Juventude do Partido Ecologista «Os Verdes» - Jovens a Pensar Global e a Agir Local -
Intervenção da Deputada Heloísa Apolónia
Abertura do ano escolar para os ensinos básico e secundário e mudanças introduzidas com vista à melhoria do ensino
- Assembleia da República, 19 de Setembro de 2012 –
S.ª Presidente, Sr. Ministro, Sr.as e Srs. Deputados: De facto, começou o ano letivo num País que tem um dos ensinos mais caros da Europa para as famílias.
O mês de setembro é insuportável para a generalidade das famílias que têm crianças nas escolas, Sr. Ministro. E o Sr. Ministro devia saber isto! A situação do País está muito difícil, porque o Governo a tem agravado sobremaneira. Então, pergunta-se: como é que é possível, estando na mão do Governo a possibilidade de diminuir custos para as famílias relativamente aos materiais escolares, designadamente aos manuais escolares, o Governo não fazer nada?!
Há famílias que continuam a pagar 300, 400 e 500 euros, quando há mais de um filho, no mês de setembro — insuportavelmente! —, e o Governo fecha os olhos e não faz nada?! Não pode ser, Sr. Ministro! Venha cá dar respostas, porque este mês de setembro é crucial ao nível das brutais despesas que as famílias têm.
O Sr. Ministro, antes do início do ano letivo, não quis responder a algumas questões, mas espero que hoje esteja em condições de o fazer.
Afinal, Sr. Ministro, quantos professores ficaram com horário zero? E, por favor, não me venha falar de listas, fale-nos também os que ficaram na escola sem dar aulas. Quantos foram, Sr. Ministro?
Por outro lado, este ano letivo começa, de facto, com uma característica muito especial: menos auxiliares de educação, menos professores, mais alunos/turma, portanto, com todas as condições para ter menos sucesso.
E é também sobre o número de professores que queremos falar, Sr. Ministro. O Sr. Ministro não olhe só para aquilo que está dentro da escola. E, Sr. Ministro, mesmo dentro da escola, há muita coisa mal que o senhor não quer ver, mas a escola vai para além da escola.
Por exemplo, vamos aos centros a que os cidadãos não chamam de emprego mas, sim, centros de desemprego, onde vão cair os desempregados: só entre julho e agosto há mais 40% de professores desempregados que lá foram bater à porta, sendo que, no mês de setembro, prevê-se que o número venha a crescer brutalmente.
Afinal, Sr. Ministro, quantos professores contratados o senhor pôs na rua? O Sr. Ministro já está, seguramente, em condições de dizer. Falávamos aqui no número que a FENPROF avançava e o Sr. Ministro dizia: «não há nada disso, não nunca chegaremos a esse número», mas hoje o Sr. Ministro já tem os números, com certeza, para dar ao País e nós queremos saber quais são esses números.
Para finalizar, Sr. Ministro, não posso deixar de lhe colocar a questão dos psicólogos escolares.
Tantos psicólogos no desemprego e tantas escolas e tantos alunos a precisarem desses psicólogos nas escolas! E, os que estão nas escolas, quantos deles com contratos absolutamente precários, quando aquilo que fazem nas escolas são obviamente necessidades permanentes das escolas e dos alunos! Como, Sr. Ministro? Como é que isto não se consegue regularizar? Quantos psicólogos faltam nas escolas? Bem, isso não sei… Aliás, o Sr. Ministro não vai responder a isso e eu vou pôr a pergunta ao contrário, ou seja, quantos psicólogos, afinal, estão nas escolas?
O mês de setembro é insuportável para a generalidade das famílias que têm crianças nas escolas, Sr. Ministro. E o Sr. Ministro devia saber isto! A situação do País está muito difícil, porque o Governo a tem agravado sobremaneira. Então, pergunta-se: como é que é possível, estando na mão do Governo a possibilidade de diminuir custos para as famílias relativamente aos materiais escolares, designadamente aos manuais escolares, o Governo não fazer nada?!
Há famílias que continuam a pagar 300, 400 e 500 euros, quando há mais de um filho, no mês de setembro — insuportavelmente! —, e o Governo fecha os olhos e não faz nada?! Não pode ser, Sr. Ministro! Venha cá dar respostas, porque este mês de setembro é crucial ao nível das brutais despesas que as famílias têm.
O Sr. Ministro, antes do início do ano letivo, não quis responder a algumas questões, mas espero que hoje esteja em condições de o fazer.
Afinal, Sr. Ministro, quantos professores ficaram com horário zero? E, por favor, não me venha falar de listas, fale-nos também os que ficaram na escola sem dar aulas. Quantos foram, Sr. Ministro?
Por outro lado, este ano letivo começa, de facto, com uma característica muito especial: menos auxiliares de educação, menos professores, mais alunos/turma, portanto, com todas as condições para ter menos sucesso.
E é também sobre o número de professores que queremos falar, Sr. Ministro. O Sr. Ministro não olhe só para aquilo que está dentro da escola. E, Sr. Ministro, mesmo dentro da escola, há muita coisa mal que o senhor não quer ver, mas a escola vai para além da escola.
Por exemplo, vamos aos centros a que os cidadãos não chamam de emprego mas, sim, centros de desemprego, onde vão cair os desempregados: só entre julho e agosto há mais 40% de professores desempregados que lá foram bater à porta, sendo que, no mês de setembro, prevê-se que o número venha a crescer brutalmente.
Afinal, Sr. Ministro, quantos professores contratados o senhor pôs na rua? O Sr. Ministro já está, seguramente, em condições de dizer. Falávamos aqui no número que a FENPROF avançava e o Sr. Ministro dizia: «não há nada disso, não nunca chegaremos a esse número», mas hoje o Sr. Ministro já tem os números, com certeza, para dar ao País e nós queremos saber quais são esses números.
Para finalizar, Sr. Ministro, não posso deixar de lhe colocar a questão dos psicólogos escolares.
Tantos psicólogos no desemprego e tantas escolas e tantos alunos a precisarem desses psicólogos nas escolas! E, os que estão nas escolas, quantos deles com contratos absolutamente precários, quando aquilo que fazem nas escolas são obviamente necessidades permanentes das escolas e dos alunos! Como, Sr. Ministro? Como é que isto não se consegue regularizar? Quantos psicólogos faltam nas escolas? Bem, isso não sei… Aliás, o Sr. Ministro não vai responder a isso e eu vou pôr a pergunta ao contrário, ou seja, quantos psicólogos, afinal, estão nas escolas?
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Acampamento 2012 - Ecolojovem - Por uma Cultura de Juventude
A Ecolojovem, juventude do Partido Ecologista «Os Verdes», realizou o seu acampamento nos passados dias 22 a 26 de Agosto, nas cidades minhotas de Braga e Guimarães.
Este encontro de jovens ecologistas que teve como lema «Ecolojovem - Por uma Cultura de Juventude» desdobrou-se num conjunto de iniciativas, ao longo dos cinco dias, das quais destacamos a tertúlia com a dirigente nacional de «Os Verdes» Maria João Pacheco sobre o «Passado, Presente e Futuro da Ecolojovem», em que se procurou partilhar experiências passadas e encontrar caminhos para uma cada vez maior participação dos jovens na vida pública. Destaque também para o debate realizado num lugar público do centro da cidade de Braga, em que para além de algumas organizações e associações bracarenses convidadas para o mesmo, contou com o contributo do deputado ecologista José Luís Ferreira; um debate que se debruçou essencialmente sobre as questões da juventude e da cultura, tendo também como propósito uma análise da Capital Europeia da Juventude (CEJ) em Braga e da Capital Europeia da Cultura (CEC) em Guimarães.
Sendo a Ecolojovem - «Os Verdes» um espaço de diálogo, de reflexão e de acção realizou-se neste acampamento de cinco dias um conjunto de acções direccionadas para os jovens e para os problemas específicos da juventude e da cultura.
Para a Cultura, a Ecolojovem - «Os Verdes» defende:
- O apoio efectivo à criação cultural;
- O alargamento da oferta cultural e artística;
- O reforço da verba orçamental do Estado para a cultura e as suas mais variadas expressões;
- A implementação de medidas que apoiem e facilitem o acesso dos mais jovens à cultura em geral.
Para a Juventude, a Ecolojovem - «Os Verdes» defende:
- Medidas concretas e efectivas de apoio e investimento na juventude;
- A reposição do passe social escolar;
- O acesso a um ensino público com qualidade e acessível a todos;
- A adoção de medidas de apoio ao acesso à habitação por jovens;
- Emprego com direitos;
- O direito a um ambiente sadio e à qualidade de vida;
- O respeito e dignidade que a nossa juventude merece.
Ecolojovem - «Os Verdes»
Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
Lisboa, 29 de Agosto de 2012
o nosso acampamento na imprensa:
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Ecolojovem - Por uma Cultura de Juventude - Acampamento 2012 - as fotos do nosso acampamento...
Car@s Ecolos,
as fotos do nosso acampamento, já estão online!
aqui: http://www.osverdes.pt/pages/posts/ecolojovem---por-uma-cultura-de-juventude---acampamento-2012---as-fotos-do-nosso-acampamento-4404.php
e por aqui: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.458711224152389.100729.190235157666665&type=1
as fotos do nosso acampamento, já estão online!
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e por aqui: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.458711224152389.100729.190235157666665&type=1
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Ecolojovem - «Os Verdes» - Acampamento 2012 - Por uma Cultura de Juventude
A Ecolojovem - «Os Verdes», Juventude do Partido Ecologista «Os Verdes» realizará nos dias 22 a 26 de Agosto o seu acampamento, que este ano será dedicado aos temas juventude e cultura e terá lugar nas cidades minhotas de Braga e Guimarães.
No ano em que Braga e Guimarães, são respectivamente as Capitais Europeias da Juventude (CEJ) e Capital Europeia da Cultura (CEC), o lema do nosso Acampamento é Ecolojovem – Por uma Cultura de Juventude, porque consideramos que tanto para a Juventude como para a Cultura são necessárias condições para uma efectiva promoção e acesso destas áreas junto dos jovens portugueses.
Os jovens atravessam hoje problemas que vão desde o abandono do ensino superior, por falta de condições financeiras, dificuldades no acesso à habitação, à cultura, aos transportes, e a muitos outros direitos que estão consagrados na Constituição da República Portuguesa, que cabe a nós reivindicar junto do mesmo Governo, que mais não tem feito que tentativas sucessivas de retirada desses direitos.
A Ecolojovem - «Os Verdes» pretende com este acampamento alertar para as dificuldades que a nossa juventude enfrenta, seja nas mais variadas questões ligadas à juventude, seja no acesso à cultura sob as mais diversas formas, e contribuir para a procura de soluções.
Sob o lema «Ecolojovem – Por uma Cultura de Juventude» o acampamento contará com um conjunto de iniciativas das quais destacamos o debate público que se irá realizar no dia 25 de Agosto, sábado, às 17h no Rossio da Sé de Braga, e que contará com a presença do deputado ecologista à Assembleia da República José Luís Ferreira.
A Ecolojovem - «Os Verdes» assume-se como um espaço de diálogo, de reflexão e de acção, realizando um conjunto de acções direccionadas para os jovens e para os problemas específicos da juventude com o objectivo de promover uma sociedade ecológica, equilibrada, sustentável e justa onde seja possível concretizar os direitos e as aspirações juvenis.
A Ecolojovem – «Os Verdes»
Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
Lisboa, 17 de Agosto de 2012
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“Os Verdes” desafiam Ministro da Educação e Ciência a dar exemplo de verdade e coerência
Confrontado no passado fim-de-semana com a baixa do número de candidatos ao ensino superior – cerca de menos 1300 do que no ano anterior – o Ministro da Educação tentou, não só desvalorizar a questão, como demonstrou, mais uma vez, na resposta dada, as incongruências existentes entre o seu discurso e as orientações e medidas que toma.
O Partido Ecologista “Os Verdes” considera que estas declarações do Ministro da Educação e Ciência ou traduzem uma grande hipocrisia política, ou são demonstrativas de uma incapacidade total de fazer uma avaliação crítica e consequente das medidas que toma. Só assim se pode explicar que quem, tal como o faz o Ministro, constata que “com uma formação melhor é mais fácil aos nossos jovens aceder ao ensino superior, sendo um passaporte para uma melhor remuneração” e quem afirma que “queremos mais jovens no ensino superior” não tire as devidas ilações dos seguintes factos e decisões, algumas das quais da sua autoria:
1. Das alterações aos critérios de atribuição das bolsas de estudo que levaram, nos últimos dois anos, a uma redução brutal do número de alunos abrangidos pelas mesmas, assim como dos atrasos verificados na atribuição e no pagamento destas, num momento onde o número de famílias portuguesas afetadas pela crise não para de aumentar;
2. Do desemprego que afeta os jovens licenciados e do desincentivo que esta situação representa para a persecução dos estudos para muitos jovens;
3. Do número de licenciados abrangidos pelo regime de “Recibo Verde” e da profunda insegurança e injustiça que esta situação representa
4. Dos erros e falta de rigor na elaboração das perguntas e tratamento do conteúdo programático dos exames nacionais deste ano e as penalizações que daí advieram para os alunos;
5. Das medidas previstas para o próximo ano letivo para o ensino básico e secundário, nomeadamente a criação dos Mega Agrupamentos e o aumento de alunos por turma e as consequências que terão sobre o aproveitamento escolar e para o sucesso da aprendizagem dos alunos.
Para “Os Verdes”, o exemplo, verdade e a coerência são referências fundamentais no processo educativo e de aprendizagem. Por isso, o PEV desafia o Ministro que tutela a pasta da Educação a dar o exemplo e a mostrar verdade e coerência, adequando as medidas que toma às preocupações que afirma ter.
O Partido Ecologista “Os Verdes”
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
Lisboa, 14 de Agosto de 2012
O Partido Ecologista “Os Verdes” considera que estas declarações do Ministro da Educação e Ciência ou traduzem uma grande hipocrisia política, ou são demonstrativas de uma incapacidade total de fazer uma avaliação crítica e consequente das medidas que toma. Só assim se pode explicar que quem, tal como o faz o Ministro, constata que “com uma formação melhor é mais fácil aos nossos jovens aceder ao ensino superior, sendo um passaporte para uma melhor remuneração” e quem afirma que “queremos mais jovens no ensino superior” não tire as devidas ilações dos seguintes factos e decisões, algumas das quais da sua autoria:
1. Das alterações aos critérios de atribuição das bolsas de estudo que levaram, nos últimos dois anos, a uma redução brutal do número de alunos abrangidos pelas mesmas, assim como dos atrasos verificados na atribuição e no pagamento destas, num momento onde o número de famílias portuguesas afetadas pela crise não para de aumentar;
2. Do desemprego que afeta os jovens licenciados e do desincentivo que esta situação representa para a persecução dos estudos para muitos jovens;
3. Do número de licenciados abrangidos pelo regime de “Recibo Verde” e da profunda insegurança e injustiça que esta situação representa
4. Dos erros e falta de rigor na elaboração das perguntas e tratamento do conteúdo programático dos exames nacionais deste ano e as penalizações que daí advieram para os alunos;
5. Das medidas previstas para o próximo ano letivo para o ensino básico e secundário, nomeadamente a criação dos Mega Agrupamentos e o aumento de alunos por turma e as consequências que terão sobre o aproveitamento escolar e para o sucesso da aprendizagem dos alunos.
Para “Os Verdes”, o exemplo, verdade e a coerência são referências fundamentais no processo educativo e de aprendizagem. Por isso, o PEV desafia o Ministro que tutela a pasta da Educação a dar o exemplo e a mostrar verdade e coerência, adequando as medidas que toma às preocupações que afirma ter.
O Partido Ecologista “Os Verdes”
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
Lisboa, 14 de Agosto de 2012
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Ecolojovem - Por uma Cultura de Juventude - Folheto de distribuição
Durante o seu acampamento, a Ecolojovem - «Os Verdes» vai distribuir à população este folheto, onde aponta os principais problemas relativos à cultura e juventude, e as propostas da Ecolojovem a estas problemáticas que afectam a juventude portuguesa.
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Acampamento 2012 - Ecolojovem - Por uma Cultura de Juventude
O Acampamento 2012 da Ecolojovem - «Os Verdes» já está
marcado e será de 22 a 26 de Agosto, entre as cidades de Braga e Guimarães, e
contamos contigo!
No ano em que Braga e Guimarães, são respectivamente as
Capitais Europeias da Juventude (CEJ) e Capital Europeia da Cultura (CEC), o
lema do nosso Acampamento é Ecolojovem – Por uma Cultura de Juventude,
porque consideramos que tanto para a Juventude como para a Cultura são
necessárias condições para uma efectiva promoção e acesso destas áreas junto
dos jovens portugueses.
Os jovens atravessam hoje problemas que vão desde o abandono
do ensino superior, por falta de condições financeiras, dificuldades no acesso
à habitação, à cultura, aos transportes, e a muitos outros direitos que estão
consagrados na Constituição da República Portuguesa, que cabe a nós reivindicar
junto do mesmo Governo, que mais não feito que tentativas sucessivas de
retirada desses direitos.
A Ecolojovem - «Os Verdes» pretende com este acampamento
alertar para as dificuldades que a nossa juventude enfrenta, seja nas mais
variadas questões ligadas à juventude, seja no acesso à cultura sob as mais
diversas formas, e contribuir para a procura de soluções.
Junta-te a nós, nesta importante iniciativa da
Ecolojovem, que vai passar por ambas as cidades de Braga e Guimarães.
programa do acampamento, por aqui: http://ecolojovem.blogspot.pt/2012/08/acampamento-2012-ecolojovem-os-verdes.html
segue o nosso evento no facebook, aqui: https://www.facebook.com/events/422574661119771/
inscreve-te já, através dos nossos contactos:
Ecolojovem - «Os Verdes»
Rua Borges Carneiro, Nº 38 - r/c
esq.
1200 - 619 Lisboa
Portugal
Tel: +351+ 21 396 03 08 ou +351+
21 396 02 91
Fax: +351+ 21 396 04 24
E - mail: ecolojovem@osverdes.pt
Junta-te a nós nesta acção
de convívio e boa disposição, de troca de ideias e de experiências!!
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Acampamento 2012 - Ecolojovem - «Os Verdes» Por uma Cultura de Juventude
A Ecolojovem - «Os Verdes» realiza mais um acampamento, sob o lema: Por uma Cultura de Juventude.
Este ano o acampamento vai realizar-se entre as Capitais Europeias da Juventude e da Cultura, Braga e Guimarães, respectivamente.
Aqui vão algumas informações sobre o nosso acampamento:
22 a 26 de Agosto
MINHO
Braga - CEJ - Capital Europeia da Juventude 2012
Guimarães - CEC - Capital Europeia da Cultura 2012
Tema: Juventude / Cultura
Lema: Ecolojovem - Por uma Cultura de Juventude
Local do pernoitamento: Parque de campismo municipal de Braga
Programa:
quarta-feira, 22 de Agosto (Braga)
- a partir das 16h00
recepção no parque de campismo municipal de Braga
- jantar
- noite
jogos de animação cultural
quinta-feira, 23 de Agosto (Guimarães)
- manhã
1ª parte do peddy-paper na cidade de Guimarães
acção de contacto com a população no Toural
- almoço livre
- tarde
2ª parte do peddy-paper
ida de teleférico desde a cidade de Guimarães até à Penha
3ª parte do peddy-paper
piquenique na Penha
- noite
acção de contacto com a população nas esplanadas
programação Capital Europeia da Cultura
sexta-feira, 24 Agosto (Braga)
- manhã
caminhada até ao Bom-Jesus com passagem pelo elevador de água
- almoço livre
- tarde
peddy-paper pelo centro de Braga
acção de contacto com a população
- jantar
- noite
acção de contacto com a população
programação Capital Europeia da Juventude
sábado, 25 Agosto (Braga)
- manhã
visita ao Complexo das Sete Fontes
- almoço livre
- tarde
14h00m - tertúlia Ecolojovem com a presença da Dirigente Nacional do PEV, Maria João Pacheco
17h00m - debate público junto à Sé de Braga, ou em caso de chuva na J.F. da Sé, com a presença do Deputado do Partido Ecologista «Os Verdes» à Assembleia da República José Luís Ferreira
- jantar
- noite
programação Capital Europeia da Juventude ou noite livre na cidade de Braga
domingo, 26 Agosto (Braga)
- manhã
piscina
reunião Ecolojovem e despedida
Este ano o acampamento vai realizar-se entre as Capitais Europeias da Juventude e da Cultura, Braga e Guimarães, respectivamente.
Aqui vão algumas informações sobre o nosso acampamento:
22 a 26 de Agosto
MINHO
Braga - CEJ - Capital Europeia da Juventude 2012
Guimarães - CEC - Capital Europeia da Cultura 2012
Tema: Juventude / Cultura
Lema: Ecolojovem - Por uma Cultura de Juventude
Local do pernoitamento: Parque de campismo municipal de Braga
Programa:
quarta-feira, 22 de Agosto (Braga)
- a partir das 16h00
recepção no parque de campismo municipal de Braga
- jantar
- noite
jogos de animação cultural
quinta-feira, 23 de Agosto (Guimarães)
- manhã
1ª parte do peddy-paper na cidade de Guimarães
acção de contacto com a população no Toural
- almoço livre
- tarde
2ª parte do peddy-paper
ida de teleférico desde a cidade de Guimarães até à Penha
3ª parte do peddy-paper
piquenique na Penha
- noite
acção de contacto com a população nas esplanadas
programação Capital Europeia da Cultura
sexta-feira, 24 Agosto (Braga)
- manhã
caminhada até ao Bom-Jesus com passagem pelo elevador de água
- almoço livre
- tarde
peddy-paper pelo centro de Braga
acção de contacto com a população
- jantar
- noite
acção de contacto com a população
programação Capital Europeia da Juventude
sábado, 25 Agosto (Braga)
- manhã
visita ao Complexo das Sete Fontes
- almoço livre
- tarde
14h00m - tertúlia Ecolojovem com a presença da Dirigente Nacional do PEV, Maria João Pacheco
17h00m - debate público junto à Sé de Braga, ou em caso de chuva na J.F. da Sé, com a presença do Deputado do Partido Ecologista «Os Verdes» à Assembleia da República José Luís Ferreira
- jantar
- noite
programação Capital Europeia da Juventude ou noite livre na cidade de Braga
domingo, 26 Agosto (Braga)
- manhã
piscina
reunião Ecolojovem e despedida
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Acampamento Nacional pela Paz - Avis 2012 (as fotos e a imprensa)
acampamento na imprensa:
http://jornaldenisa.blogspot.pt/2012/07/avis-acampamento-nacional-pela-paz.html
http://www.radioelvas.com/index.php?option=com_content&view=article&id=9267:feira-franca-em-avis-chegou-ao-fim&catid=1:regional&Itemid=25
http://www.portalalentejano.com/ecolojovem-%C2%ABos-verdes%C2%BB-volta-a-marcar-presenca-no-acampamento-nacional-pela-paz-em-avis/
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Ecolojovem - «Os Verdes» volta a marcar presença no Acampamento Nacional pela Paz, em Avis
A Ecolojovem - «Os Verdes» vai participar pelo 3º ano consecutivo no Acampamento em Avis, organizado pela Plataforma “Juventude com Futuro é com a Constituição do Presente”, Plataforma que a Ecolojovem - «Os Verdes» integra desde o seu início. O Acampamento Nacional pela Paz vai decorrer nos dias 27, 28 e 29 de Julho, na barragem do Maranhão, em Avis, e será um grande momento de debate, convívio e partilha de experiências entre os jovens, na defesa da Constituição da República Portuguesa.
No ano que passou desde a realização do último acampamento, as ofensivas à Constituição da República Portuguesa agravaram-se, nomeadamente no que toca aos direitos da juventude nela consagrados.
A Plataforma e todas as organizações que dela fazem parte, têm como objetivos centrais a afirmação da Constituição da República, dos direitos nela consagrados e da necessidade da sua efetivação, principalmente nos dias de hoje, em que vivemos num quadro de dificuldades agravadas para os jovens e para a população portuguesa em geral.
É indispensável dar a conhecer a Constituição da República aos jovens e realizar iniciativas de promoção da Plataforma. Desde a sua apresentação pública muitas e diversificadas foram as iniciativas realizadas, seja no âmbito da Educação, Trabalho, Cultura, Desporto, Habitação, Ambiente, sempre com os direitos da CRP como pano de fundo.
O Acampamento Nacional pela Paz é mais uma ocasião de levar aos jovens a Constituição da República Portuguesa e de os envolver na luta pelos seus direitos. Os jovens vivem hoje, num mundo ameaçado pela insegurança e pela guerra, sendo urgente afirmar a Paz, como direito fundamental da juventude.
O Acampamento surge assim como um momento ideal para o debate e convívio entre jovens de todo o país e como um espaço privilegiado para a troca de experiências, com momentos lúdicos, culturais, desportivos, entre outros. Contará com a presença de várias organizações da Plataforma e será um espaço de discussão entre os jovens e as várias organizações sobre a situação atual do país e do mundo, para além de diversas atividades como torneios desportivos, canoagem, peddy paper, workshops variados, etc.
Durante estes dias realiza-se, também em Avis, a Feira Franca, onde serão passadas as noites do Acampamento, com distribuição de documentos e contacto com os jovens.
A Ecolojovem - «Os Verdes» marca assim presença em mais um Acampamento pela Paz e luta ao lado de muitas outras organizações pelo efetivo cumprimento de todos os direitos consagrados na Constituição da República Portuguesa.
A Ecolojovem – «Os Verdes»
Lisboa, 27 de Janeiro de 2012
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Paz
“Os Verdes” solidários com greves, lutas e manifestações de protestos travadas neste país – médicos, professores, agricultores, etc…
A adesão sem par dos médicos à greve destes últimos 2 dias, a manifestação dos enfermeiros realizada na passada semana contra os salários de miséria, a manifestação dos professores realizada ontem em Lisboa, a de agricultores do Douro que teve lugar na Régua, assim como os inúmeros protesto levados a cabo por profissionais e utentes contra o encerramento de serviços na área da justiça, da saúde e dos transportes, são a expressão inequívoca do descontentamento que alastra na sociedade portuguesa contra as medidas de austeridade e as políticas seguidas por este governo.
Estas políticas estão a abalar fortemente direitos constitucionais fundamentais (direito ao trabalho, à saúde, à educação, à justiça, à mobilidade…), a levar à destruição da capacidade produtiva do país, nomeadamente no setor agrícola, e a gerar a paralisação total da economia nacional, com consequências sociais dramáticas, cujo um dos principais reflexos é o crescimento assustador do número de desempregados.
Para “Os Verdes”, a necessidade de inverter esta situação é urgente e terá que passar obrigatoriamente por uma renegociação da dívida e pela promoção de políticas que redinamizem a economia nacional. Por isso, “Os Verdes” saúdam todas as lutas travadas pelos trabalhadores deste país, dos médicos aos agricultores, e ainda pelos utentes dos serviços públicos, pois só com a intensificação destas lutas o governo recuará e renegociará os acordos com a troika que tão penosos estão a ser para os trabalhadores deste país e que estão a hipotecar o seu futuro e a sua soberania.
O Partido Ecologista “Os Verdes”
Lisboa, 13 de Julho de 2012
Programa do Acampamento pela Paz
Já saiu o Programa do Acampamento pela Paz!
Teatro, Música, Desporto, Debates...
Dias 27, 28 e 29 de Julho na Barragem do Maranhão, em Avis!
Programa do Acampamento pela Paz*
- Sexta-feira, 27 de Julho -
A partir das 16h
Recepção aos participantes
Convívio no Parque de Campismo
Teatro ao ar livre
- Sábado, 28 de Julho -
Manhã desportiva:
- Torneio de futebol
- Torneio de Voleibol
- PeddyPaper
14h - Debate
17h - Workshop de Música
- Jogo de dinâmicas
20h - Jantar
21h - Feira Franca de Avis (entrada incluída no preço do Acampamento)
- Domingo, 29 de Julho -
10h - Pintura de mural "Defender a Constituição do Presente é lutar pela igualdade no futuro"
14h - Cerimónia de encerramento, entrega de troféus
*Programa provisório, a completar
Não faltes! Inscreve-te já!
Nota de imprensa de “Os Verdes” - Sobre os resultados dos exames nacionais 2012
O Partido Ecologista “Os Verdes” considera muito preocupantes os resultados dos exames nacionais do Ensino Secundário realizados em Junho deste ano (1ª Fase): nas quatro provas que apresentaram mais alunos inscritos (Português, Biologia/Geologia, Física e Química A e Matemática A) as médias totais foram todas negativas (ficaram abaixo de 10, numa escala numérica de 0 a 20 valores). Em Português, se observarmos os resultados dos últimos 15 anos, este foi o segundo pior resultado de sempre (com uma média de 9,5), só sendo ultrapassado pelo do ano passado (com uma média de 8,9).
Nas disciplinas que servem de prova de ingresso aos cursos da área da saúde, Biologia/Geologia e Física e Química A, as médias também são negativas: respetivamente 9,3 e 7,5. Este último resultado (de Física e Química A) é mesmo o pior de todas as 25 disciplinas sujeitas a exame nacional e é o segundo pior de toda a história dos exames em Portugal. Por comparação a 2011, a taxa de reprovações nesta disciplina subiu 50% (passou de 16 para 24%), enquanto em Biologia/Geologia passou de 7 para 10%. Finalmente, também em Matemática A registou-se a pior média dos últimos seis anos: houve uma queda de cinco pontos por comparação a 2011 (a média passou de 9,2 para 8,7).
“Os Verdes” consideram urgente obter respostas para a pergunta que se impõe fazer: quais são as causas deste panorama tão negativo? Uma das causas é certamente a forma como os exames são elaborados pelo GAVE: a ambiguidade de várias questões dos exames, bem como o carácter restritivo dos critérios de correção, mostram como se procurou corresponder à propalada necessidade de “exigência e rigor”, criando questões que são armadilhas onde muitos alunos caíram. Outra das causas porém, talvez a mais importante, foi a de que este ano, pela primeira vez, os alunos foram obrigados a realizar todos os exames na 1.ª fase. Enquanto nos anos transatos os alunos tinham a possibilidade de distribuir pelo calendário de exames as provas que iriam realizar (fazendo algumas na 1ª fase e deixando outras para a 2ª), possibilitando-lhes assim um estudo mais prolongado no tempo, este ano tiveram que fazê-las todas num prazo recorde de seis dias úteis. Que vantagens resultaram desta alteração? As consequências negativas (leia-se, os resultados deste ano) essas estão agora bem à vista.
Ora em setembro próximo passa a ser obrigatória a frequência do 10º ano de escolaridade, para todos os jovens que acabam de concluir o 9º ano, sendo que é urgente alertar a sociedade portuguesa para a necessidade de nos mobilizarmos, para este tão importante e decisivo passo que temos de dar.
O assumir do prolongamento da escolaridade obrigatória até ao 12º ano constitui uma decisão política relevante, que corresponde a uma vontade social em irmos mais além como Nação, na nossa capacidade coletiva de escolarizarmos e qualificarmos as gerações futuras, num momento em que o conhecimento constitui cada vez mais um fator distintivo dos indivíduos e dos povos. Este fenómeno que ora se verificou uma vez mais nos exames nacionais, é gerador de desmotivação e abandono escolar precoce, o que reverte em desfavor da equidade e da eficácia do sistema, das condições para a universalização da escolaridade obrigatória de 12 anos e das nossas possibilidades de cumprimento das metas com que nos comprometemos a nível europeu.
Assim, estudos internacionais referem que, se considerarmos a população entre 18 e 24 anos que não se encontra a frequentar qualquer estabelecimento de ensino e que obteve no máximo o 3º ciclo do ensino básico, verificamos que enquanto na UE27, a média é de 13,54%, em Portugal é de 23,29%. A meta europeia para 2020 é menos de 10%. Outra medida internacional refere que a população que tem 20-24 anos e que completou pelo menos o ensino secundário representa 79,5% na média da UE27 e 64,4% em Portugal (2011). A meta europeia para 2010 era de 85%. Estes dados permitem-nos concluir que estamos desfasados 25% das mesmas, e assim, tendencialmente nos continuaremos a afastar das mesmas.
De uma forma mais geral, importa problematizar o modo com este governo encara a educação e, dentro desta, a questão da avaliação. Não basta ao Sr. Ministro da Educação, Nuno Crato, assumir que está insatisfeito com os resultados dos exames nacionais ou classificá-los como “um pormenor” em todo o sistema educativo (um pormenor que “pesa” apenas 30% nas classificações dos alunos na conclusão do Ensino Secundário e que chega a valer 50% das médias de acesso a muitos cursos do Ensino Superior), assim procurando desvalorizar estes preocupantes resultados. Importa, sim, por em causa este excessivo peso atribuído aos Exames Nacionais e enfatizar que a principal função da avaliação é a de melhorar as aprendizagens dos alunos e, concomitantemente, o ensino dos professores. Importa denunciar que, na ótica deste governo, a ênfase tem estado centrada apenas no desenvolvimento da avaliação externa (como comprova a introdução dos exames nacionais no final dos 1º e 2º ciclos), quando deveriam ser privilegiadas estratégias de avaliação formativa que contribuíssem para que professores e alunos pudessem ensinar e aprender de forma mais significativa, no âmbito de uma cultura de sucesso na qual todos os alunos podem aprender e atingir bons resultados.
Por fim, o PEV não quer deixar de manifestar a sua total solidariedade para com os professores que hoje se manifestam em Lisboa, alertando para o despedimento de docentes, para o aumento de horários zero nas escolas, em defesa da escola pública, por melhores condições de ensino e contra a desvalorização social a que a classe tem sido sujeita por este Governo.
O Partido Ecologista “Os Verdes”
Lisboa, 12 de Julho de 2012
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