Eleições Regionais na Região Autónoma da Madeira



A Ecolojovem - «Os Verdes» regozija-se com o resultado obtido pela CDU nas eleições para a Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira, que permitiu eleger dois deputados (ficando a menos de uma dezena de votos da eleição do terceiro deputado), possibilitando assim a recuperação do Grupo Parlamentar, a defesa das aspirações das populações e o reforço das lutas ecologistas na Madeira em prol dos seus recursos naturais, na preservação e valorização do seu património e ainda por uma sociedade mais justa.

A Ecolojovem lamenta no entanto a elevadíssima abstenção verificada nestas eleições, que entende ser fruto do desânimo das populações face à degradação das suas condições de vida e ao incumprimento dos compromissos eleitorais por quem tem gerido a Região.

Os Jovens Ecologistas consideram que os resultados das eleições antecipadas na Madeira são fruto do trabalho empenhado e dedicado dos eleitos e ativistas da CDU no combate à grave degradação da situação económica, social e ambiental, causada por décadas de gestão do Governo Regional do PSD, conjugada com as medidas de austeridade imposta à região pelo actual Governo (PSD/CDS-PP).

28 de Março – Dia Nacional da Juventude


No passado dia 28 de março, assinalou-se o Dia Nacional da Juventude. Milhares de jovens realizaram uma marcha desde a Praça da Figueira até ao Largo Camões, em Lisboa.

O dia 28 de março, como todos os dias, são dias, horas e segundos para denunciar as políticas de sucessivos governos que já empurraram mais de 500 mil jovens para o desemprego, deixando milhares sem qualquer proteção social. Políticas que desde 2011 destruíram mais de 240 mil postos de trabalho, sendo que 87% eram ocupados por jovens. Políticas que apenas dão como alternativas o trabalho precário, sem direitos, salários de miséria e a emigração.

A Ecolojovem - «Os Verdes» exige uma mudança de políticas, que tenham presente a preocupação dos jovens, as nossas reivindicações, os nossos anseios, que efetivem a criação de emprego com direitos, que assegurem a conciliação entre o trabalho e a vida familiar e pessoal, o nosso direito à qualidade de vida e à emancipação, princípios desde sempre inscritos na Constituição da República Portuguesa.

A Ecolojovem - «Os Verdes» considera ainda que o anunciado Programa VEM do atual governo PSD/CDS é mais uma “manobra de diversão” de um governo morto e sem quaisquer condições para continuar a “desgovernar” o nosso país. Depois de ter aconselhado paternalmente os nossos jovens a emigrar e abandonar o país, o primeiro-ministro pretende agora o regresso desses jovens para o seu país, quando já demonstrou que não tem como lhes devolver a esperança e assegurar as condições para uma vida digna e com trabalho.

Os Jovens Ecologistas continuam a lutar por uma mudança de políticas, que permitam aos jovens portugueses estudar, trabalhar e viver no seu país, com direitos e qualidade de vida, e por isso, associaram-se à marcha promovida pela Interjovem/CGTP-IN no Dia Nacional da Juventude.

A Ecolojovem - «Os Verdes» defende que é na força que a Juventude concentra em si que reside a força para uma mudança necessária.





4º Encontro de Eleitos e Activistas Verdes - Agir Local - Intervenção da Juventude

Gostaria de iniciar a minha intervenção dizendo que esta semana passe por duas situações que me "chocaram" e que de certa forma retratam a realidade actual dos serviços em Portugal.

Uma delas foi o facto de ser trabalhadora-estudante e que para ter acesso ao estatuto, ser necessário uma declaração da segurança social sobre a minha situação contributiva. Em Lisboa, já não existem balcões de atendimento ao público sendo que para atendimento presencial, é necessário marcar via Internet para o qual é necessária uma password que demora cerca de 1 a 2 semanas a chegar, ou via telefone para um número de linha directa.

Passei 3 dias a tentar falar com a segurança social, uma vez que o prazo para entregar a declaração estava a chegar ao fim e a password ainda não tinha chegado. Nunca cheguei a ser atendida tendo feito em média 40 chamadas por dia.

A outra situação foi o facto de necessitar de marcar uma consulta no centro de saúde. Tentei marcar a consulta via Internet pelo novo portal do cidadão. No entanto, uma vez que não tenho médico de família (o meu reformou-se e não me foi atribuído um novo, num centro de saúde onde faltam 5 médicos) apareceu-me um anúncio dizendo que  meu médico não tinha agenda disponível e que se fosse urgente para contactar o centro de saúde. Assim o fiz. Passei a tarde a tentar contactar o centro de saúde e ao fim de 4h fui atendida. Disse que pretendia marcar uma consulta e obtive a resposta de que as consultas a longo prazo apenas estariam disponíveis a partir de dia 1 de Abril. Então eu questionei a senhora sobre o que fazer caso o meu problema fosse urgente. Ela disse-me que teria que ir para o centro de saúde de manhã esperar pelas vagas do dia, no entanto, isto não era possível às sextas de manhã (era quinta-feira à tarde), pelo que eu teria de esperar 3 dias para poder ter uma consulta. Ainda assim com certeza, esperaria menos tempo do que se fosse para uma urgência hospitalar.

É inacreditável a forma como direitos básicos, como o caso da saúde, conquistados há 4 décadas com o 25 de Abril podem ser desrespeitados e ter tantas barreiras à sua plena fruição.

É, então, necessário "acordar" os jovens para esta afronta aos seus direitos que compromete não só o seu presente como o seu futuro.

O papel da Ecolojovem torna-se então, necessário na defesa de interesses dos jovens e direitos consagrados na Constituição da República Portuguesa.
É igualmente papel da Ecolojovem estimular todos os jovens que integra para uma cidadania activa e uma participação política. No entanto, importa esclarecer que a participação política não se esgota em campanhas e atos eleitorais e que existem mais formas de participação política além das juventudes partidárias, como são exemplo os movimentos associativos.

Os jovens deparam-se hoje com uma taxa de desemprego que atinge os 40%. Todos os anos o Orçamento de Estado apresenta menos investimento e, consequentemente, maiores cortes em áreas directamente relacionadas com a juventude, como a saúde, a educação, a mobilidade e a cultura, que são direitos humanos consagrados na Carta Universal dos Direitos Humanos.

Graças a estes desinvestimentos, com consequências claras e notáveis, muitos jovens vêm-se na obrigação de emigrar em busca de melhores condições de vida. O que também contribui para consequências na economia, uma vez que foi o estado português a investir na educação destes jovens que vão, depois, contribuir noutros países, fazendo com que o estado português não seja recompensado pelo investimento feito. Para além disso, os jovens são obrigados a deixar para trás, família, amigos, conforto e apoios por um país com pessoas, culturas e hábitos que desconhecem.

Deste modo, torna-se neessário fortalecer e reforçar a participação dos jovens e da Ecolojovem como forma de luta pelos direitos da juventude.

Como nota final gostaria de deixar algumas formas que a Ecolojovem tem de participação como são exemplo os Acampamentos realizados todos os anos, as tomadas de posição e os debates nos quais participa, o Conselho Nacional de Juventude, o Conselho Municipal de Juventude e a Federação de Jovens Verdes Europeus.


Assim se demonstra que a Ecolojovem tem um papel importante no participação política a nível nacional e local e luta por um poder local democrático, sendo um veículo importante dos ecologistas na defesa dos assuntos da juventude.

No Dia Nacional do Estudante - “Os Verdes” estão preocupados com aumentos do preço dos quartos nas residências universitárias da Universidade de Lisboa

O Partido Ecologista “Os Verdes” está preocupado com uma circular enviada pelos serviços da ação social da Universidade de Lisboa para os estudantes das residências universitárias, na qual é anunciado um aumento de 30€ ou de 30€ +20€ no preço de certos quartos. 
   
Considerando que as residências têm quartos coletivos e quartos individuais, uns com casa de banho, outros não, e quebrando a prática que vigorava até agora que levava a que esses quartos fossem atribuídos pela comissão de residentes aos estudantes mais antigos, os serviços de ação social vêm agora, em nome de normas que não constam do regimento, impor novas exigências, aplicando uma taxa de 30€ para os quartos individuais e de 30+20 para os quartos com casa de banho.  
   
“Os Verdes” consideram esta taxa escandalosa e inaceitável, primeiro porque consubstancia um agravamento brutal do preço das residências, segundo porque introduz uma discriminação entre alunos, a partir de critérios financeiros, terceiro porque ela pode levar a que haja quartos que fiquem desocupados mesmo quando necessários, porque os preços se tornam incomportáveis, quarto porque ela quebra uma prática muito antiga nas residências, que fazia todo o sentido e que nunca foi contestada pelos estudantes e quinto, porque, no entender de “Os Verdes”, esta nova prática não encontra legitimidade no regimento em vigor.  
   
Como tal, “Os Verdes” vão solicitar explicações junto dos serviços sociais da Universidade de Lisboa e desde já recriminam esta pretensão pois não têm dúvidas de que ela vai contribuir agravar as dificuldades de vida dos estudantes com menores recursos e contribuir para agravar ainda mais o abandono do ensino superior.  
   
Acresce ainda que estas medidas vão ser muito lesivas e ter um impacto ainda maior para os alunos oriundos das regiões autónomas, nomeadamente da Madeira, que se alojam em residências universitárias e que estão, atualmente, já a sofrer também o agravamento do preço das viagens de avião entre o continente e as ilhas.  

O Partido Ecologista “Os Verdes”
Contato do Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
(T: 213 960 308; TM: 917 462 769 -  osverdes@gmail.com)
www.osverdes.pt
Lisboa, 24 de Março de 2015

No Dia Nacional do Estudante - “Os Verdes” estão preocupados com aumentos do preço dos quartos nas residências universitárias da Universidade de Lisboa que vão agravar vida dos estudantes da Madeira

O Partido Ecologista “Os Verdes” está preocupado com uma circular enviada pelos serviços da ação social da Universidade de Lisboa para os estudantes das residências universitárias, na qual é anunciado um aumento de 30€ ou de 30€ +20€ no preço de certos quartos.  

Considerando que as residências têm quartos coletivos e quartos individuais, uns com casa de banho, outros não, e quebrando a prática que vigorava até agora que levava a que esses quartos fossem atribuídos pela comissão de residentes aos estudantes mais antigos, os serviços de ação social vêm agora, em nome de normas que não constam do regimento, impor novas exigências, aplicando uma taxa de 30€ para os quartos individuais e de 30+20 para os quartos com casa de banho.

“Os Verdes” consideram esta taxa escandalosa e inaceitável, primeiro porque consubstancia um agravamento brutal do preço das residências, segundo porque introduz uma discriminação entre alunos, a partir de critérios financeiros, terceiro porque ela pode levar a que haja quartos que fiquem desocupados mesmo quando necessários, porque os preços se tornam incomportáveis, quarto porque ela quebra uma prática muito antiga nas residências, que fazia todo o sentido e que nunca foi contestada pelos estudantes e quinto, porque, no entender de “Os Verdes”, esta nova prática não encontra legitimidade no regimento em vigor.

Como tal, “Os Verdes” vão solicitar explicações junto dos serviços sociais da Universidade de Lisboa e desde já recriminam esta pretensão pois não têm dúvidas de que ela vai contribuir agravar as dificuldades de vida dos estudantes com menores recursos e contribuir para agravar ainda mais o abandono do ensino superior.

Acresce ainda que estas medidas vão ser muito lesivas e ter um impacto ainda maior para os alunos oriundos das regiões autónomas, nomeadamente da Madeira, que se alojam em residências universitárias e que estão, atualmente, já a sofrer também o agravamento do preço das viagens de avião entre o continente e as ilhas.

O Partido Ecologista “Os Verdes”
Contato do Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
(T: 213 960 308; TM: 917 462 769 -  osverdes@gmail.com)
www.osverdes.pt
Lisboa, 24 de Março de 2015