6 de Junho – Braga e Guimarães - “Os Verdes” continuam ações em defesa da escola pública


O Coletivo Regional de Braga do Partido Ecologista «Os Verdes» está na rua, para a realização de mais ações em defesa da escola pública. Nesta iniciativa, os ecologistas farão a distribuição de documentação sobre a matéria em causa e realizarão contactos com a população das cidades de Braga e Guimarães, nomeadamente com a comunidade estudantil, denunciando os ataques das políticas que estão a ser implementadas e apresentando as propostas do PEV.   
Calendário  
   
5ª feira – 6 de Junho
11.00h – Entrada da Universidade do Minho, Pólo de Braga (entrada da Rua Nova Santa Cruz)
12.45h – Entrada principal da Universidade do Minho, Pólo de Guimarães

O documento do PEV, distribuído nesta iniciativa, pode ser consultado aqui

O Partido Ecologista “Os Verdes”
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
www.osverdes.pt
Lisboa, 5 de Junho de 2013

5 de Junho - Coimbra - “Os Verdes” continuam ações em defesa da escola pública

O Partido Ecologista «Os Verdes» continua na rua, para a realização de mais ações em defesa da escola pública. Nesta iniciativa, os ecologistas farão a distribuição de documentação sobre a matéria em causa e realizarão contactos com a população da cidade de Coimbra, nomeadamente com a comunidade estudantil, denunciando os ataques das políticas que estão a ser implementadas e apresentando as propostas do PEV. 
   
Calendário  
   
4ª feira – 5 de Junho
13.00h – junto às escadas monumentais, Coimbra

O documento do PEV, distribuído nesta iniciativa, pode ser consultado aqui

O Partido Ecologista “Os Verdes”
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
www.osverdes.pt
Lisboa, 4 de Junho de 2013

Iniciativa de lançamento da Juventude CDU para as Eleições Autárquicas 2013 - A juventude não aguenta mais estas políticas de direita!!!

Junta-te a nós, na próxima quarta - feira, dia 5 de Maio, na Praça D. João da Câmara (em frente à estação do Rossio) - 18:00 horas


Destruição da escola pública, fim do passe escolar, constantes aumentos dos custos para estudar, baixos salários, precariedade, desemprego, emigração forçada, “encerramento” da cultura, destruição do associativismo juvenil… são realidades transversais à juventude portuguesa que arrasam as suas aspirações, o seu presente e futuro e que assombram o desenvolvimento do país.
Não há progresso nem desenvolvimento económico sem a garantia de direitos: sem educação pública para todos, sem trabalho com direitos, sem aumento dos salários, sem cultura e associativismo.
O que este Governo e estas políticas estão a fazer é optar por empurrar a maioria da população para a fome, a miséria e o obscurantismo e servir os interesses de quem já tem muito!

Dá-se milhões aos bancos, tira-se milhões à educação!
Dá-se milhões aos bancos, privatiza-se a saúde, a água e qualquer dia o ar!
Dá-se milhões aos bancos, retira-se apoios à cultura!
Dá-se milhões aos bancos, destrói-se a produção nacional, aumenta o desemprego e ainda cortam nos subsídios!
Dá-se milhões aos bancos, estes fazem ainda mais milhões e todos nós pagamos os juros do dinheiro que lhes foi entregue!

FORA COM ESTE GOVERNO, COM ESTAS POLÍTICAS E COM AS TROIKAS!

Nas escolas, nas empresas e nas ruas o povo português, em particular a juventude, tem lutado contra estas políticas e este Governo. Não há dia que passe em que este governo não roube a cada um de nós e enquanto houver um jovem que deixe de ir à escola por não ter dinheiro, um jovem que tenha que emigrar por não ter trabalho no nosso país, uma criança que passe fome porque os seus pais não têm o que lhe dar, todos os dias têm que ser dias de luta! Só a luta dos trabalhadores e da juventude pode alterar o rumo que o país leva.

No final do ano de 2013 vão-se realizar as eleições autárquicas. Vamos votar para o Poder Local Democrático (que se organiza em câmaras e assembleias municipais e freguesias), uma conquista do 25 de Abril que abriu portas para o desenvolvimento dos concelhos e freguesias e contribuiu para o bem-estar das populações. Este governo PSD/CDS-PP também atacou o Poder Local Democrático extinguindo centenas de freguesias por razões meramente económicas, contribuindo para a diminuição da participação e democracia e acabando com serviços essenciais às populações.

Nas próximas eleições autárquicas, o voto é arma do povo. Com o voto na CDU chumbamos a troika nacional (PS, PSD e CDS-PP) e a troika estrangeira (FMI, BCE e EU), lutamos por uma política autárquica ao serviço das populações e da juventude. A CDU, nos concelhos onde é maioria, tem provas dadas: deu-se um desenvolvimento ímpar de infra-estruturas colectivas nas áreas da cultura, do desporto e da habitação social, assim como outros projectos de animação e de desenvolvimento, numa aposta de apoio e estímulo ao movimento associativo, nomeadamente o associativismo juvenil e estudantil.

Medidas para a juventude:

· Criação de espaços de discussão e participação juvenis, como por exemplo fóruns ou festivais municipais da juventude, com a intervenção dos jovens, nomeadamente através das Associações Juvenis e de estudantes, formais e não formais, que permitam o envolvimento dos jovens na definição das políticas locais para a juventude;
· Criação de equipamentos municipais para a juventude, como as casas municipais da juventude, bibliotecas, etc;
· Apoiar as iniciativas culturais dos jovens (bandas, grupos de teatro, artistas, etc.) e de lazer através de espaços de criação, divulgação cultural e de promoção dos novos valores;
· Criação de infra-estruturas e recintos para a prática desportiva, de acesso gratuito e universal;
· Promoção de políticas de incentivo para a fixação de empresas nos municípios, para a criação de emprego para os jovens;
· Promover programas de habitação a custos controlados e de reabilitação urbana;
· A instalação de gabinetes de apoio e atendimento juvenis orientados para a informação e encaminhamento em domínios como a cultura, saúde pública, saídas profissionais, etc.;
· A elaboração de projectos que contribuam, pelo seu conteúdo, para a formação da consciência social e política das novas gerações e para a promoção e afirmação dos valores da democracia, solidariedade, paz e multiculturalidade;
· Promoção de políticas específicas para os jovens trabalhadores das autarquias que valorizem as suas condições de trabalho e estabilidade profissional.

TOMA NAS TUAS MÃOS OS DESTINOS DA TUA VIDA, junta-te à luta pelos direitos dos jovens, junta-te à Juventude CDU!

Aveiro - Pólo da Universidade de Aveiro - «Os Verdes» em defesa da Escola Pública

3 de Maio
O Partido Ecologista «Os Verdes» continua na rua, para a realização de mais ações em defesa da escola pública. Nesta iniciativa, os ecologistas farão a distribuição de documentação sobre a matéria em causa e realizarão contactos com a população da cidade de Aveiro denunciando os ataques das políticas que estão a ser implementadas e apresentando as propostas do PEV.




3 de Junho - Aveiro - “Os Verdes” continuam ações em defesa da escola pública

O Partido Ecologista «Os Verdes» continua na rua, para a realização de mais ações em defesa da escola pública. Nesta iniciativa, os ecologistas farão a distribuição de documentação sobre a matéria em causa e realizarão contactos com a população da cidade de Aveiro denunciando os ataques das políticas que estão a ser implementadas e apresentando as propostas do PEV. 
   
Calendário  
   
2ª feira – 3 de Junho
13.00h – Pólo da Universidade de Aveiro

O documento do PEV, distribuído nesta iniciativa, pode ser consultado aqui

O Partido Ecologista “Os Verdes”
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
www.osverdes.pt
Lisboa, 31 de Maio de 2013

Ecolojovem-«Os Verdes» participa no XIII Encontro Nacional de Juventude

Entre 23 e 26 de Maio decorreu no Porto o XIII Encontro Nacional de Juventude.
Este evento foi organizado pelo Conselho Nacional de Juventude, e a Ecolojovem esteve representada por 3 dirigentes nacionais, Salomé Paupério, Filipe Gomes e Tiago Veloso








Lançamento do Comité Nacional Preparatório do 18º FMJE


18 de Maio de 2013
A Ecolojovem - «Os Verdes» integra o Comité Nacional Preparatório do 18º Festival da Juventude e dos Estudantes
A iniciativa de lançamento do Comité teve lugar no passado sábado, em Lisboa




Apelo à Juventude Portuguesa para a participação no 18º Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes

7 a 13 de Dezembro – Quito, Equador

Ao longo dos tempos, a juventude desempenhou um papel fundamental no processo de transformação social e no caminho do progresso. Assumiu-se como força importante na luta anti-imperialista por um mundo de paz, democracia, respeito pelos direitos humanos e pela soberania dos povos. Lutou, luta e continuará a lutar pelo direito de todos ao trabalho com direitos, à saúde, à educação, à cultura e ao desporto.

Por todo mundo, a juventude enfrenta o Imperialismo e o seu rasto de guerra, exploração e ataque aos mais fundamentais direitos da humanidade.

Também em Portugal a juventude luta por um país melhor, soberano, democrático e justo. Os direitos conquistados pela Revolução de Abril estão hoje, mais que nunca, a ser atacados por Governos ao serviço do grande capital. A escalada imperialista tem esta expressão no nosso país, negando um futuro e um presente dignos aos jovens, para manter a acumulação capitalista nas mãos de alguns poderosos. Mas os jovens, os trabalhadores e os povos lutam e resistem, assumem como seus, na sua vida, os valores que o povo conquistou em Abril, não abrem mão do que se conseguiu a pulso. Valores como a paz, a educação, a saúde, a cultura, a liberdade, o trabalho com direitos, o desporto, e o ambiente são fundamentais, e os jovens do nosso país exigem que estes façam parte da sua vida, que se cumpra Abril!

Será munida desta força e dos valores de Abril que a juventude portuguesa participará no 18º Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes (FMJE), que se realizará de 7 a 13 de Dezembro no Equador.

Os Festivais, que se realizam desde 1947, são o maior acontecimento à escala internacional de luta pela Paz, pela solidariedade entre os povos e pelos direitos da juventude, tendo juntado na última edição, realizada em 2010 na África do Sul, mais de 15 mil jovens oriundos de 126 países. Em todo o mundo, a juventude estará profundamente envolvida na preparação do 18º FMJE, pela necessidade crescente de derrotar o imperialismo, que cada vez mais oprime os jovens atacando os seus direitos, explora os recursos do planeta e destrói o futuro. 

Em muitos países e também no Equador, os trabalhadores, o povo e a juventude estão a tomar nas suas mãos os destinos das suas vidas, a realizar políticas progressistas e de carácter anti-imperialista. Este Festival será também uma oportunidade para trocar experiências entre realidades muito diferentes dos vários países, onde poderemos aprender nomeadamente com as importantes transformações sociais em curso no Equador e na América Latina, sendo ainda uma demonstração internacional de solidariedade para com esses processos.

O Comité Nacional Preparatório português apela aos estudantes e aos jovens portugueses que se envolvam na preparação e realização do 18º Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes. A Juventude portuguesa está convidada! De 7 a 13 de Dezembro, todos os caminhos da luta da juventude vão dar ao Equador, onde vamos afirmar os valores de Abril e demonstrar com toda a confiança “A Juventude unida contra o Imperialismo, por um mundo de paz, solidariedade e transformação social!”

O Comité Nacional Preparatório Português do 18º Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes

Projecto de Resolução do PEV - Constituição da República Portuguesa nas escolas


Escola Secundária Jorge peixinho - Montijo - “Os Verdes” questionam Governo sobre degradação das instalações e atraso nas obras



A Deputada Heloísa Apolónia, do Grupo Parlamentar “Os Verdes”, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Educação, sobre asinstalações profundamente degradadas da Escola Secundária Jorge Peixinho, no Montijo, e o atraso nas obras de requalificação deste estabelecimento de ensino.
   
PERGUNTA:

A situação em que se encontra a escola secundária Jorge Peixinho, no Montijo, é absolutamente inadmissível e pode-se afirmar que interfere diretamente nas aprendizagens e no sucesso e segurança escolares.

Numa deslocação, que o Grupo Parlamentar Os Verdes fez a este estabelecimento de ensino, foi possível confirmar tudo quanto nos tinha sido relatado, designadamente pela Associação de Pais (a qual tem procurado entrar em contacto com o Ministério da Educação, obtendo sempre um silêncio revoltante por parte do mesmo).

Esta escola tem instalações profundamente degradadas (e mais degradadas de ano para ano). Estas condições determinaram que fosse elegível para obras de requalificação pela Parque Escolar. A previsão das obras era de 9 meses para a 1ª fase e de 7 meses para a 2ª fase, tendo a escola feito um conjunto muito significativo de alterações de funcionamento, para se adaptar no período de realização das obras, as quais em pleno decurso do ano letivo é, como é fácil de imaginar, bastante perturbadora. Essas adaptações envolveram, entre outras coisas, a instalação de monoblocos (contentores metálicos), a reorganização de espaços (interiores e exteriores), bem como a alteração da entrada principal da escola (deslocalizando-a provisoriamente para a estrada principal – mais perigosa por aceder diretamente a um passeio estreito, berma de uma estrada com tráfego considerável).

Ocorre que todos os prazos para a finalização das obras foram já largamente ultrapassados: a 1ª fase era para estar concluída em Novembro de 2011 e a 2ª fase era para ter tido conclusão em Julho de 2012. Esta calendarização levaria a que no ano de 2012/2013 (o ano letivo em curso) a escola estivesse já a funcionar com as obras concluídas e em boas condições. Esta derrapagem de prazos, segundo fomos informados, decorre de um diferendo entre a Parque Escolar (dono da obra) e o empreiteiro, onde a primeira alega necessidade de cobrança de multas pelo atraso das obras e o segundo acusa a primeira de atrasos de pagamento, tendo, entretanto, entrado em insolvência em Julho de 2012.

A par deste diferendo empresarial, os 20 monoblocos custam 7.350€ por mês, há ares condicionados e persianas nestes contentores que estão avariados, há salas no edifício velho onde, em dias de chuva, se colhe a água a balde, há pontos de luz e calhas de iluminação onde se infiltra água, chove no bar dos alunos, há zonas de recreio absolutamente degradas, a entrada provisoriamente principal continua no acesso de maior risco. Conclusão, com o início das obras, todos os problemas de degradação de espaço se mantêm, o novo edifício está quase completo à frente dos alunos e professores sem que a ele possam ter acesso, a biblioteca foi transferida para o novo edifício, estando os livros todos retidos num espaço fechado, onde os alunos não têm possibilidade de se dirigir, tendo, com efeito, tudo piorado, em termos de vida e gestão diária do espaço escolar. Ter a noção de que aquele transtorno volumoso se daria por não mais de 16 a 18 meses, era uma coisa. Perceber, entretanto, que no ano letivo em que tudo deveria ter entrado numa normalidade de funcionamento, com novas instalações, o caos se mantém, é outra coisa bem diferente. E ter a visão de que, em breve, se iniciará novo ano letivo nas mesmas condições, é já aquilo que se pode designar de dramático.

Nas instalações novas estão por finalizar os trabalhos relativos ao sistema AVAC e, eventualmente, mais um ou outro pormenor. Mas há outros problemas associados, como, por exemplo, o mobiliário para o anfiteatro, cujos concursos não foram realizados, devido a cortes de verbas na educação, demonstrando-se, assim, que conseguem paralisar e tornar ineficientes estruturas muito importantes para boas condições de aprendizagem dos alunos. De que serve um anfiteatro magnífico só com paredes? Esta situação, aqui brevemente descrita, tem legitimamente desnorteado toda a comunidade escolar que já não aguenta mais estas condições de funcionamento. Entretanto, a escola e a associação de pais têm procurado sensibilizar e obter respostas por parte do Ministério da
Educação, sem qualquer sucesso, na medida em que não conseguem obter qualquer resposta desta estrutura governamental, o que nos parece incompreensível.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Exa A Presidente da Assembleia da República que remeta a presente Pergunta ao Ministério da Educação, de modo a que me seja prestada a seguinte informação:

1.Que conhecimento tem o ministério da Educação sobre as condições em que funciona a escola Jorge Peixinho, no Montijo?
2.Já se dirigiu, algum representante desse Ministério, à escola referida, de modo a observar e a relatar a gravidade das suas condições de funcionamento?
3.Sobre o diferendo entre a Parque Escolar e o empreiteiro, que informações atualizadas tem o Ministério da Educação?
4.E que intervenção ou diligências desenvolveu o Ministério em relação a esse diferendo, de modo a salvaguardar o superior interesse dos alunos e da comunidade escolar em geral?
5.A primeira fase da obra deveria estar concluída em Novembro de 2011. Por que razão falharam tão longamente esses prazos?
6.O que falta, exata e pormenorizadamente, concluir na obra de requalificação desta escola, para que seja assinado o auto de receção pela Parque Escolar?
7.Qual o valor / custo desses trabalhos que faltam concluir?
8.Face à situação de desespero desta comunidade escolar, é fundamental perguntar qual a previsão do Governo para que os alunos possam começar a usufruir do espaço já requalificado?
9.O Ministério da Educação conhece os perigos acima relatados, decorrentes do estado de degradação da escola, designadamente das infiltrações e sua relação com a instalação elétrica?
10.Foi feita alguma aferição das situações de risco na escola Jorge Peixinho?
11.Confirma, esse Ministério, o custo mensal (7.350 euros) dos monoblocos (contentores) onde os alunos têm aulas sem condições?

O Grupo Parlamentar “Os Verdes”,
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
www.osverdes.pt
Lisboa, 16 de Maio de 2013

Seixal - "Água e Direitos Humanos"

8 de Maio de 2013
Escola Secundária Manuel Cargaleiro, Seixal 
“Os Verdes” levam campanha “Contra a Privatização da Água” a Escola do Seixal - Amora


 A convite da Escola Secundária Manuel Cargaleiro (Amora, Seixal) que, no quadro do Ano Internacional da Cooperação pela Água, organiza diversas iniciativas, o Partido Ecologista “Os Verdes” realizou neste estabelecimento de ensino, uma sessão sobre o tema “Água e Direitos Humanos”.

“Os Verdes” querem estudo da Constituição da República Portuguesa na escolaridade obrigatória



Tal como anunciado na sessão solene do 25 de Abril, pela Deputada Heloísa Apolónia, “Os Verdes” apresentaram hoje na Assembleia da República um Projeto de Resolução que recomenda a divulgação e o estudo da Constituição da República Portuguesa (CRP) na escolaridade obrigatória.

A CRP é a Lei fundamental do país, à qual toda a arquitetura legal e todo o enquadramento jurídico e de decisão política têm que se submeter. Trata de matérias relevantíssimas, entre as quais dos princípios relativos ao nosso Estado democrático, aos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos, à organização do poder político, ou à estrutura dos órgãos de soberania, questões determinantes para a vida coletiva e concreta dos cidadãos, e também para o exercício do seu direito de participação.

No entanto, 37 anos depois da sua aprovação, a CRP é ainda desconhecida por muitos portugueses, no que se refere ao seu conteúdo real, sendo que muitos jovens terminam a sua escolaridade sem nunca terem abordado a Constituição.

O PEV considera que o conhecimento do conteúdo geral da CRP é um passo determinante para levar os cidadãos portugueses a ganhar consciência dos seus direitos e do seu Estado, levando-os, consequentemente, a consolidar o respeito e o desejo de preservação e de vivência dessas bases da democracia.

Para “Os Verdes”, o sistema de ensino, que deve constituir a fonte por excelência do conhecimento e do despertar do gosto pela busca do saber e para alimentar o desejo de participação, não deve continuar a deixar de fora a abordagem da CRP. É, portanto, com esse objetivo, que o PEV apresenta a presente iniciativa legislativa para que seja integrado, nos conteúdos curriculares do 3º ciclo do ensino básico e do ensino secundário, o estudo da Constituição da República Portuguesa. “Os Verdes” recomendam ainda que se disponibilize gratuitamente a todos os estudantes, do 3º ciclo do ensino básico e do ensino secundário, um exemplar da Constituição da República Portuguesa.

O Projeto de Resolução de “Os Verdes” será discutido na Assembleia da República no próximo dia 16 de Maio.

Consulte o Projeto de Resolução do PEV aqui

O Grupo Parlamentar “Os Verdes”
Lisboa, 3 de Maio de 2013

Lisboa - Desfile do 39º aniversário do 25 de Abril

25 de Abril de 2013
Lisboa 
O Partido Ecologista «Os Verdes» marcou presença no desfile do 39º aniversário do 25 de Abril 
O PEV reafirma: 25 de Abril, Sempre!!!






!!!O nosso país tem Abril na sua raiz!!!

Intervenção da Deputada de "Os Verdes", Heloísa Apolónia, proferida na Assembleia da República no 25 de Abril de 2013 - "...a canção de Abril é mais sábia e ditou, há muito tempo, que "o povo é quem mais ordena". Este país tem Abril na sua raíz. Abril é do povo e o povo ordenará que Abril vencerá"

Amanhã – 25 de Abril - Manifestações populares reafirmarão o não à troika e o sim a um país justo e desenvolvido



Assinalam-se amanhã os 39 anos do 25 de Abril de 1974, dia que marcou o fim de um regime sombrio que censurou os portugueses, que fez a guerra do ultramar, que semeou a miséria e a ignorância, que perseguiu, que reprimiu, que torturou. Ainda, o dia em que se concretizou o sonho de um povo inteiro, que ansiava por ser livre das amarras daquela que acabou por ser uma ditadura de quase meio século.

Num momento em que se assiste a um dos maiores ataques aos valores de Abril, um ataque encabeçado pelo atual governo PSD/CDS-PP, que põe em causa todas as conquistas da revolução dos cravos, o país volta a cantar bem alto a Grândola Vila Morena, numa forte afirmação de oposição à política de ataque aos princípios fundamentais da Constituição da República Portuguesa, que visou, em 1976, consolidar a construção de um país livre e desenvolvido, mais justo e mais fraterno.

“Os Verdes” apelam à participação dos portugueses nas comemorações do 25 de Abril, que amanhã decorrem por todo o País, nomeadamente no desfile popular que se realiza em Lisboa, na Av. da Liberdade, a partir das 15.00h, e também no Porto, às 14.00h, junto do Museu Militar, nos quais participarão dirigentes e ativistas do PEV. Será uma forma do povo lembrar ao Governo que há mais mundo para além da Troika, dos mercados e dos grandes grupos económicos e será também a oportunidade de relembrar os valores, os princípios de Abril e os direitos conquistados pelo povo.

O Partido Ecologista “Os Verdes”
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
www.osverdes.pt
Lisboa, 24 de Abril de 2013

Tempo de Antena do Partido Ecologista Os Verdes - Abril 2013

«OS VERDES» AFIRMAM: BASTA DE AUSTERIDADE!!!
OS PORTUGUESES NÃO QUEREM MAIS AUSTERIDADE, ESTE GOVERNO TEM DE CAIR!!!
Com intervenções dos deputados do PEV à Assembleia da República, José Luís Ferreira e Heloísa Apolónia, e do dirigente do PEV e cabeça de lista da CDU ao município de Santarém, Francisco Madeira Lopes.
VIVA O 25 DE ABRIL!!!