Acampamento Nacional pela Paz - Avis 2012 - Ecolojovem marca presença



A Plataforma comemorativa dos 35 anos da Constituição da República Portuguesa (CRP)“Juventude com Futuro é com Constituição do Presente!”, realiza, nos dias 27, 28 e 29 de Julho, mais um Acampamento Nacional pela Paz, na barragem do Maranhão, em Avis. 

No ano que passou desde a realização do último acampamento, as ofensivas à Constituição da República Portuguesa agravaram-se, nomeadamente no que toca aos direitos da juventude nela consagrados.
As subscrições do Manifesto da plataforma têm vindo a aumentar, pela parte de várias estruturas e organizações de destaque nacional, que trabalham nas mais diversas áreas pela concretização e efectivação dos mais profundos anseios e aspirações da juventude.

Temos como objectivos centrais a afirmação da Constituição da República, dos direitos nela consagrados e da necessidade da sua efectivação, principalmente nos dias de hoje em que vivemos num quadro de dificuldades agravadas para os jovens e para a população portuguesa em geral.

É indispensável dar a conhecer a Constituição da República aos jovens e realizar iniciativas de promoção da Plataforma.
Desde a sua apresentação pública muitas e diversificadas foram as iniciativas realizadas, seja no âmbito da Educação, Trabalho, Cultura, Desporto, Habitação, Ambiente, sempre com os direitos da CRP como pano de fundo.

O Acampamento Nacional pela Paz é mais uma ocasião de levar aos jovens a Constituição da República Portuguesa e de os envolver na luta pelos seus direitos. Os jovens vivem hoje, num mundo ameaçado pela insegurança e pela guerra, sendo urgente afirmar a Paz, como direito fundamental da juventude.

O Acampamento surge assim como um momento ideal para o debate e convívio entre jovens de todo o país e como um espaço privilegiado para a troca de experiências, com momentos lúdicos, culturais, desportivos, entre outros. Contará com a presença de várias organizações da Plataforma e será um espaço de discussão entre os jovens e as várias organizações sobre a situação actual do país e do mundo, para além de diversas actividades como torneios desportivos, canoagem, peddypaper, workshops variadas, etc.

Durante estes dias realiza-se, também em Avis, a Feira Franca, onde serão passadas as noites do Acampamento, com concertos de "Tim", "The Gift" e "Terrakota", entre outros.

Assim a Plataforma “Juventude com Futuro é com a Constituição do Presente”, vem por este meio, convidar a vossa a organização/associação a participar neste momento em que a exigência do cumprimento dos nossos direitos presentes na Constituição da República estará associada à diversão e alegria, características sempre presentes na juventude.

Para mais informações podem enviar mail ou consultar:
- www.35anoscrp.wordpress.com
- www.facebook.com/35anoscrp

Da Plataforma Juventude com Futuro é com a Constituição do presente fazem jáparte: 

- AJOV;
- Associação Jovem Valor;
- Arruaça Associação Juvenil;
- Associação de Bolseiros de Investigação Científica;
- Associação de Estudantes da Escola Profissional de Ciências Geográficas, Lisboa;
- Associação de Estudantes da Escola Secundária Gil Vicente, Lisboa;
- Associação de estudantes da Escola  B/S Professor Mendes dos Remédios, Nisa;
- Associação de Estudantes da Escola Superior de Artes e Design, Caldas da Rainha;
- Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências, UP;
- Associação de Estudantes da Faculdade de Letras, UL;
- Associação Fronteiras;
- Associação Pioneiros de Portugal;
- Associação Recreativa e Cultural de Músicos;
- Associação de Trabalhadores Autárquicos de Faro;
- CÍVIS - Associação para o aprofundamento da Cidadania;
- Conselho Português para a Paz e Cooperação - CPPC;
- Ecolojovem- “Os Verdes”;
- Escola Futebol Feminino de Setúbal;
- Interjovem Distrital de Lisboa/USL;
- Interjovem Distrital do Porto/USP;
- Jovens Ferroviários – Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário;
- Juventude Comunista Portuguesa;
- Juventude Operária Católica;
- Movimento Democrático de Mulheres -MDM
- MOJU - Associação Movimento Juvenil em Olhão;
- Opus Gay;
- Ordem da Cavalaria do Sagrado Portugal;
- Projecto Ruído - Associação Juvenil;
- Sindicato de Hotelaria do Algarve;
- Sindicato de Hotelaria e Similares do Sul;
- Teatro Fórum de Moura;
- União de Resistentes Anti-Fascistas Portugueses;
- União de Sindicatos de Beja.

À semelhança de anos anteriores, a Ecolojovem- «Os Verdes» vai participar no Acampamento Nacional pela Paz, em Avis.
O Acampamento vai decorrer entre os dias 27 e 29 de Julho, repleto de muito convívio, debates e diversão.
Este ano, com a realização da Feira Franca de Avis, vamos conjugar o acampamento com esta Feira de Avis https://www.facebook.com/events/461800407165592/
A Ecolojovem - «Os Verdes» integra a Plataforma 35º aniversário CRP: “Juventude com Futuro, Constituição do Presente”, porque entendemos que o cumprimento da nossa Constituição é o imperativo para uma Juventude com Futuro!

Convidamos-te a estar presente neste Acampamento, e a integrar esta luta pelo efetivo cumprimento da CRP!

Para mais informação, consulta: https://www.facebook.com/35anoscrp
http://35anoscrp.wordpress.com/
e não hesites em contactar-nos!

Ecolojovem - «Os Verdes»

Intervenção de José Luís Ferreira sobre recibos verdes

Intervenção do Deputado do PEV, José Luís Ferreira, proferida na Assembleia da República a 21 de Junho de 2012 - sobre o falso trabalho temporário e as injustiças a que os trabalhadores a falso recibo verde estão sujeitos

INSCREVE-TE JÁ!!!


Guarda, preenche e envia para: 35anoscrp@gmail.com, ou para o email da nossa ecolojovem: ecolojovem@osverdes.pt

Heloísa Apolónia - educação


Intervenção da Deputada do PEV, Heloísa Apolónia, proferida a 22 de Junho na Assembleia da República, no âmbito do debate temático sobre a a situação na Escola Pública - confronta Nuno Crato com despedimentos de professores e falta de autonomia nas escolas, por falta de recursos. Refere ainda o aumento do número de alunos por turma e a redução da componente prática do ensino "Verifica-se um retrocesso no ensino em Portugal, a um passado que não se quer voltar a viver e conhecer".

Impulso Jovem: Ecolojovem - «Os Verdes» alerta para impactos do programa





O Governo aprovou recentemente o Programa Impulso Jovem 2012, apresentado como solução para combater o desemprego jovem. Contudo, este programa não passa de um conjunto de medidas avulsas em que o Governo promove uma política de salários baixos e de precariedade.


A Ecolojovem - «Os Verdes» considera que este programa, que consiste no financiamento de empresas que empreguem jovens trabalhadores, através de contratos precários ou em regime de estágio, trará mais precariedade, exploração e desemprego, uma vez que, quando acabar o financiamento, os jovens ficarão novamente no desemprego e sem direito ao subsídio de desemprego.

Para a Ecolojovem - «Os Verdes» é urgente combater o desemprego jovem, que já ultrapassa os 36%, mas com medidas efetivas de promoção de emprego e de trabalho com direitos, e não com medidas avulsas que não passam de propaganda e que em nada vêm resolver o problema do desemprego, antes criam mais desemprego e precariedade.

Perante esta propaganda é fundamental esclarecer e alertar para o resultado do Programa Impulso Jovem 2012, que não responde às reivindicações dos jovens.

A Ecolojovem - «Os Verdes» continuará a defender os direitos dos jovens e participará na manifestação da CGTP “Contra a exploração e o empobrecimento” no próximo Sábado, dia 16 de Junho,  em Lisboa.

A Ecolojovem - «Os Verdes»

Debate de atualidade sobre o abandono do ensino superior por falta de meios económicos


Intervenção da Deputada Heloísa Apolónia
- Assembleia da República, 18 de Abril de 2012 –


1ª Intervenção
Sr.ª Presidente, Sr. Secretário de Estado, gostava de lhe perguntar diretamente se é capaz, aqui, nesta Casa, de reafirmar aquilo que o Sr. Deputado Duarte Marques, do PSD, acabou de afirmar, ou seja, que o Governo entende não pagar as bolsas devidas as estudantes por causa da crise. Gostava de saber se o Sr. Secretário de Estado é capaz de refirmar isso…
Sim, o Sr. Deputado disse que estamos em crise, por isso… Disse sim, Sr. Deputado!
Então, como é que o Sr. Deputado vai explicar aos estudantes o encaixe que o Governo fez de 12 000 milhões de euros na banca e, agora, vem aqui dizer, com essa suprema lata, que não tem dinheiro para bolsas por causa da crise?!..
Foi o que disse! Sim, foi! Desculpe, Sr. Deputado, mas há limites para tudo!
O Sr. Deputado também veio aqui dizer que o Governo fez tudo. Quem ouviu o Sr. Deputado pensará que é impossível fazer mais, que toda a gente tem direito tem bolsa! Sr. Deputado, que grande mentira! Todos aqui sabemos, até o Sr. Deputado, que há pessoas que precisam de bolsa e não têm acesso à bolsa! Sabemos ou não Sr. Deputado? Sabemos, Sr. Secretário de Estado!
Portanto, não vale dizer tudo, para que fique encaixado na cabeça das pessoas como se fosse uma parangona publicitária, porque não é disso que estamos aqui a falar; estamos a falar de política e a política é uma coisa séria. A política mexe com a vida concreta das pessoas e a vida concreta dos estudantes é que muitos tinham de estar a receber bolsa para estudar e não estão a recebê-la. Conclusão: muitos abandonam o ensino superior!
Confesso que fico estupefacta com as reações sucessivas do Governo a esta história. É que confrontado, designadamente por Os Verdes, na Comissão de Educação, Ciência e Cultura, o Sr. Ministro foi capaz de nos dizer que não tem informação sobre o número de estudantes que estão a abandonar o ensino superior, assim como se fosse uma realidade perfeitamente paralela a esta causa, e depois o Governo veio dizer que não, que não está a aumentar o número de estudantes que abandonam o ensino superior. Porém, depois, aquilo que chega permanentemente à Assembleia da República é que esse número está a aumentar e quem está no terreno percebe que esse número está a aumentar de forma profundamente significativa, o que não admira, porque as condições de vida resultantes da ação e das opções políticas deste Governo agravam a situação das famílias, tornando-as mais carenciadas do ponto de vista económico.
É extraordinariamente difícil, Sr. Secretário de Estado, ter um filho no ensino superior, é extraordinariamente caro. Aliás, Portugal é dos países mais caros, se formos por essa Europa fora, ao nível do ensino para custos familiares. Isto é grave! É extraordinariamente grave!
O Sr. Secretário de Estado, com certeza, não nega que o corte profundo no Orçamento do Estado de 2012 para o Fundo de Ação Social Escolar tinha de ter repercussões. O «bolo» é menor, logo, teria de atingir menos pessoas! Bom, certo é que já ninguém nega esta realidade — ninguém, nem a Igreja católica! É impossível! Toda a gente percebe! Este Governo está a fomentar no País um ensino superior profundamente elitista, ou, dito por outras palavras, só os ricos poderão frequentar o ensino superior, os pobres sairão do ensino superior.
Isto não é democrático, Sr. Secretário de Estado, nem é digno de um País desenvolvido.

2ª Intervenção
Sr.ª Presidente, Sr. Secretário de Estado, assim não dá para debater.
O Sr. Secretário de Estado disse aqui: «A informação que eu tenho das instituições de ensino superior é que o número de abandono não está a aumentar, mas eu sei que este número não corresponde à realidade». Disse isso, não dizendo que está a aumentar; sabe é que aqueles dados que foram enviados pelas instituições podem não corresponder, de facto, à realidade do abandono.
Ou seja, aquilo que o Sr. Secretário de Estado vem dizer é que não tem dados sobre o abandono dos estudantes do ensino superior.
Portanto, o Sr. Secretário de Estado vem desarmado de informação para um debate que sabia que ia acontecer, pelo que teria, necessariamente, de se ter preparado para nos dar a informação devida. E conhecer a situação é ou não uma obrigação do Ministério da Educação?
Mesmo sem debate — vamos fingir que o debate não estava a acontecer —, é fundamental que o Ministério da Educação atente naquela que é a realidade daquele que está sob a sua tutela. O Ministério da Educação tem obrigação de procurar os dados reais da realidade.
O Sr. Secretário de Estado vem dizer que o atraso na resposta às bolsas não é da responsabilidade do Ministério da Educação e «chuta» para os serviços sociais. Assim não dá, Sr. Secretário de Estado. «Mandar a bola» para o lado é o mais fácil, mas não é aquilo que responde às necessidades.
É claro que o Ministério da Educação tem responsabilidade de conhecimento, tem responsabilidade de perceber porque é que as coisas acontecem e tem responsabilidade de encontrar soluções e ajudar a encontrar soluções para que as coisas aconteçam de forma correta e, fundamentalmente, que não aconteçam de forma a prejudicar sobremaneira os estudantes que estão com amplas dificuldades económicas e que, a largos meses do início do ano letivo, não tinham sequer ainda uma resposta sobre se teriam ou não acesso a bolsa e, portanto, se poderiam ou não prosseguir os seus estudos e concluir esse ano letivo.
Sr. Secretário de Estado, há muitas pessoas da minha geração, e até mais novas do que eu, a dizer que se fosse hoje, se estivessem na geração de hoje do ensino superior não teriam condições para prosseguir os seus estudos. Porquê? Porque é perfeitamente visível que as condições de hoje para estudar são muitíssimo mais difíceis do que eram há uns anos atrás. Ou seja, as condições pioraram, os cidadãos portugueses, os jovens portugueses perderam direitos de acesso, de frequência e de sucesso no ensino superior. E dirá o Sr. Secretário de Estado: «São eles que perdem!». Não, é o País que perde, Sr. Secretário de Estado, e é sobre isso que nós também devemos falar. É que o futuro do País não pode esperar.
O futuro do País não pode fazer agora um intervalo e dizer «vamos lá aguardar até que passe a crise», porque os senhores não estão a fazer nada para que passe a crise. Não, não pode ser! Os jovens de hoje têm direito de acesso, de frequência e de sucesso no ensino superior e o País só terá a ganhar com essa qualificação.
Portanto, Sr. Secretário de Estado ponham-se a conhecer e ponham-se a mexer.

APOIO A PETIÇÃO: centenas de bolseiras/​os de investigaç​ão não recebem há meses!

CARTA ABERTA: SEM CIÊNCIA NÃO HÁ FUTURO

Mais de uma centena de pessoas - bolseiras da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), docentes universitários e outras - divulgaram hoje (25 de Maio) uma carta aberta ao Ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato dando conta da situação de atrasos no pagamento de vencimentos, renovação de contratos de bolsas e no reembolso das prestações de Seguro Social Voluntário dos bolseiros da FCT.
As pessoas signatárias apelam à adoção urgente de medidas que resolvam estes problemas e também à implementação de uma política de incentivos conducente à criação de um mercado de trabalho que absorva a mão-de-obra altamente qualificada e o seu saber. Entre os promotores da carta encontram-se a Comissão de Bolseiros da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, a Associação de Bolseiros de Investigação e Ciência (ABIC), o Núcleo de Bolseiros da Universidade de Aveiro e os Precários Inflexíveis (PI).

Assinar a carta aberta aqui
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XII Convenção do Partido Ecologista "Os Verdes" - Intervenção sobre a situação política nacional



Saudações a todos os companheiros e companheiras, uma forte saudação a todo o STAAF que permitiu o grande êxito desta XII convenção do Partido Ecologista os Verdes. Um muito obrigado.
Companheiros nos dias de hoje, teremos que estar unidos e lutar agressivamente contra estas politicas impostas ao povo português. CUSTE O QUE CUSTAR…..
Este governo PSD/CDS-PP, que está promover um recuo sem precedentes das condições de vida dos portugueses das suas famílias e que esta a hipotecar o futuro do país.
Os trabalhadores sofrem brutais cortes nos salários, assistem ao roubo dos subsídios de desemprego, de doença, da maternidade e do abono de família e a subida generalizada do custo de vida.
Eles sabem, como eu sei, assim como todos os portugueses sabem, que as suas politica de privatizações estão a liquidar o património português que é de todos, e que serão os trabalhadores, os docentes, o próprio país a saírem prejudicados, com claros ganhos e inadmissíveis benefícios para os grandes grupos económicos e financeiros.
A lei das rendas que só levara ao despecho de varias famílias, e a par disto existe a criação de condomínios de luxo para os mais ricos na zonas nobres das cidades. O projeto para extinguir freguesias, escolas, serviços públicos, só tem como fim a desertificação do país.

EMIGREM….. É o conselho que o primeiro ministro, deixa aos portugueses. eles são os responsáveis desta crise, os que governaram o país nas últimas décadas, que implantaram uma politica de destruição do aparelho produtivo, agricultura, nas pescas, crimes contra o próprio meio ambiente e exemplos não nos faltam, cerca de 2000 Sobreiros, o Freeport…. Mas cuidado companheiros a desinformação é um instrumento incontornável deste governo de propagandear a sua ideologia ultra liberal que marca os tempos em vivemos.

Companheiros,
este governo quer roubar os portugueses, direitos sociais.
Propagam a ideia que os direitos sociais são inimigos do economia, quando foram estes a potenciar o desenvolvimento do país foi a segurança social, que tirou da absoluta miséria e total desproteção, milhões de portugueses, e abriu portas a uma vida mais digna.
Companheiros, foi o Serviço Nacional de Saúde que reduziu a mortalidade infantil e melhorou a qualidade de aumento da esperança média de vida. Foi o acesso universal e gratuito à educação que tirou milhares e milhares do analfabetismos e elevou os níveis de escolaridade e conhecimentos académicos.

Companheiros
este é um governo que diz não ter dinheiro para os direitos socias, mas ao qual não falta para pagar juros elevadíssimos, como fica patente nos mais de 35 mil milhões de euros a pagar pela dita ajuda externa, e aos 744 milhões pagos só nos 3 primeiros meses deste ano, valor superior ao da totalidade dos subsídios de proteção como o desemprego. Ao mesmo tempo a verba que a Caixa Geral de Depósitos não depôs para apoiar a Pequenas e Médias Empresas, não faltou com o capital para o Grupo Melo financiar o controle da Brisa.

Ao contrário do que o governo e o grande patronato afirmam que é falsa a ideia de que há rigidez a mais no mercado de trabalho, e que há pouca adaptação dos trabalhadores ao ciclo económico.

Os trabalhadores não são peças descartáveis para se usar e deitar fora, conforme o mercado. são homens, mulheres e jovens que exigem serem respeitados e valorizados. Não é com mais desregulamentação e exploração, com novas formas de trabalho gratuito, com despedimentos mais fáceis e baratos que ira promover o crescimento económico e se reduzir o desemprego.

Este tempo não é para hesitações. É tempo de lutar contra todo o tipo de agressão por parte deste governo. Há alternativas, que podem assegurar ao pais um rumo de progresso e justiça social. Para a sua concretização é fundamental o esclarecimento e a mobilização de todos os companheiros, mais proximidade junto da população.

A razão e a justiça das nossas posições não só por si, suficientes para forçar a mudança de politica.

Companheiros temos de lutar.

Temos de intensificar a nossa acção em todos os locais, em todos os estratos sociais.

É este o rumo que vejo que teremos que tomar face á realidade dos dias de hoje.

Viva o Partido Ecologista Os Verdes.

Viva a Democracia.

Alverca – Escola Secundária Infante Dom Pedro

“Os Verdes” questionam Governo sobre pagamento de renda
 
O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar “Os Verdes”, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Educação e Ciência, sobre o pagamento de renda, por este Ministério, relativo à antiga Escola Secundária Infante Dom Pedro, situada em Alverca e desativada desde Abril de 2010.

PERGUNTA:

Num período em que é exigido a todos os Portugueses cada vez mais sacrifícios, o Grupo Parlamentar do Partido Ecologista “Os Verdes” tomou conhecimento, através de um órgão de comunicação social, que o Ministério da Educação e Ciência continua a pagar uma renda de um estabelecimento de ensino que encerrou em Abril de 2010.

O estabelecimento de ensino, a antiga escola Secundária Infante Dom Pedro, situado no centro de Alverca, concelho de Vila Franca de Xira, está ao abandono, tem sido vandalizado, por várias vezes, tem sido local de pernoita para várias pessoas e está a gerar um clima de insegurança e preocupação junto da população.

Segundo o órgão de comunicação social a Junta de Freguesia de Alverca já questionou a Direção Regional Educação de Lisboa e Vale do Tejo (DRELVT) e nada foi feito.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Exª a Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte Pergunta, para que o Ministério da Educação e Ciência possa prestar os seguintes esclarecimentos:
1 – Que motivos levam a que o Ministério da Educação e Ciência continue a pagar uma renda pelo arrendamento do terreno quando a escola foi desativada em Abril de 2010?
2 – Qual é o valor da renda em questão?
3 – Os pré-frabricados são propriedade do Ministério da Educação e Ciência?
4 – Qual a desvalorização, devido aos atos de vandalismo, que sofreram os pré-fabricados?

O Grupo Parlamentar “Os Verdes”
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
Lisboa, 26 de Maio de 2012

Intervenção da Ecolojovem na XII Convenção do Partido Ecologista «Os Verdes»

Boa noite,
Companheiros e Amigos,
Caros delegados e estimados convidados:
A Ecolojovem – «Os Verdes», a organização de juventude do Partido Ecologista «Os Verdes», ao longo dos seus 23 anos de existência, tem-se dedicado a questões específicas da juventude, fazendo, de uma maneira muito própria, a discussão de temas que afectam os jovens, sendo um espaço de diálogo, de reflexão, de convívio e de acção, actuando com base no programa e nos objectivos do Partido.
Apresentamos soluções e propostas possíveis de cumprir e de concretizar.
Temos lutado pela construção de uma sociedade sem exploração, sem injustiças e desigualdades, onde a juventude possa ver concretizados os seus sonhos e aspirações e ter um futuro melhor!
A Ecolojovem acredita que a transformação da sociedade passa, fundamentalmente, pela participação e intervenção dos jovens.
E, para isso, não basta conhecermos a realidade.
É preciso agir em todos os locais onde possamos encontrar jovens.
É preciso ir onde estão os jovens e contactá-los.
O papel de cada jovem ecologista tem de ser o de esclarecer, alertar e mobilizar.
Principalmente numa altura em que os jovens vivem uma situação extremamente difícil, num contexto de crescentes ataques, a acção da Ecolojovem é, cada vez mais, a resposta necessária.
Têm sido ínúmeros os ataques, por parte dos sucessivos governos, a várias áreas que atingem os jovens.
E o actual governo PSD/CDS-PP tem-lo feito de forma violenta e cega.
No ensino os custos são cada vez mais elevados e os apoios cada vez menores, levando muitos jovens, diariamente, a abandonar o ensino.
Há estabelecimentos de ensino com falta de condições materiais e humanas.
O Estatuto do Aluno só serve para aumentar a repressão.
Estamos cada vez mais longe da escola pública, gratuita, de qualidade, democrática e para todos.
O desemprego atinge de forma brutal os jovens.
A precariedade afecta milhares de jovens e muitos vêem-se obrigados a abandonar o país porque cá não são criadas condições.
Os apoios à habitação são insuficientes o que faz com que os jovens não se consigam emancipar e sair de casa dos pais.
O desporto e a cultura são apenas para os que podem pagar.
O associativismo juvenil tem visto reduzido o seu financiamento, o que acaba por limitar e reduzir a participação e intervenção dos jovens.
A par dos sucessivos ataques no sector dos transportes, o que condiciona e limita a mobilidade dos jovens, tem havido constantes aumentos dos títulos de transporte e o governo decidiu cortar os passes escolares.
Perante este cenário de graves ofensivas e dificuldades, a Ecolojovem – “Os Verdes” tem realizado um conjunto de acções direccionadas para os jovens e para os problemas específicos da juventude. Temos realizado reuniões e encontros por todo o país, de forma a contactar jovens de diferentes regiões e a tomar conhecimento dos problemas que os afectam.
Todos os anos temos realizado Acampamentos de Verão, em diferentes distritos e sob várias temáticas, como por exemplo a defesa da água, a produção nacional, a defesa da Arrábida, contra as assimetrias regionais, entre outros.
Os acampamentos representam um dos maiores momentos da Ecolojovem, onde participam companheiros e amigos de todo o país, onde podemos aprofundar conhecimentos, esclarecer, divulgar a acção e os objectivos da organização, sempre num ambiente de boa disposição, de partilha e de companheirismo.
O Acampamento deste ano já está marcado e será no distrito de Braga, de 22 a 26 de Agosto.
A Ecolojovem, que tem integrado as plataformas que promovem os Acampamentos em defesa da Paz, realizados em Avis, tem participado activamente nesses acampamentos e nas várias iniciativas que têm sido realizadas.
Este ano, mais uma vez, estaremos presentes no Acampamento da Paz, fazendo parte da Plataforma “Juventude com futuro é com a Constituição do presente.
A Ecolojovem tem ainda marcado presença em vários eventos e manifestações como as de estudantes e de jovens trabalhadores.
Temos participado activamente nas actividades em órgãos onde estamos representados, como o Conselho Nacional de Juventude e a Federação de Jovens Verdes Europeus.
Participámos ainda no Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes, na África do Sul.
Também nas campanhas eleitorais a Ecolojovem tem desempenhado um papel relevante na divulgação, na informação, na mobilização e no reforço do projecto.
Temos uma publicação regular, o Ecoboletim, onde se encontram posições sobre vários assuntos que afetam directamente os jovens.
Criámos um blogue que actualizamos regularmente com propostas, tomadas de posição e divulgação de iniciativas.
Na Folha Verde, a publicação de «Os Verdes», temos igualmente um espaço próprio onde temos um artigo de opinião, que num regime de rotatividade tem contado com a participação de vários companheiros.
Companheiros, não podemos deixar de referir que todo este trabalho não seria possível sem a dedicação e o empenho de todos os companheiros da Ecolojovem e dos companheiros que ao longo dos tempos fizeram parte da organização.
A Ecolojovem não conseguiria fazer o trabalho que tem feito sem «Os Verdes» e o apoio e cooperação que têm estado sempre presentes.
Reforçar a Ecolojovem é contribuir para que «Os Verdes» sejam cada vez mais fortes!
E a Ecolojovem tem dado um importante contributo na angariação e mobilização de novos membros. Juntos vamos transformar a indignação em acção e ser a força de esperança e de mudança, ser a força irreverente e criativa, sempre com espírito de participação, de iniciativa, de afirmação e de responsabilidade individual e colectiva.
O Partido Ecologista «Os Verdes» pode continuar a contar com a Ecolojovem no reforço da acção ecologista.
Os jovens podem continuar a contar com a Ecolojovem por um presente e um futuro melhores.
Viva a Juventude!
Viva a Ecolojovem - «Os Verdes»!
Viva o Partido Ecologista «Os Verdes»

Video Ecolojovem XII Convenção

“Os Verdes” querem números concretos quanto ao abandono do ensino superior e expulsão de residências


A Deputada Heloísa Apolónia, do Grupo Parlamentar “Os Verdes”, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Educação e Ciência, sobre o abandono de estudantes do ensino superior por falta de condições económicas, uma realidade extremamente preocupante que se tem vindo a intensificar. A deputada ecologista questiona ainda sobre a expulsão de estudantes de residências universitárias por falta de pagamento das mensalidades.

Pergunta:

O abandono de estudantes do ensino superior, por manifesta falta de condições económicas para prosseguir os seus estudos, é uma realidade que se está a intensificar, segundo nos relatam diversos agentes das comunidades universitárias do país. Esta situação é resultado das políticas estranguladoras de capacidade de “sobrevivência” de muitas famílias, mas também de uma lei, com implicação direta na atribuição de bolsas de estudo, que reduziu o número de alunos com acesso às mesmas.

O Governo continua, contudo, insistentemente a referir que não tem números concretos sobre essa realidade de abandono do ensino superior. Ora, é este desconhecimento, que julgo até desejado pelo Executivo, que vai conformando e justificando a sua falta de intervenção, perante uma realidade absolutamente preocupante, não apenas para os estudantes em causa, mas também para o país que nega aos seus elementos capacidade de formação e qualificação, indo, inclusivamente, contra o princípio constitucional de que ninguém pode ser discriminado em função da sua condição económica.

Houve, entretanto, denúncias públicas sobre a dificuldade de pagamento de mensalidades relativas a residências universitárias, tendo até a Cáritas afirmado que há estudantes a ser expulsos de certas residências universitárias por não pagamento das mensalidades devidas. Certo é que diversos responsáveis pelos serviços sociais de várias universidades portuguesas, não confirmando o facto de ter havido estudantes expulsos de residências universitárias, confirmam, contudo, que o número de estudantes com pagamentos em atraso, e manifesta dificuldade em proceder a esse pagamento, é cada vez maior.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Exa A Presidente da Assembleia da República que remeta ao Ministério da Educação e da Ciência a presente Pergunta, de modo a que me possa ser facultada a seguinte informação:

  1. Que medidas está o Ministério a tomar no sentido de conhecer a realidade do abandono do ensino superior, designadamente aquela que resulta de dificuldades económicas?
  2. Que palavras/justificação/recomendação dirigiria o Ministério da Educação a um estudante que abandona o ensino superior por carências económicas (tendo sempre em conta o texto da Constituição da República Portuguesa)?
  3. Há algum(uns) estudante(s) expulso(s) de uma residência universitária pelo facto de não ter(em) procedido ao seu pagamento? Se sim, onde?
  4. Que conhecimento tem o Governo da realidade do atraso de pagamento de mensalidades de residências universitárias por parte de estudantes do ensino superior? É uma realidade crescente?


O Grupo Parlamentar “Os Verdes”

Lisboa, 24 de Abril de 2012


Reunião da Ecolojovem - «Os Verdes» em Lisboa



No dia 31 de Março, a Ecolojovem reuniu em Lisboa, com o objectivo de preparar a XII Convenção do Partido Ecologista “Os Verdes” e debater várias questões, nomeadamente a grave situação de desemprego que afecta os jovens portugueses.
Neste encontro, começámos também a preparar o Acampamento deste ano, que será no distrito de Braga, de 22 a 26 de Agosto.

XII Convenção do Partido Ecologista "Os Verdes" - 18 e 19 de Maio, Lisboa


XII Convenção do Partido Ecologista "Os Verdes"
18 e 19 de Maio, no ISEG, em Lisboa

DA INDIGNAÇÃO À ACÇÃO.
OS VERDES,
UMA FORÇA DE ESPERANÇA,
UMA FORÇA DE MUDANÇA.