Saudações a todos os companheiros e companheiras, uma forte saudação a todo o STAAF que permitiu o grande êxito desta XII convenção do Partido Ecologista os Verdes. Um muito obrigado.
Juventude do Partido Ecologista «Os Verdes» - Jovens a Pensar Global e a Agir Local -
XII Convenção do Partido Ecologista "Os Verdes" - Intervenção sobre a situação política nacional
Saudações a todos os companheiros e companheiras, uma forte saudação a todo o STAAF que permitiu o grande êxito desta XII convenção do Partido Ecologista os Verdes. Um muito obrigado.
Alverca – Escola Secundária Infante Dom Pedro
O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar “Os Verdes”, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Educação e Ciência, sobre o pagamento de renda, por este Ministério, relativo à antiga Escola Secundária Infante Dom Pedro, situada em Alverca e desativada desde Abril de 2010.
PERGUNTA:
Num período em que é exigido a todos os Portugueses cada vez mais sacrifícios, o Grupo Parlamentar do Partido Ecologista “Os Verdes” tomou conhecimento, através de um órgão de comunicação social, que o Ministério da Educação e Ciência continua a pagar uma renda de um estabelecimento de ensino que encerrou em Abril de 2010.
O estabelecimento de ensino, a antiga escola Secundária Infante Dom Pedro, situado no centro de Alverca, concelho de Vila Franca de Xira, está ao abandono, tem sido vandalizado, por várias vezes, tem sido local de pernoita para várias pessoas e está a gerar um clima de insegurança e preocupação junto da população.
Segundo o órgão de comunicação social a Junta de Freguesia de Alverca já questionou a Direção Regional Educação de Lisboa e Vale do Tejo (DRELVT) e nada foi feito.
Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Exª a Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte Pergunta, para que o Ministério da Educação e Ciência possa prestar os seguintes esclarecimentos:
2 – Qual é o valor da renda em questão?
3 – Os pré-frabricados são propriedade do Ministério da Educação e Ciência?
4 – Qual a desvalorização, devido aos atos de vandalismo, que sofreram os pré-fabricados?
O Grupo Parlamentar “Os Verdes”
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
Lisboa, 26 de Maio de 2012
Intervenção da Ecolojovem na XII Convenção do Partido Ecologista «Os Verdes»
Companheiros e Amigos,
Caros delegados e estimados convidados:
A Ecolojovem – «Os Verdes», a organização de juventude do Partido Ecologista «Os Verdes», ao longo dos seus 23 anos de existência, tem-se dedicado a questões específicas da juventude, fazendo, de uma maneira muito própria, a discussão de temas que afectam os jovens, sendo um espaço de diálogo, de reflexão, de convívio e de acção, actuando com base no programa e nos objectivos do Partido.
Apresentamos soluções e propostas possíveis de cumprir e de concretizar.
Temos lutado pela construção de uma sociedade sem exploração, sem injustiças e desigualdades, onde a juventude possa ver concretizados os seus sonhos e aspirações e ter um futuro melhor!
A Ecolojovem acredita que a transformação da sociedade passa, fundamentalmente, pela participação e intervenção dos jovens.
E, para isso, não basta conhecermos a realidade.
É preciso agir em todos os locais onde possamos encontrar jovens.
É preciso ir onde estão os jovens e contactá-los.
O papel de cada jovem ecologista tem de ser o de esclarecer, alertar e mobilizar.
Principalmente numa altura em que os jovens vivem uma situação extremamente difícil, num contexto de crescentes ataques, a acção da Ecolojovem é, cada vez mais, a resposta necessária.
Têm sido ínúmeros os ataques, por parte dos sucessivos governos, a várias áreas que atingem os jovens.
E o actual governo PSD/CDS-PP tem-lo feito de forma violenta e cega.
No ensino os custos são cada vez mais elevados e os apoios cada vez menores, levando muitos jovens, diariamente, a abandonar o ensino.
Há estabelecimentos de ensino com falta de condições materiais e humanas.
O Estatuto do Aluno só serve para aumentar a repressão.
Estamos cada vez mais longe da escola pública, gratuita, de qualidade, democrática e para todos.
O desemprego atinge de forma brutal os jovens.
A precariedade afecta milhares de jovens e muitos vêem-se obrigados a abandonar o país porque cá não são criadas condições.
Os apoios à habitação são insuficientes o que faz com que os jovens não se consigam emancipar e sair de casa dos pais.
O desporto e a cultura são apenas para os que podem pagar.
O associativismo juvenil tem visto reduzido o seu financiamento, o que acaba por limitar e reduzir a participação e intervenção dos jovens.
A par dos sucessivos ataques no sector dos transportes, o que condiciona e limita a mobilidade dos jovens, tem havido constantes aumentos dos títulos de transporte e o governo decidiu cortar os passes escolares.
Perante este cenário de graves ofensivas e dificuldades, a Ecolojovem – “Os Verdes” tem realizado um conjunto de acções direccionadas para os jovens e para os problemas específicos da juventude. Temos realizado reuniões e encontros por todo o país, de forma a contactar jovens de diferentes regiões e a tomar conhecimento dos problemas que os afectam.
Todos os anos temos realizado Acampamentos de Verão, em diferentes distritos e sob várias temáticas, como por exemplo a defesa da água, a produção nacional, a defesa da Arrábida, contra as assimetrias regionais, entre outros.
Os acampamentos representam um dos maiores momentos da Ecolojovem, onde participam companheiros e amigos de todo o país, onde podemos aprofundar conhecimentos, esclarecer, divulgar a acção e os objectivos da organização, sempre num ambiente de boa disposição, de partilha e de companheirismo.
O Acampamento deste ano já está marcado e será no distrito de Braga, de 22 a 26 de Agosto.
A Ecolojovem, que tem integrado as plataformas que promovem os Acampamentos em defesa da Paz, realizados em Avis, tem participado activamente nesses acampamentos e nas várias iniciativas que têm sido realizadas.
Este ano, mais uma vez, estaremos presentes no Acampamento da Paz, fazendo parte da Plataforma “Juventude com futuro é com a Constituição do presente.
A Ecolojovem tem ainda marcado presença em vários eventos e manifestações como as de estudantes e de jovens trabalhadores.
Temos participado activamente nas actividades em órgãos onde estamos representados, como o Conselho Nacional de Juventude e a Federação de Jovens Verdes Europeus.
Participámos ainda no Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes, na África do Sul.
Também nas campanhas eleitorais a Ecolojovem tem desempenhado um papel relevante na divulgação, na informação, na mobilização e no reforço do projecto.
Temos uma publicação regular, o Ecoboletim, onde se encontram posições sobre vários assuntos que afetam directamente os jovens.
Criámos um blogue que actualizamos regularmente com propostas, tomadas de posição e divulgação de iniciativas.
Na Folha Verde, a publicação de «Os Verdes», temos igualmente um espaço próprio onde temos um artigo de opinião, que num regime de rotatividade tem contado com a participação de vários companheiros.
Companheiros, não podemos deixar de referir que todo este trabalho não seria possível sem a dedicação e o empenho de todos os companheiros da Ecolojovem e dos companheiros que ao longo dos tempos fizeram parte da organização.
A Ecolojovem não conseguiria fazer o trabalho que tem feito sem «Os Verdes» e o apoio e cooperação que têm estado sempre presentes.
Reforçar a Ecolojovem é contribuir para que «Os Verdes» sejam cada vez mais fortes!
E a Ecolojovem tem dado um importante contributo na angariação e mobilização de novos membros. Juntos vamos transformar a indignação em acção e ser a força de esperança e de mudança, ser a força irreverente e criativa, sempre com espírito de participação, de iniciativa, de afirmação e de responsabilidade individual e colectiva.
O Partido Ecologista «Os Verdes» pode continuar a contar com a Ecolojovem no reforço da acção ecologista.
Os jovens podem continuar a contar com a Ecolojovem por um presente e um futuro melhores.
Viva a Juventude!
Viva a Ecolojovem - «Os Verdes»!
Viva o Partido Ecologista «Os Verdes»
“Os Verdes” querem números concretos quanto ao abandono do ensino superior e expulsão de residências
- Que medidas está o Ministério a tomar no sentido de conhecer a realidade do abandono do ensino superior, designadamente aquela que resulta de dificuldades económicas?
- Que palavras/justificação/recomendação dirigiria o Ministério da Educação a um estudante que abandona o ensino superior por carências económicas (tendo sempre em conta o texto da Constituição da República Portuguesa)?
- Há algum(uns) estudante(s) expulso(s) de uma residência universitária pelo facto de não ter(em) procedido ao seu pagamento? Se sim, onde?
- Que conhecimento tem o Governo da realidade do atraso de pagamento de mensalidades de residências universitárias por parte de estudantes do ensino superior? É uma realidade crescente?
Reunião da Ecolojovem - «Os Verdes» em Lisboa
XII Convenção do Partido Ecologista "Os Verdes" - 18 e 19 de Maio, Lisboa
“Os Verdes” solidários com acampamento em Foz Tua

O Partido Ecologista “Os Verdes” está solidário com o acampamento que se está a realizar, promovido por jovens ecologistas, em Foz Tua, contra a barragem de Foz Tua, contra a destruição irreparável do Vale do Tua e da histórica e emblemática Linha Ferroviária do Tua e ainda contra os impactos muito negativos sobre a paisagem do Alto Douro Vinhateiro, caso a Barragem se venha a concretizar.
“Os Verdes” não podem deixar ainda de relembrar que, para além destes impactos mais visíveis, esta Barragem contribuirá para a degradação da qualidade da água, tão importante nesta região, para a erosão das encostas e para o roubo de inertes à orla costeira, e ainda para um empobrecimento significativo da biodiversidade. Isto para além dos impactos socioeconómicos negativos que esta Barragem irá trazer ao isolar ainda mais os concelhos do Vale do Tua do resto do país, cortando definitivamente a sua ligação à rede ferroviária nacional.
Por todas estas causas, “Os Verdes” estão solidários com esta iniciativa, apoiada pelas associações de ambiente, e marcarão presença, através de uma delegação da direção nacional do PEV, que inclui a dirigente Manuela Cunha, e de jovens da Ecolojovem-“Os Verdes” que irão participar na marcha e concentração de amanhã.
Apelo do Encontro "Juventude com Futuro É com a Constituição do Presente!"

Reafirmamos que é na Constituição do presente, exercendo-a, cumprindo-a e respeitando-a, que estão as soluções fundamentais que dão resposta aos problemas, anseios e direitos da juventude.
Reafirmamos a nossa vontade de defender e exigir que se cumpra a Constituição da República Portuguesa.
Para nós a única inevitabilidade (da qual não abdicamos) é a do direito ao acesso ao ensino, formação profissional e à cultura; acesso ao primeiro emprego, trabalho e segurança social; acesso à habitação, à educação física e ao desporto; acesso e aproveitamento dos tempos livres; direitos conquistados pelo povo e a juventude, inscritos na Constituição da República Portuguesa, particularmente no seu artigo 70 em que se consagra a protecção especial aos jovens na concretização destes direitos.
Mas que protecção especial é esta que nos é dada em Portugal onde mais de 35% dos jovens até aos 25 anos estão desempregados, milhares trabalham na extrema precariedade, com falsos recibos verdes e contratos a prazo; onde milhares de jovens são empurrados para a emigração?; onde o acesso à Educação é negado a milhares por via dos elevados custos de frequência, pela privatização da Escola Pública?; que protecção especial é esta onde a destruição de serviços públicos essenciais, impede que muitos jovens tenham acesso à saúde, ao planeamento familiar?; onde vigoram a desregulamentação do horário de trabalho, baixos salários e o brutal aumento do custo de vida?; onde sucessivos cortes e ataques ao direito à habitação fazem da emancipação juvenil, particularmente para os jovens casais, um horizonte cada vez mais longínquo?; onde o acesso à cultura, ao desporto e à criação artística é, cada vez mais, privilégio daqueles que podem pagar por isso?; que protecção especial é esta onde todos dias crescem limitações e estrangulamentos ao associativismo juvenil?; que protecção especial é esta onde sucessivos governos, em profundo desrespeito pela Constituição da República, condenaram as novas gerações à pobreza, à instabilidade, à extrema dificuldade em se autonomizarem e à infelicidade?
Rejeitamos este caminho, pois acreditamos que é possível uma sociedade onde a dignidade do ser humano seja um valor supremo, e como tal, os direitos sejam integralmente respeitados.
Temos as forças, o conhecimento, a criatividade e a determinação para fazer valer a aplicação da Constituição da República.
Temos esta convicção e devemo-la a todos aqueles que com a sua luta, coragem e vontade tanto lutaram pela democracia e para que a lei fundamental do país nos abrisse um rumo de direitos políticos, sociais, económicos e culturais, um rumo de uma vida digna e feliz.
Continuar esta luta e reforçá-la é tarefa essencial para as organizações que se guiam por princípios democráticos e pretendem ser participantes activas na construção de um futuro melhor para os jovens. Temos o direito de resistir à destruição do nosso país, à entrega dos recursos que são de todos para as mãos de uma minoria, que mais não visa do que obter lucros daquilo que são importantes bens e serviços públicos e que devem estar ao serviço do bem comum (água, luz, transportes, etc.). Não nos resignamos, nem nos conformamos! Rejeitamos que o nosso futuro seja emigrar e deixar para trás o nosso país! Rejeitamos as políticas de destruição do associativismo juvenil, espaço privilegiado de intervenção social. Temos o direito a viver num país onde sejam efectivamente salvaguardados os direitos definidos na Constituição Portuguesa a quem estuda, trabalha, participa numa associação, pratica desporto ou produz cultura, num país de paz e cooperação com os outros povos, num país com qualidade de vida, progresso, justiça social e um desenvolvimento integrado e sustentável!
A Constituição estabelece que Portugal se rege pelo princípio da resolução pacífica dos conflitos e proclama a abolição de quaisquer formas de agressão, domínio e exploração nas relações entre os povos, bem como o desarmamento geral e a dissolução dos blocos político-militares. Numa altura em que a guerra é uma ameaça constante e um perigo iminente, com todas as consequências que daí advêm para os povos e juventude de todo o mundo, e em que Portugal, membro do Conselho de Segurança da ONU e da NATO, assume uma postura conivente com as ingerências e agressões militares, apelamos a uma grande afirmação dos valores da paz e da solidariedade entre os povos e para que façamos nos dias 27, 28 e 29 de Julho na barragem do Maranhão, em Avis, mais um grande acampamento nacional Pela Paz.
A Constituição define que as crianças gozam de protecção por parte da sociedade e do Estado, nomeadamente em relação ao trabalho infantil. Com o alargamento da escolaridade obrigatória para o 12.º ano, a idade escolar, que define o que se considera trabalho infantil, também alarga para os 18 anos. Neste ano em que se assinala o 10.º aniversário do Dia Internacional Contra o Trabalho Infantil, a 12 de Junho, exigimos que se conheça a situação actual da criança em Portugal, no seu acesso à escola e na sua protecção em relação ao trabalho infantil.
Em cada escola, em cada organização e associação juvenis, nos locais de trabalho e em grupos informais em que estamos presentes todos os dias, falemos com os que se encontram à nossa volta, descontentes com a situação de destruição de direitos constitucionais em que nos encontramos e com o incumprimento de deveres por parte de muitos, partilhando a nossa confiança nas vitórias que conseguimos com as acções desenvolvidas e no papel fundamental de cada um de nós para a construção de um país que sirva os interesses das jovens gerações.
Somos a geração do presente, queremos participar na construção do nosso futuro e do futuro do país.
Apelamos a que todos e cada um se envolvam no assinalar do 50.º aniversário do 24 de Março, transformando o Dia Nacional do Estudante em momentos de afirmação do direito à educação, em particular nas acções já marcadas para os dias 20 e 21 de Março de estudantes do ensino superior e secundário, respectivamente.
Apelamos a que todos e cada um transformem o dia 28 de Março num dia de luta da juventude e dos seus direitos, assinalando das mais diversas formas o Dia Nacional da Juventude.
Apelamos a que todos os jovens trabalhadores, independentemente dos seus vínculos, ou mesmo estando em situação de desemprego, que querem trabalhar, exigem direitos e recusam o caminho em curso, se associem e adiram à Greve Geral convocada pela CGTP-IN para dia 22 de Março e que no dia 31 de Março encham as ruas de Lisboa com as suas reivindicações.
Apelamos a que todos transformem as comemorações populares do 25 de Abril e do 1.º de Maio em enormes dias de afirmação dos valores da Revolução, de rejeição da ideia de que temos de viver pior e de defesa dos direitos conquistados.
Apelamos aos jovens para que, através destas e outras formas de intervenção e participação no movimento associativo juvenil, se possam unir e contribuir verdadeiramente para a construção da mudança. Só em conjunto e através de acções transformadoras poderemos reforçar a nossa Constituição!






















