Degradação de placas de amianto em escola de Monforte motiva pergunta de "Os Verdes"

No seguimento de uma deslocação realizada na semana passada a Monforte, a Deputada Heloísa Apolónia, do Grupo Parlamentar “Os Verdes”, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que pede esclarecimentos ao Governo, através do Ministério da Educação, sobre a degradação de coberturas de amianto na escola básica de Monforte (Agrupamento de Escolas de Monforte), no distrito de Portalegre .
As placas de cobertura de todos os pavilhões e telheiros do espaço exterior deste estabelecimento de ensino estão amplamente danificadas. Na sequência do mau tempo de Fevereiro, algumas das placas partiram-se e a sala de professores foi deslocada para o ginásio. Esta situação leva a crer que o Ministério da Educação não tem acompanhado de perto este grave problema de saúde pública, conforme garantiu em resposta a uma pergunta de Janeiro deste ano da Deputada Heloísa, sobre o mesmo assunto.
PERGUNTA:
Na semana passada desloquei-me ao agrupamento de escolas de Monforte, onde tive oportunidade de visitar a escola básica de Monforte. É do conhecimento público que esta escola tem coberturas com placas de fibrocimento, contendo amianto, que como se sabe é uma substância altamente perigosa em termos de saúde pública, daí o facto de ter sido proibida em novas construções. Pese embora essa proibição mais recente, o certo é que o amianto foi usualmente aplicado em construções nas décadas de 60,70 e 80, o que significa que há muitos edifícios que ainda o contêm.
Ora, aquilo que tive oportunidade de verificar na referida escola de Monforte é que estas placas de cobertura de todos os pavilhões e telheiros do espaço exterior (vulgo recreio) estão amplamente danificadas: numas partes literalmente partidas e noutras totalmente esburacadas. Na sequência do mau tempo de Fevereiro deste ano, uma grande parte da placa de revestimento de uma parte de um pavilhão (correspondendo à localização da sala de professores) partiu completamente, podendo, neste momento, ser observada uma cobertura improvisada de plástico com sacos de areia a servir de peso para assegurar a fixação dos plásticos, o que levou os professores a ter que mudar o seu espaço/sala para o ginásio da escola (que não cumpre as funções de ginásio, portanto), no qual funcionam actualmente sala de professores e oficina em simultâneo, sem condições absolutamente nenhumas.
Nas salas de aula, quando o mau tempo acontece, chove lá dentro, o que comprova a danificação real das placas de cobertura com amianto.
É esta a situação que se vive na escola de Monforte. Todos os dias aquela comunidade escolar está num espaço interior e exterior com placas contendo amianto em total estado de degradação. Em Janeiro do presente ano eu dirigi ao Ministério da Educação uma Pergunta onde colocava um conjunto de questões sobre "amianto em edifícios escolares".
Em resposta a essa pergunta o Ministério da Educação garantiu-me que do universo de escolas avaliadas 50% continham amianto e que todas as situações estavam sobre controlo, não constituindo nenhuma real situação de perigo para a saúde dos utentes. Ocorre que não foi isso que se me ofereceu ver in loco em Monforte. Não há ninguém que chegue àquela escola e que possa garantir que aquela situação não constitui perigo no que toca à presença de amianto, tal não é o estado de degradação das coberturas, como referido. Significa isto que a situação não está controlada da forma como o Ministério garantiu.
Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Exa O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Ministério da Educação a presente pergunta, de modo a que me sejam prestados os seguintes esclarecimentos:
1. Qual foi o universo de escolas avaliadas, quanto à presença de amianto em edifícios escolares, que levou o Ministério da Educação a concluir que 50% contêm amianto? Ou seja, a quantas escolas correspondem esses 50%?
2. Tem o Ministério da Educação conhecimento do estado em que se encontram as coberturas da escola de Monforte?
3. Esta escola de Monforte corresponde ou não a uma urgência de intervenção?
4. Para quando se perspectiva uma intervenção nesta escola de Monforte?
5. Quantas vezes e quando foram, nos últimos 5 anos, feitas medições à libertação de partículas de amianto neste estabelecimento de ensino? Quando foi a última monitorização? A que resultados se chegou?

“OS VERDES” AGENDAM HOJE DEBATE DE ACTUALIDADE NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA SOBRE ENCERRAMENTO DE ESCOLAS COM MENOS DE 21 ALUNOS


O Partido Ecologista “Os Verdes” agendou para hoje, no plenário da Assembleia da República, um debate de actualidade sobre a decisão tomada ontem, em Conselho de Ministros, de encerramento de escolas que tenham menos de 21 alunos.
“Os Verdes” consideram que esta é uma medida tomada com um critério exclusivo e cego – o número de alunos – e que não atende às necessidades das próprias crianças. Má notícia dada no próprio dia internacional da criança!
A Ministra da Educação, através das declarações que ontem deu publicamente, deixou claro que a decisão está tomada sem que tenha havido qualquer criação prévia de condições e com a certeza de que o parque escolar não está preparado para esta reorganização.
Perguntam “Os Verdes” se vamos ter novos cenários de anos lectivos passados em contentores, com crianças a perder horas das suas semanas em longas viagens.
O PEV considera, ainda, que esta decisão vai intensificar as graves situações de despovoamento do interior, com graves implicações na potencialidade de desenvolvimento de diversas localidades.

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"Agir Verde por um Mundo Melhor" - Dia Ambiente 2010

No âmbito das comemorações do Dia Mundial do Ambiente, que se assinala a 5 de Junho, a Ecolojovem – “Os Verdes” está a organizar uma iniciativa durante esse fim-de-semana, no Parque de Campismo de Monsanto.
Estão previstas várias actividades no Parque, e no Sábado teremos uma acção conjunta com “Os Verdes” na Moita.
Sexta-feira, 4 de Junho (Monsanto)
Jantar livre
Conversa “Agir Verde por um Mundo Melhor”
Sábado, 5 de Junho (Moita e Monsanto)
Actividades na Moita em conjunto com o PEV sobre a soberania alimentar
(passeio, bicicletas, distribuição de documentos)
Almoço na Moita
Mercado com produtos locais
Jantar no Parque
Actividades no Parque
Domingo, 6 de Junho (Monsanto)
Actividades no Parque
Almoço livre
Contacta-nos para te inscreveres ou para mais informações:
Ecolojovem - «Os Verdes»
Rua da Boavista, Nº 83 - 3º Dto
1200 - 066 LisboaPortugal
Tel: 21 396 03 08 ou 21 396 02 91

Ecolojovem-«Os Verdes» participa na Assembleia Geral da Federação de Jovens Verdes Europeus (FYEG)

De 12 a 16 de Maio, teve lugar em Bratislava a Assembleia Geral da Federação de Jovens Verdes Europeus (FYEG).
A Ecolojovem-«Os Verdes» esteve representada por Júlio Sá e por Sónia Colaço.
Durante estes dias decorreu também a Spring Conference onde se debateram várias questões como sejam, o caminho para uma economia mais verde, mais sustentável, a educação com o Processo de Bolonha, e um debate sobre a energia nuclear.
Na Assembleia Geral foi eleito o novo comité executivo e votados vários documentos que irão delinear as futuras acções da FYEG.

Spring Conference

Spring Conference

Membros do Comité Executivo eleito na Assembleia Geral da FYEG

Novo nº da Contacto Verde já disponível


Políticas, valores naturais a apostas sociais

Nesta edição da Contacto Verde, o destaque vai para a decisão do Ministério do Ambiente de atribuir um parecer favorável condicionado ao aproveitamento hidroeléctrico do Fridão, a posição de “Os Verdes” e as iniciativas com que prometem avançar.
Na entrevista Maria João Dias, membro da Direcção da PATO, uma organização não governamental de ambiente com vasta actividade, dá a conhecer à Contacto Verde as iniciativas desta associação que tem intervido em defesa do Paul de Tornada e da Lagoa de Óbidos.
No Em debate aborda-se a situação da Lagoa de Óbidos e as iniciativas de “Os Verdes” pepla concretização de intervenções necessárias e pela sua classificação.

Ecolojovem subscreve apelo "Por um Mundo Livre de Armas Nucleares!"


Por um Mundo Livre de Armas Nucleares!
Tendo em conta a realização da Conferência de Revisão do Tratado de Não Proliferação Nuclear

A paz e a segurança mundial permanecem ameaçadas por 26.000 armas nucleares, prontas a utilizar ou armazenadas.
O horror de Hiroshima e Nagasaki recordam-nos que as armas nucleares destroem instantaneamente inúmeras vidas humanas, atormentam as gerações futuras e devastam as sociedades atingidas.
Os Hibakusha, os sobreviventes das bombas atómicas lançadas sobre o Japão em 1945, insistem na advertência que a humanidade não pode coexistir com as armas nucleares. Jamais deverá haver lugar à ameaça de tal crime se repetir em qualquer parte do mundo.
Pela sobrevivência da espécie humana, pelas gerações futuras, queremos um mundo livre de armas nucleares, que deve ser alcançado através de acções de cooperação internacional em prol da paz.
Com a realização da Conferencia de Revisão do Tratado de Não Proliferação Nuclear, que se reunirá sob os auspícios das Nações Unidas, em Nova York, de 3 a 28 de Maio, e tendo como objectivos banir de imediato o desenvolvimento e a instalação das armas nucleares e finalmente eliminá-las em todo o mundo, apelamos,
- A que os Estados detentores de armas nucleares declarem que não ameaçarão ou utilizarão a arma nuclear contra qualquer outro Estado;
- À total interdição dos ensaios nucleares e do desenvolvimento de armas nucleares
- À proibição da militarização do espaço
- A um compromisso universal e à concretização de acções efectivas e coerentes pelo desarmamento nuclear
- À interdição absoluta e à destruição de todas as armas nucleares e de destruição massiva, armas de terror e de extermínio em massa de populações
- À aplicação de medidas que promovam a segurança mundial, com a desmilitarização das relações internacionais e o desarmamento global e controlado.

PEV sobre o Estatuto do Aluno

juvenews 33

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Tempo de Antena do PEV

Novo nº da Contacto Verde


Direitos e prioridades

Nesta edição da Contacto Verde, o destaque vai para a Estratégia Nacional para a Energia 2020 e o necessário debate em seu torno que faltou e importa ainda realizar.
Na entrevista, Francisco Madeira Lopes, membro da Comissão Executiva do PEV, aborda o centenário da implantação da República, a Constituição da República Portuguesa e os direitos assegurados pelo 25 de Abril.
No Em debate Pedro Laranjeira escreve sobre o turismo naturista.

Ecolojovem-«Os Verdes» presente na Ovibeja

A Ecolojovem-«Os Verdes» esteve presente na Ovibeja 2010, onde contactou com os jovens e fez uma distribuição de documentos.
O documento entregue reflete as preocupações da Juventude Ecologista no que diz respeito às dificuldades sentidas actualmente pela juventude do nosso país.




Tempo de Antena do PEV


O Tempo de Antena de “Os Verdes” passa 4ª feira,

dia 5 de Maio, na RTP1, antes do Telejornal.

Não percas!

Ecolojovem – “Os Verdes” debate a violência nas escolas

A Ecolojovem – “Os Verdes” reuniu no Porto para debater a violência nas escolas, fenómeno que tem vindo a aumentar de ano para ano e que cada vez atinge mais jovens.
A violência escolar deve ser analisada não só tendo em conta os comportamentos e características dos jovens, como também a realidade das escolas e da sociedade em geral.
Efectivamente, a degradação das condições humanas e materiais adequadas, a falta de profissionais docentes e não-docentes, a insuficiência de actividades lúdicas e pedagógicas, e a extensa dimensão das turmas, acabam por estar relacionadas com o aumento das situações de violência no meio escolar.
O número de casos de bullying é muito preocupante, e devem ser implementadas medidas que permitam às escolas ser um local seguro de aprendizagem e de formação, onde os jovens possam conviver num ambiente livre, inclusivo, saudável e democrático.
As sanções e punições, isoladamente, não são a solução para este problema. A Ecolojovem – “Os Verdes” entende que o combate à violência nas escolas deve também passar pela criação de um ambiente escolar saudável que proporcione a todos bem-estar e motivação. Todas as acções a aplicar têm de ser acompanhadas de medidas políticas no âmbito educativo e social.
Tem-se vindo a comprovar que as medidas autoritárias do Estatuto do Aluno em nada vieram resolver ou reduzir o problema, pois, tal como a Ecolojovem – “Os Verdes” sempre defendeu é necessário um verdadeiro investimento nos alunos e em toda a comunidade escolar e nas escolas.
Para tal, é imprescindível que as escolas estejam dotadas de gabinetes pedagógicos, constituídos por vários profissionais como psicólogos, educadores sociais, animadores socioculturais, assistentes sociais e professores, e que inclua também os alunos.
É também importante realçar o papel activo que as associações de estudantes devem ter na defesa dos direitos dos alunos, de modo a auxiliar e alertar a comunidade escolar para este problema.
A Ecolojovem – “Os Verdes” considera que só com a aplicação de efectivas medidas educativas e sociais, que abranjam os estudantes, mas também a escola e o meio em que se insere, se conseguirá a resolução deste fenómeno complexo.

A Ecolojovem – “Os Verdes”
Abril 2010