Debate "Os Jovens e a Europa"


Realizou-se ontem um debate sobre os Jovens e a Europa, promovido pela Junta de Freguesia de Cacilhas, no auditório da Escola Secundária Cacilhas-Tejo.

Tendo em conta a proximidade das eleições Europeias - 7 de Junho - este debate teve como objectivo informar a população em geral, mas mais concretamente os jovens, sobre estas eleições, qual a influência das decisões da União Europeia cá em Portugal e qual a postura dos jovens perante este processo.

"Os Verdes" denunciaram o modelo de construção europeia que se tem vindo a fazer: anti-democrático, federalista, militarista e ao serviço dos interesses das grandes potências.

As políticas que tanto prejudicam a vida dos jovens, e da população em geral, aprovadas no Parlamento Europeu têm tido o apoio dos eurodeputados do PS, do PSD e do CDS-PP. Políticas essas que cá têm sido implementadas pelos sucessivos governos nacionais.

Lá como cá, são os mesmos que optam por medidas que tanto dificultam a vida dos jovens: no ensino, na habitação, no emprego, no associativismo...

Lá como cá, são os deputados da CDU que defendem os interesses de Portugal, que defendem a produção nacional, os serviços públicos, que defendem os jovens, os estudantes e os trabalhadores.

"Os Verdes" condenaram ainda o facto de não haver reais políticas de juventude, de se implementarem medidas que prejudicam os jovens, que adiam, dificultam e impossibilitam a sua emancipação (desemprego, baixos salários, falta de apoios para habitação...).

É possível termos uma Europa e um Portugal mais verdes e mais sustentáveis, e por isso defendemos uma sustentabilidade social, política, económica e ambiental.

Só assim teremos uma juventude com direitos, só assim é possível a emancipação e realização dos jovens.

Marcha CDU: é hoje!!

É já hoje a grande Marcha da CDU sob o lema «Protesto, Confiança e Luta! Nova política – Uma vida melhor».
Participa e junta-te a nós!
O ponto de encontro será na esquina do Saldanha com a Av. Casal Ribeiro, pelas 14.30h.

Europeias 2009 - Documento da Ecolojovem-«Os Verdes»



Estão previstas várias distribuições a nível nacional!
Contacta-nos e junta-te a nós!
Por uma Europa Verde!!!

Um video porreiro...

Papiroflexia from Joaquin Baldwin on Vimeo.

As 10 Razões para Votar VERDE!!!

7 de Junho
Eleições para o Parlamento Europeu
10 Razões para Votar Verde
O Voto Verde, é o Voto na CDU

1 – Construir uma Europa para Todos. Não ao Tratado de Lisboa.
O projecto da União Europeia foi-se desenvolvendo em torno de si mesmo e os centros de poder foram-se afastando cada vez mais dos cidadãos. Os Governos e Estados foram transferindo cada vez mais soberania e capacidade de decisão. A União Europeia tornou-se arena para um mercado neoliberal e selvagem onde os grandes estados, nomeadamente o eixo franco-alemão juntamente com a Inglaterra, determinam o desenvolvimento dos restantes. O tratado de Lisboa, aprovado à revelia dos cidadãos, violando o PS a promessa eleitoral da realização do Referendo, agrava esse défice democrático e empurra a União Europeia para um instrumento nas mãos de grandes sectores económicos e para a sua constituição em bloco militar.

- “Os Verdes” e a CDU defendem uma União Europeia formada por estados-membros soberanos, com direitos iguais entre si e solidários. Defendemos o princípio de um país / um voto no Conselho e na Comissão Europeias e a rotatividade da Presidência Europeia;

- Defendemos o reforço do papel dos Parlamentos Nacionais nas políticas comunitárias e da sua cooperação com o Parlamento Europeu;

- Defendemos o desenvolvimento de condições para maior participação dos cidadãos na construção da União Europeia.
2 – Por Uma Revolução Energética. Nuclear, Não Obrigado.
A liberalização do mercado eléctrico e do gás fomenta a concentração da produção eléctrica em grandes grupos económicos privados, fora do controlo democrático dos Estados, numa estratégia de monopólio pan-europeu com base numa política de crescente produção eléctrica desligada duma política de poupança, eficiência e sustentabilidade, levando consequentemente à produção e venda para o desperdício. Os lucros energéticos, nos últimos anos e apesar das crises têm crescido vergonhosamente à custa duma lógica de mercado e política de preços que penaliza injustamente os consumidores e as empresas. Esta lógica leva não só ao agravamento dos gases com efeito de estufa como tende para soluções desastrosas do ponto de vista ambiental, como a justificação de construção de mais barragens, ou até de centrais nucleares, numa lógica de competitividade e de conquista de mercados energéticos que servem não para satisfazer as necessidades das populações e dos sectores produtivos mas antes para um crescendo insustentável do enriquecimento.

- “Os Verdes” e a CDU defendem a detenção pelo Estado da produção e distribuição eléctrica e utilização dos lucros do sector para o desenvolvimento de planos de eficiência e poupança energéticas;

- Defendemos a sustentabilidade da produção eléctrica com base em fontes renováveis;

- Defendemos a descentralização da produção e proximidade ao consumo, evitando-se os grandes centros electroprodutores e as grandes perdas energéticas no transporte de electricidade e a necessidade de implantação de redes de muito alta tensão que têm impactes na saúde pública;

- Opomo-nos à construção de mais centrais nucleares na Europa e defendemos a progressiva desactivação das existentes.
3 – Pela defesa dos Transportes Públicos. Por uma Mobilidade Saudável.
Os transportes públicos não podem ficar subjugados à lógica de mercado e do lucro, resultando na perda da sua função pública e empurrado os cidadãos cada vez mais para a utilização do automóvel. O crescente aumento da circulação automóvel tem sido um dos maiores responsáveis pelo aumento dos Gases com Efeito de Estufa (GEE) e pelo agravamento das alterações climáticas, da qualidade do ar e das doenças do foro respiratório e da desumanização do meio urbano. Por outro lado mantém-nos dependentes e reféns do petróleo e da flutuação dos seus preços.

- “Os Verdes” e a CDU defendem a gestão pública dos transportes públicos colectivos de passageiros, com preços socialmente justos e a generalização do passe social;

- Defendemos a intermodalidade, simplificação na bilhética e o apoio prioritário à ferrovia convencional e sua revitalização em todo o país;Defendemos a criação de pistas cicláveis e pedonais nas zonas urbanas e interurbanas e o investimento na rede transeuropeia de ciclovias;

- Defendemos a progressiva transferência do transporte de mercadorias para a ferrovia ou via marítima, reduzindo-se a importância da rodovia.
4 - Produzir Local, Consumir Local. Por uma Agricultura Sustentável.
Portugal, com a adesão à União Europeia, foi perdendo a sua soberania alimentar e se em 1986 importava cerca de 25% do que consumia, hoje esse valor ascende a 75%. Na realidade, os sectores produtivos, em grande parte a agricultura e as pescas, foram perdendo expressão face a uma intrusão fortemente agressiva das economias mais fortes apoiada pela UE. Como consequência, a nossa economia ficou mais frágil, dependemos mais do exterior, perdemos postos de trabalho, agravou-se o despovoamento e as assimetrias regionais, mas também a poluição atmosférica e o efeito de estufa graças ao aumento vertiginoso do transporte de mercadorias.

- “Os verdes” e a CDU defendem um maior apoio e protecção às pequenas e médias produções agrícolas, mais adaptadas às especificidades do clima e solos do país, com vantagens ambientais e geradoras de riqueza para a economia local;

- Defendemos uma Europa Livre de OGM’s, e o apoio à agricultura biológica;Queremos uma efectiva utilização dos fundos comunitários para o desenvolvimento agrícola e económico, evitando-se o retorno recorrente dos fundos que não chegam a ser utilizados;

- Defendemos a soberania portuguesa sobre as águas marítimas nacionais e o apoio às artes de pesca tradicionais, menos nefastas para os ecossistemas marinhos.
5 – Pelo Direito à Água. Não à sua Privatização.
A água é o elemento natural fundamental à vida e fundamental ao desenvolvimento económico. Todos devem ter direito à água pelo que a sua exploração e gestão não pode estar sujeita à lógica económica dos mercados, que apenas se regem com o objectivo do lucro. O processo de privatização da água em curso é uma grave ameaça ao acesso de todos à água.

- “Os verdes” e a CDU defendem a consagração da propriedade comum da água e da igualdade de direito ao seu usufruto como direito de cidadania;

- Defendemos a gestão pública e integrada da água a preços justos e com serviço de qualidade;

- Defendemos o planeamento integrado dos recursos hídricos com protecção das bacias, nascentes, rios, zonas húmidas e dos ecossistemas ripícolas;

- Defendemos a promoção do reaproveitamento das águas residuais tratadas para os fins adequados de rega e limpeza.
6 – Pela Defesa do Serviço Público. Pela Valorização do Papel do Estado.
Serviços fundamentais como saúde, educação, água, energia e transportes não podem estar sujeitos à lógica do mercado privado, que se norteia por uma filosofia de lucro à custa de um bom serviço, da qualidade de vida e sustentabilidade ambiental e social do país e da União Europeia. Todos os cidadãos têm o direito a poderem usufruir dos serviços fundamentais à sua sobrevivência e qualidade de vida. O Estado deve, além disso, garantir a sua capacidade de intervenção adequada nos sectores fundamentais para a sustentabilidade da economia e das empresas do país.

- "Os verdes” e a CDU defendem a escola pública e o ensino gratuito a todos os níveis, incluindo o universitário, com forte componente de investigação aplicada;

- Defendemos o SNS com gestão pública, com serviços descentralizados, garantindo a todos e em todo o território, o acesso equitativo e em tempo útil aos cuidados de saúde;

- Defendemos a gestão pública do sector electroprodutor, descentralizado, com ênfase na poupança e eficiência energética e na diversidade de fontes renováveis e endógenas e sustentáveis com maior incidência na tecnologia solar;Defendemos a gestão pública dos transportes públicos, valorizando a ferrovia e o apoio à gestão municipal.
7 – Pela Protecção da Natureza. Não à Privatização da Biodioversidade.
Longe vai a imagem da União Europeia como o garante da defesa dos valores ambientais e naturais, nomeadamente com a rede Natura 2000. Essa imagem tem vindo a decair. Os programas de recuperação e defesa da biodiversidade no espaço europeu são cada vez mais operações pontuais de marketing e menos acções estruturantes e consequentes de defesa e protecção das espécies e seus habitats, em equilíbrio com a actividade humana. O recente desenvolvimento de programas como Business & Biodiversity que fazem depender a conservação da natureza da existência ou não de parceiros privados para o seu financiamento que, como tem acontecido em Portugal e com os sucessivos e drásticos cortes orçamentais do instituto da tutela, tem resultado no abandono e na perda de habitat e biodiversidade e na subjugação a lógicas de exploração e espoliação do património natural.

- “Os Verdes” e a CDU defendem a concretização e funcionamento da rede Natura 2000 e de parques e reservas com quadro de pessoal adequado e meios financeiros suficientes;

- Defendemos a criação de condições de apoio à tomada de decisões e ao envolvimento e participação das populações e autarquias abrangidas;

- Defendemos a recuperação da floresta autóctone e a salvaguarda de corredores ecológicos contínuos e interligados;

- Defendemos a protecção dos ecossistemas marinhos e a soberania nacional na ZEE portuguesa.
8 – Por direitos Iguais para Todos. A Diversidade é Fundamental à Vida.
As intolerâncias têm vindo a agravar-se, a insegurança e os ataques a direitos, liberdades e garantias intensificam-se. A Europa deve garantir o efectivo cumprimento dos direitos e da igualdade de oportunidades para todos. A igualdade entre homens e mulheres deve ser uma realidade. Os direitos dos imigrantes e dos refugiados devem ser salvaguardados e nenhuma minoria deve ser ignorada, maltratada ou rejeitada. A Europa tem de implementar políticas de igualdade e de integração.

- “Os Verdes” e a CDU defendem condições dignas para as populações com a defesa de direitos sociais e civis em todos os Estados Membros;

- Pela não discriminação independentemente do género, cor, religião ou orientação sexual;Pela remoção dos obstáculos materiais, legais e de mentalidade à plena participação das pessoas portadoras de deficiência;

- Por uma política de imigração de integração com direitos sociais no respeito pela diversidade cultural.
9 – Por Emprego com Direitos. Não à Precariedade e à Flexisegurança.
O desemprego é hoje o pior flagelo social que atinge Portugal, arrastando atrás de si o aumento do trabalho precário e sem direitos, da pobreza, miséria e exclusão social. A actual situação económica de crise que agravou drasticamente o desemprego e as falências (as verdadeiras e as oportunistas injustificadas), tem responsáveis naqueles que têm defendido as políticas de direita em que o Estado se abstém de intervir e se deixa ao Mercado ceifar tantas vítimas quantas forem reclamadas. Em Portugal, com o Código de Trabalho Bagão Félix / Vieira da Silva, como na Europa da Flexigurança ou da Directiva do Tempo de Trabalho, o caminho tem sido sempre o de sacrificar os direitos laborais e sociais em nome da competitividade.

- “Os Verdes” e a CDU defendem o emprego como um direito e o emprego com direitos, combatendo a precariedade e os falsos recibos verdes;Defendemos a convergência social e salarial europeia e o respeito dos direitos dos trabalhadores;

- Pelas 35 horas laborais semanais;

- Por melhores salários e pela recuperação do poder de compra.
10 – Pela Paz. Não à Militarização da Europa.
A história recente tem conhecido uma realidade de constantes ameaças, ocupações, e uma crescente militarização. Os conflitos agravam-se, a cultura do medo aumenta e a ameaça terrorista é semeada.Tem-se invocado o direito de defesa e de luta contra o terrorismo para invadir, ocupar e destruir, quando a principal e verdadeira razão é a afirmação imperial, o domínio e o controlo dos recursos e das riquezas. A Europa não deve apoiar nenhuma política que fomente a guerra, o recurso à violência para resolver os conflitos. Deve actuar no sentido de implementar uma política de paz.

- “Os Verdes” e a CDU defendem uma Europa de Paz, de amizade, de cooperação e de solidariedade entre os povos;

- Pela desmilitarização e pelo desarmamento na Europa, pela proibição de armas nucleares e outras armas de destruição massiva;Pelo fim da NATO e pelo reforço e valorização do papel da ONU na resolução de conflitos e entendimento entre estados;

- Pelo efectivo cumprimento da Carta das Nações Unidas e do Direito Internacional.

Dia 7 de Junho Vota Verde, Vota CDU!
Por uma Europa para Todos!

Já disponível novo nº da Contacto Verde


Na Contacto Verde Nº 64 o destaque vai para a nova legislação que altera o Regime Geral dos Bens do Domínio Público, aprovada no passado dia 7 de Maio e que tem sido amplamente contestada por vários sectores da sociedade.
Na entrevista Philippe Lamberts, porta-voz dos Verdes Europeus dá a conhecer melhor o Novo Acordo Verde para a Europa.
No Em debate, escreve-se sobre a reacção ecologista ao recente aval dado pelo Ministro do Ambiente à barragem da foz do Tua.

Nesta Contacto Verde podes encontar mais algumas informações sobre iniciativas da Ecolojovem e de "Os Verdes".

Para consultar este nº da newsletter:http://www.osverdes.pt/contactov.asp?edt=64
Se quiseres consultar outros números: http://www.osverdes.pt/contactov.asp
Caso pretendas receber a newsletter envia um email para

Iniciativa JCDU - Animação Musical

Intervenção de Cláudia Madeira, Candidata dos Verdes nas listas CDU ao Parlamento Europeu

Amigos e companheiros!
Boa tarde a todos os que aqui estão hoje nesta iniciativa da Juventude CDU!
Saúdo todos os membros e amigos da JCP, da Ecolojovem e independentes.
É com muito orgulho e empenho que a Ecolojovem – “Os Verdes” integra a Juventude CDU. Acreditamos que neste espaço há o entendimento, a força e a vontade de trabalhar rumo a uma mudança necessária.
A situação que vivemos hoje faz com que esta mudança seja cada vez mais necessária, urgente e inadiável.
Este ano teremos três actos eleitorais, começando pelas eleições para o Parlamento Europeu, já no dia 7 de Junho; portanto daqui a menos de um mês.
Na CDU encontramos o espaço da juventude que se preocupa, que se interessa e que luta pelos seus direitos, que luta por uma vida melhor.
A CDU reconhece nos jovens a força e a capacidade de mudança, sabe que os jovens são elementos que transformam a sociedade, que não encaram as situações como sendo inevitáveis, mas sim como situações que podem e devem ser combatidas e alteradas.
Exactamente por isso, encontramos nas listas da Coligação Democrática Unitária vários candidatos jovens. Para levar a voz dos jovens onde ela é necessária: nas autarquias, na Assembleia da República e no Parlamento Europeu.
A Juventude CDU, composta pela JCP, pela Ecolojovem e por milhares de jovens, identifica-se e revê-se neste projecto precisamente porque aqui temos o nosso espaço, a nossa voz e sabemos que estamos a contribuir decisivamente para reforçar e fortalecer a CDU.
A lista de candidatos às Eleições Europeias é uma lista com grande potencial, reunindo homens e mulheres das mais diversas áreas, jovens, pessoas experientes, candidatos empenhados nesta batalha, que têm participado activamente na campanha, por todo o país, falando com a população, com os jovens, ouvindo as suas propostas, as suas necessidades e aspirações.E só assim conseguimos chegar a tantos jovens!
A situação difícil e delicada que afecta os jovens cá não está desligada das políticas fomentadas pela União Europeia:
a privatização do ensino, o desmantelamento da escola pública e democrática, o encerramento de escolas, o aumento dos custos com o ensino e a educação, a desvalorização da acção social escolar, o desemprego e a precariedade, os baixos salários e as discriminações salariais e a dificuldade no acesso à habitação própria.
Estes são apenas alguns dos aspectos que em muito contribuem para a instabilidade, a insegurança e as dificuldades na vida dos jovens.
Os deputados da CDU no Parlamento Europeu, tal como cá na Assembleia da República e nos órgãos do poder local, têm defendido o direito a uma educação pública, gratuita e de qualidade, intervieram contra o Processo de Bolonha e a privatização do ensino superior, rejeitaram a mercantilização da educação e do conhecimento, defenderam o direito à educação sexual nas escolas e o acesso ao planeamento familiar, defenderam o direito à prática desportiva, pois as políticas da União Europeia e os sucessivos governos nacionais têm condicionado o acesso à prática desportiva a amplas camadas da população.
Defenderam o ambiente, a salvaguarda dos recursos naturais, defenderam o sector energético e a água como um bem público e um direito.
Rejeitaram as políticas ambientais que se sujeitam aos interesses do capital.
Defenderam a paz, a cooperação e a solidariedade entre os povos.
E serão estes princípios e estas linhas de orientação e de acção que marcam e marcarão as três eleições que se aproximam.
Perante a situação actual que afecta milhares de jovens, este ano apresenta-se, exactamente pelo facto de termos três eleições, uma excelente oportunidade para mudar de rumo e de políticas.
Todos os jovens que estão preocupados e insatisfeitos com o rumo que Portugal e a Europa está a tomar, todos os que são afectados e prejudicados pelas políticas de direita e que reclamam por uma vida melhor, encontram na Juventude CDU a alternativa.
Todos os jovens portugueses têm a ganhar com o reforço da representação da CDU no Parlamento Europeu, tal como nos órgãos nacionais e locais.
Por isso, companheiros e amigos, este reforço é muito importante.
É comum pensar-se, principalmente entre os jovens, que as eleições para o Parlamento Europeu têm pouca influência sobre nós. Mas a verdade, como já vimos, é que grande parte das políticas implementadas cá e que vêm piorar a nossa qualidade de vida, são decididas na União Europeia, com o apoio dos deputados do PS, do PSD e do CDS-PP.
As eleições Europeias assumem uma grande importância pois votando decides quem queres que defenda os teus interesses no Parlamento Europeu.
Sem a CDU, a Europa e Portugal estão entregues a um processo que não salvaguarda a defesa do ambiente, dos interesses dos estudantes, dos trabalhadores, dos jovens, do povo e do país.
A Ecolojovem – “Os Verdes” quer continuar a contribuir para uma sociedade mais justa, mais digna, por um país ambientalmente sustentável, por uma Europa de solidariedade e por um mundo de paz.
Defendemos uma Europa que responda às necessidades dos jovens, uma Europa que tenha deputados que defendam os nossos direitos.
Defendemos uma Europa de inclusão, aberta e onde os direitos são iguais para todos.
Defendemos uma Europa mais social, com mais emprego, melhores salários, que garanta o acesso à saúde e à educação públicas, gratuitas e de qualidade, e que garanta o acesso a uma habitação digna.
Defendemos uma Europa onde os jovens participem mais, onde os processos de decisão sejam mais transparentes, participados e democráticos.
Defendemos uma Europa mais verde e ambientalmente mais sustentável onde o combate às alterações climáticas seja uma prioridade, uma Europa sem nuclear, que invista em fontes de energia renováveis e sustentáveis e onde os transportes colectivos, principalmente a ferrovia, sejam apoiados, defendendo a sua gestão pública, com preços socialmente justos e com a generalização do passe social.
Para reforçarmos o nosso projecto, cá em Portugal como na Europa, precisamos da intervenção e da participação de todos nós.
Por isso, já no próximo dia 7 de Junho vamos todos votar, já com o compromisso de levarmos esta luta, esta força, até às outras duas eleições.
E contando com todos vocês, termino fazendo um apelo a todos os que aqui estão para se juntarem a nós, na grande Marcha da CDU que se vai realizar no próximo dia 23 de Maio.É uma Marcha de confiança, de protesto e de luta! De uma nova política para uma vida melhor! Será uma afirmação da CDU e da Juventude CDU!Contamos com todos vocês, e contamos que tragam mais um amigo.
Por uma Europa para os jovens, por um Portugal para os jovens!
Viva a CDU!E viva a Juventude CDU!
Cláudia Madeira
Iniciativa Juventude CDU15/05/2009 - Largo Chiado

Iniciativa JCDU - 15 MAIO (18 HORAS) LISBOA, FRENTE À BRASILEIRA (CHIADO)

AMANHÃ, DIA 15 DE MAIO PELAS 18:30 NO CHIADO, LISBOA, FRENTE À BRASILEIRA - INICIATIVA DA JUVENTUDE CDU!!!

Esta iniciativa insere-se no âmbito das eleições para o Parlamento Europeu e conta com a presença de jovens candidatos da Ecolojovem-«Os Verdes», da JCP e Intervenção Democrática.

Programa:

18h30 - momento musical
19h - intervenção de Cláudia Madeira (Ecolojovem-«Os Verdes)
19h10 - intervenção de Carina Castro (Juventude Comunista Portuguesa)
19h20 - arruada até ao Rossio

JUNTA-TE A ESTA LUTA!

PARTICIPA!

Marcha da CDU - 23 de Maio

Dia 23 de Maio a CDU vai fazer em Lisboa uma grande marcha sob lema «Marcha – Protesto, Confiança e Luta! Nova política – Uma vida melhor» que será uma marcha de indignação contra a forma como o país está a ser espoliado e também de grande afirmação da CDU, dos Verdes e da Ecolojovem.

Contamos contigo!
Junta-te a nós e traz mais amigos!
Juntos faremos uma grande "mancha verde".
Vamos encontrar-nos na esquina do Saldanha com a Av. Casal Ribeiro, pelas 14.30h.

Se precisares de mais informações contacta-nos para:
Tel: 213960308/213960291
Email: ecolojovem@osverdes.pt ou osverdes@mail.telepac.pt
Site: www.osverdes.pt

Ecolojovem na Assembleia Geral da Federação dos Jovens Verdes Europeus

"A Ecolojovem – “Os Verdes”, representada por Cláudia Madeira e Júlio Sá, participou na Assembleia Geral da Federação dos Jovens Verdes Europeus - FYEG -, que decorreu na Holanda, na cidade de Maastricht, de 23 a 26 de Abril.
A FYEG foi fundada em 1988, na Bélgica, tendo sido a Ecolojovem – “Os Verdes” um dos seus membros fundadores, com o objectivo de reunir jovens Verdes de toda a Europa, de forma a promover e incentivar uma acção mais ecologista a nível europeu.
São organizados vários eventos ao longo do ano, como os acampamentos de Verão e de Inverno, diversas conferências e seminários, campanhas, grupos de trabalhos, entre outras acções.
Uma vez por ano, a FYEG realiza uma reunião formal, a Assembleia Geral, onde as Organizações Membro, através dos seus delegados, elegem o Comité Executivo e decidem sobre políticas e estratégias a adoptar, visando uma Europa mais Verde.
Este ano, cerca de cem jovens Verdes de toda Europa participaram nesta Assembleia onde foi eleito um novo Comité Executivo e se alargou a organização a seis novos Membros: Albânia, Arménia, Geórgia, Grécia, Eslováquia e Tirol do Sul.
Durante estes dias, foi também realizada uma Conferência, intercalada com a Assembleia Geral, que contou com a participação de alguns membros do Partido Verde Europeu e de muitos jovens. Esteve em discussão o passado, o presente e o futuro da Europa e os discursos abrangeram temas como os Tratados, as instituições europeias, a militarização, a juventude e a União Europeia e o papel desta face à actual situação de crise.
No final da Conferência realizou-se uma acção de rua, organizada pelos Verdes holandeses, onde se pedia às pessoas que assinassem uma petição, apoiando o projecto Verde para a Europa, o Novo Acordo Verde, que consiste num conjunto de propostas e soluções, apontando uma nova direcção para a Europa tanto a nível ambiental, como social e económico.
Ao longo dos tempos a Ecolojovem – “Os Verdes” tem marcado a sua presença nas Assembleias Gerais da FYEG por considerar que é um momento de grande interesse para definir posições e delinear estratégias e acções para alcançar a sociedade e a Europa que se defende.
Neste ano de eleições para o Parlamento Europeu, esta reunião revestiu-se de maior importância porque se debateu, precisamente, as eleições europeias, como cada organização está a preparar a campanha, o que se espera destas eleições e o que se pretende da União Europeia.
Aliás, os trabalhos iniciaram-se precisamente com debates sobre as eleições, que contaram com a participação de jovens candidatos ao Parlamento Europeu.
Um aspecto que esteve sempre presente foi a importância do envolvimento dos jovens neste processo de tomada de decisão.
Num outro momento da Assembleia Geral, foram apresentadas várias resoluções sobre temas como as drogas, a minoria Roma e as políticas europeias de juventude. Este último documento mais geral englobava várias áreas como a habitação, o emprego, a educação, a saúde e a mobilidade.
Na discussão e votação destes documentos políticos, a Ecolojovem propôs algumas alterações que considerou virem a enriquecer estas tomadas de posição por se aproximarem mais dos princípios e linhas de orientação dos jovens Verdes portugueses, e por se considerar ser o que mais se aproxima da Europa solidária, justa e sustentável que se defende e para a qual se trabalha.
Um outro ponto que marcou este encontro foi a apresentação da campanha comum para as eleições europeias que pode ser adoptada pelas diferentes organizações, dando-se a conhecer os materiais disponibilizados.
Este encontro de jovens verdes europeus ficou assinalado por ter possibilitado a convivência e intercâmbio de ideias e de experiências entre jovens de diferentes países e, acima de tudo, por ter permitido optar por decisões e posições que vão de encontro ao que a Ecolojovem – “Os Verdes” defende e para o qual trabalha diariamente pois só assim conseguiremos uma Europa mais equilibrada e sustentável e, só assim, os jovens conseguirão a qualidade de vida a que têm direito.
Foi igualmente possível conhecer diferentes perspectivas e concepções e tomar conhecimento de outras realidades.
Futuramente, pretendemos continuar a alargar a nossa participação e posição nas acções promovidas pela FYEG, com o objectivo de reforçar o projecto da Ecolojovem não só a nível nacional, como europeu. "

Artigo publicado na newsletter Contacto Verde

http://www.osverdes.pt/contactov.asp?edt=63

Princípios Fundamentais da Ecolojovem

A Ecolojovem – “Os Verdes” foi fundada em 1989 e assume-se, através dos seus objectivos, propostas e acções, como uma organização de juventude ecologista. Actuando com base no programa e nos objectivos do Partido Ecologista “Os Verdes”, a Ecolojovem – “Os Verdes” elabora as suas orientações tendo em conta as especificidades da juventude.
Os jovens ecologistas trabalham e lutam por uma sociedade ecológica, equilibrada, sustentável e justa onde é possível concretizar os direitos e as aspirações juvenis. Reconhecem a importância do trabalho colectivo e do contributo de cada um, ao lado de todos os outros.
Na Ecolojovem – “Os Verdes” está presente a acção comum e a solidariedade que unem a juventude contra a exploração, a opressão, o imperialismo, o racismo, a xenofobia, e qualquer tipo de discriminação, de modo a alcançar a preservação do meio ambiente natural e da biodiversidade, a paz, a autoridade dos povos e o progresso social.
O espírito de participação, de iniciativa, de afirmação e de responsabilidade individual e colectiva caracteriza os jovens ecologistas que recusam a passividade e o conformismo.
A Ecolojovem – “Os Verdes” é um espaço de diálogo, de reflexão, de acção insubmissa e de directa perante todas as formas de injustiça da acção humana, nomeadamente, a económica, a social e a cultural; assim a Ecolojovem – “Os Verdes” defende que a transformação da sociedade passa fundamentalmente, pela participação e intervenção dos jovens.
É uma juventude partidária que apresenta soluções e propostas possíveis de cumprir e de concretizar, em que os jovens têm o seu espaço e os seus direitos assegurados, apresentando-se com a preocupação, a dedicação e as medidas adequadas e procurando a resolução de problemas que afectam a qualidade de vida dos jovens.

A Ecolojovem – “Os Verdes”