorado, em termos de vida e gestão diária do espaço escolar. Ter a noção de que aquele transtorno volumoso se daria por não mais de 16 a 18 meses, era uma coisa. Perceber, entretanto, que no ano letivo em que tudo deveria ter entrado numa normalidade de funcionamento, com novas instalações, o caos se mantém, é outra coisa bem diferente. E ter a visão de que, em breve, se iniciará novo ano letivo nas mesmas condições, é já aquilo que se pode designar de dramático.

Nas instalações novas estão por finalizar os trabalhos relativos ao sistema AVAC e, eventualmente, mais um ou outro pormenor. Mas há outros problemas associados, como, por exemplo, o mobiliário para o anfiteatro, cujos concursos não foram realizados, devido a cortes de verbas na educação, demonstrando-se, assim, que conseguem paralisar e tornar ineficientes estruturas muito importantes para boas condições de aprendizagem dos alunos. De que serve um anfiteatro magnífico só com paredes? Esta situação, aqui brevemente descrita, tem legitimamente desnorteado toda a comunidade escolar que já não aguenta mais estas condições de funcionamento. Entretanto, a escola e a associação de pais têm procurado sensibilizar e obter respostas por parte do Ministério da
Educação, sem qualquer sucesso, na medida em que não conseguem obter qualquer resposta desta estrutura governamental, o que nos parece incompreensível.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Exa A Presidente da Assembleia da República que remeta a presente Pergunta ao Ministério da Educação, de modo a que me seja prestada a seguinte informação:

1.Que conhecimento tem o ministério da Educação sobre as condições em que funciona a escola Jorge Peixinho, no Montijo?
2.Já se dirigiu, algum representante desse Ministério, à escola referida, de modo a observar e a relatar a gravidade das suas condições de funcionamento?
3.Sobre o diferendo entre a Parque Escolar e o empreiteiro, que informações atualizadas tem o Ministério da Educação?
4.E que intervenção ou diligências desenvolveu o Ministério em relação a esse diferendo, de modo a salvaguardar o superior interesse dos alunos e da comunidade escolar em geral?
5.A primeira fase da obra deveria estar concluída em Novembro de 2011. Por que razão falharam tão longamente esses prazos?
6.O que falta, exata e pormenorizadamente, concluir na obra de requalificação desta escola, para que seja assinado o auto de receção pela Parque Escolar?
7.Qual o valor / custo desses trabalhos que faltam concluir?
8.Face à situação de desespero desta comunidade escolar, é fundamental perguntar qual a previsão do Governo para que os alunos possam começar a usufruir do espaço já requalificado?
9.O Ministério da Educação conhece os perigos acima relatados, decorrentes do estado de degradação da escola, designadamente das infiltrações e sua relação com a instalação elétrica?
10.Foi feita alguma aferição das situações de risco na escola Jorge Peixinho?
11.Confirma, esse Ministério, o custo mensal (7.350 euros) dos monoblocos (contentores) onde os alunos têm aulas sem condições?

O Grupo Parlamentar “Os Verdes”,
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
www.osverdes.pt
Lisboa, 16 de Maio de 2013