“Os Verdes” questionam Governo sobre os novos programas e metas para o ensino secundário

O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar “Os Verdes”, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Educação e Ciência,sobre os novos programas e metas para o ensino secundário.

Pergunta:
  
O Ministério da Educação e Ciência, no Despacho n.º 5306/2012, de 18 de abril, demonstrou a intenção de “elevar os padrões de desempenho dos alunos” através do “desenvolvimento do novo Currículo Nacional”, o qual, segundo o referido normativo, deveria conter “padrões de rigor, criando coerência no que é ensinado nas escolas” e permitir “que todos os alunos tenham oportunidade de adquirir um conjunto de conhecimentos e de desenvolver capacidades fundamentais nas disciplinas essenciais.”  

Os referidos padrões de rigor deveriam ter em conta “a formação integral dos estudantes e a relevância do ensino para o mundo real, refletindo o conhecimento e as capacidades que os nossos jovens necessitam de adquirir e desenvolver para o seu sucesso no futuro”. Na prática, pretendia o MEC promover “a elaboração de documentos clarificadores”, com os conteúdos fundamentais, “sendo o ensino de cada disciplina curricular referenciado pelos objetivos e conteúdos de cada programa oficial.”

Nesta sequência, para o Ensino Secundário, neste momento, encontram-se já homologados os Programas e Metas Curriculares para as disciplinas de Português, Matemática A e Física e Química A, previstos para entrarem em vigor e começarem a ser aplicados a partir do início do próximo ano letivo.

A oferta formativa do Ensino Secundário engloba, para além dos Cursos científico-humanísticos, vocacionados para o prosseguimento de estudos de nível superior, também outros cursos com planos próprios, como os Cursos Artísticos Especializados, a modalidade de Ensino Recorrente e os Cursos Profissionais (os quais, apesar de vocacionados para a qualificação profissional dos alunos e para a sua inserção no mundo do trabalho, permitem o prosseguimento de estudos).  E todos os anos, um numeroso contingente de alunos que concluem o seu Curso Profissional ou Curso Artístico Especializado realizam os exames nacionais com o objetivo de prosseguir estudos superiores.

No entanto para estes cursos não propôs o MEC qualquer tipo de alteração ao Programa da disciplina de Português.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito à S. Exa. A Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo, a seguinte Pergunta, para que o Ministério da Educação e Ciência me possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1 -No caso dos Programas e Metas Curriculares já homologados para o Ensino Secundário, está esse Ministério a trabalhar na sua adaptação para os restantes cursos não especificamente vocacionados para o prosseguimento de estudos de nível superior?

2 - Não terá o MEC a mesma intenção de “elevar os padrões de desempenho dos alunos” através de “padrões de rigor, criando coerência no que é ensinado nas escolas” para os alunos do Curso Artístico Especializado e Curso Profissional?

3 -Pretenderá o MEC manter o atual programa de Português no Curso Artístico Especializado e Profissional e, desta forma, criar dificuldades adicionais aos alunos destes cursos que pretendam prosseguir estudos, dado que terão de realizar um exame com os conteúdos do novo programa?

4 - Teremos, no ano letivo de 2017 /18, dois exames de Português distintos, um para os alunos que iniciarão o novo programa no ano letivo 2015/2016 e outro para os alunos dos referidos cursos, que continuarão com os programas  atuais?

O Grupo Parlamentar “Os Verdes”,
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
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Lisboa, 26 de Dezembro de 2014

Encontro com as Organizações Membro do CNJ

A Ecolojovem recebeu hoje na sede nacional do Partido Ecologista «Os Verdes» o Conselho Nacional de Juventude

Ecolojovem - «Os Verdes» presente na 66ª Assembleia Geral do Conselho Nacional de Juventude

No passado dia 13 de Dezembro, teve lugar a 66ª Assembleia Geral do Conselho Nacional de Juventude.
A Ecolojovem esteve presente na AG tendo apresentado 3 moções: Contra a Privatização da Água, Direitos Humanos e Erradicação da Pobreza, tendo sido aprovadas por maioria.


Heloísa Apolónia - políticas de juventude

Heloísa Apolónia intervém no debate sobre políticas de Juventude e solidariedade intergeracional, questionando o Governo sobre diversos assuntos como o risco de pobreza na juventude, a emigração forçada ou os estágios precários: "Os senhores negam a emancipação dos jovens e isso é a pior política de juventude que algum Governo pode promover"

Encerramento da Colónia de Férias da Torreira

Na sexta-feira,  dia 24 de Outubro, a Ecolojovem - «Os Verdes» marcou presença, em sinal de apoio,  na iniciativa contra o encerramento da Colónia de Férias da Torreira (CFT) que decorreu em Aveiro. Decisão do Instituto da Segurança Social veio a publico em meados do mês de Agosto.

A CFT localizada, no município da Murtosa, foi construída em 1978 pelo Centro Distrital de Segurança Social de Aveiro e foi considerado um modelo a seguir. Tinha por objectivo proporcionar férias balneares a pessoas portadores de deficiência e a crianças carenciadas com com menos recurso económicos, deslocalizadas e com necessidades de apoio social, sendo a única resposta no país com este tipo de valência.

Em 1996 deixou a esfera pública passando a ser gerida pela Fundação Bissaya Barreto, ao abrigo de protocolos com a Segurança Social até 2014, mudando também o seu âmbito e conceito, abrangendo assim mais faixas etárias – crianças, jovens e idosos institucionalizados, portadores de deficiência e com pouco recursos económicos. Desde 1996 conta-se que passaram mais de 50 mil utentes, cerca de 2500 utentes por ano.

Os programas de férias prestam um serviço social importantíssimo para estas pessoas, como referido pela Direcção-Geral da Acção Social (Segurança Social), em 1996, que a “Colónia de Férias destinada à satisfação de necessidades de lazer e de quebra de rotinas representa uma resposta social essencial ao equilíbrio físico, psicológico e social dos seus utilizadores, sobretudo os que se encontram em situação de maior vulnerabilidade, em especial crianças, pessoas com deficiência e idosos, a quem as dificuldades da vida diária nem sempre proporcionam as condições para o gozo de férias.”

No caso de se verificar o encerramento desta colónia, é a clara mensagem que o Estado não se importa das implicações sociais e do impacto regional e nacional desse encerramento. É um claro abandono dos utentes e das suas respectivas famílias e dos mais de 40 trabalhadores. Será suprimir o rendimento aos fornecedores locais e regionais e do rendimento complementar, e por vezes único, de mais de 550 monitores anuais.


Para além da CFT, o Instituto da Segurança Social pretende encerrar as outras cinco colónias existente no país. Mais marchas e lutas como estas são necessárias para a sensibilização dos responsáveis políticos.






Ecolojovem - «Os Verdes» reúne em Lisboa

A Juventude do Partido Ecologista «Os Verdes» reuniu no passado dia 17 de Outubro, onde analisou a situação eco-política nacional e internacional no que diz respeito à Juventude




Heloísa Apolónia - colocação de professores e educação

10/10/2014 - Heloísa Apolónia questiona Passos Coelho sobre erros e incompetência do Governo em matéria de educação, nomeadamente na colocação de professores e acusa-o de brincar com a vida destes profissionais: "O Sr. Ministro não acha que o Sr. Ministro da Educação chumbou rotundamente ao nível da sua responsabilidade na educação?". Exige ainda a divulgação da lista de colocação de professores através da bolsa de contratação.

PEV questiona Governo sobre falta de condições da Escola EB23 e Secundária de Oliveira de Frades

O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar “Os Verdes”, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Justiça,sobre a falta de condições da Escola EB23 e Secundária de Oliveira de Frades para acolher alunos do 1º Ciclo.
   
Pergunta:

Neste ano letivo foram encerradas centenas de escolas públicas pelo país, sobretudo no interior, a juntar aos milhares que fecharam as portas na última década. De um modo geral, os intervenientes diretos, alunos, pais, professores e autarquias locais não têm sido ouvidos neste processo, o que o torna mais desfasado da realidade e alicerçado, por vezes, em critérios pouco transparentes e em argumentação falaciosa.

Entre os argumentos mais comuns que são utilizados para justificar o encerramento das escolas, estão as melhores condições da escola de acolhimento e a maior interação que uma escola com mais alunos poderá proporcionar. Ora, no concelho de Oliveira de Frades, têm vindo a fechar escolas do primeiro ciclo, por opções políticas locais e/ou nacionais, sem que as escolas de acolhimento, nalguns casos, apresentem melhores condições.

Desde que a Escola Básica Integrada de Oliveira de Frades encerrou, tendo por objetivo a construção do edifício do futuro Centro Escolar, que irá absorver os alunos do concelho, à exceção das freguesias de Ribeiradio e Arcozelo das Maias, que algumas turmas do primeiro ciclo andam com a “casa às costas”. Depois de passarem pela Biblioteca Municipal, as aulas do 4.º ano estão agora a decorrer na Escola EB23 e Secundária de Oliveira de Frades, intervencionada recentemente pela Parque Escolar, E.P.E. Face à diversidade etária existente na escola, as crianças do primeiro ciclo (4º ano) estão circunscritas a um espaço confinado por uma “barreira humana” (três auxiliares) de forma a impedir a sua interação com os alunos mais velhos.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito à S. Exa. A Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo, a seguinte Pergunta, para que o Ministério da Educação e Ciência me possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1- O Ministério da Educação e Ciência (MEC) tem conhecimento que três turmas do 4º ano de escolaridade estão “alojadas” na Escola EB23 e Secundária de Oliveira de Frades?
2- Estava previsto, aquando da intervenção pela Parque Escolar, que a Escola EB23 e Secundária de Oliveira de Frades acolhesse os alunos do 1º ciclo?
3- Esta escola apresenta as condições desejáveis para acolher as três turmas do 4º ano de escolaridade?
4- O MEC ouviu os intervenientes, nomeadamente o município, aquando da decisão de encerramento das escolas neste ano letivo?
5- Os auxiliares que se encontram a desempenhar funções de apoio ao 4º ano, são funcionários do ministério, município ou desempregados no âmbito de “Contratos de Emprego – Inserção”?

O Grupo Parlamentar “Os Verdes”,
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Lisboa, 9 de Outubro de 2014

Heloísa Apolónia - colocação de professores, concursos e educação - agendamento do PEV


Heloísa Apolónia faz a sua intervenção inicial no debate de atualidade sobre a trapalhada da colocação de professores: " O Governo desestabiliza toda a comunidade educativa, desrespeitando despudoradamente os professores, brincando inqualificavelmente com o sucesso educativo dos alunos, desorientando inadmissivelmente a vida dos pais". Acusa o MEC de, ao contrário do que disse, votar ao abandono os professores que foram colocados através da bolsa de contratação e pede indemnização para os professores lesados, a divulgação pública das listas de contratação e também a forma de compensação dos alunos que não tiveram aulas. "Se o MEC tivesse consciência da sua irresponsabilidade como governante...hoje não estaria aqui porque teria já pedido a sua demissão, porque não tem mais quaisquer condições para continuar"

Redução do número de turmas e educação

 Heloísa Apolónia apresenta o Projeto de Lei do PEV que estipula o número máximo de alunos por turma

Heloísa Apolónia - educação e abertura do ano letivo

Heloísa Apolónia acusa o Governo de não promover boas condições de funcionamento nas escolas, o que tem reflexos negativos na aprendizagem das crianças: "É muito grave que cheguemos ao mês de Outubro e haja ainda tantos professores por colocar"

Em defesa de uma educação pública de qualidade


Intervenção da deputada Heloísa Apolónia no âmbito da Petição - Em defesa de uma educação pública de qualidade

Debate sobre a abertura do ano lectivo

Intervenção da Deputada Heloísa no Debate de Atualidade sobre a Abertura do Ano Letivo 2014/2015, com a presença do Ministro da Educação e Ciência


Acampamento 2014 - "As Portas que Abril abriu à Ecologia"

!Clica na imagem e vê as fotos do nosso acampamento em Beja!

25 anos de Lutas Ecologistas junto da Juventude - Ecolojovem exige que se cumpram os direitos que a Revolução de Abril consagrou na Constituição da República Portuguesa

   

No ano em que se comemoram os 40 anos da Revolução de Abril, a Ecolojovem - «Os Verdes» assinalou também os seus 25 anos de lutas ecologistas junto da Juventude, no acampamento que este ano se realizou no distrito de Beja, sob o lema “As Portas que Abril abriu à Ecologia”, de 27 a 31 de Agosto.  
   
Neste acampamento, os Jovens Ecologistas debateram e refletiram sobre a importância da Revolução de Abril, as suas conquistas e as alterações e progressos que trouxe à nossa sociedade, assim como a importância dos valores e dos princípios ecologistas.  
  
À semelhança do resto do país, também no distrito de Beja a desertificação humana é crescente. Os jovens que ficam debatem-se com dificuldades no acesso ao Ensino Secundário e Superior, quer seja pela falta de transportes públicos, valor das propinas ou pelo custo dos manuais escolares. Dificuldades que levam muitos jovens a abandonar o sistema de ensino, situação que se vai agravar, com os cortes anunciados recentemente no Orçamento de Estado para 2015 para o Ensino Superior.

Também o desemprego e a precariedade atingem os jovens que vivem no distrito, fruto de toda a falta de investimento na região, que tem levado a que pequenas e médias empresas não queiram ali investir.

Segundo dados revelados hoje pelo Eurostat, cerca de 30% dos jovens portugueses entre os 20 e os 24 anos estão em risco de pobreza. O estudo revela ainda que, em Portugal, 31,3% dos jovens entre os 15 e os 34 anos, que não estão a estudar, encontram-se desempregados.

Perante estes recentes dados, a Ecolojovem - «Os Verdes» assume que vai continuar a lutar contra esta lógica de ataques aos valores de Abril e exige que o Governo cumpra e respeite a Constituição da República Portuguesa e que assuma o seu papel de promotor de qualidade de vida, pois esta situação não é inevitável e pode ser alterada.

A Juventude Ecologista reafirma que os jovens têm um papel fundamental na afirmação e concretização dos valores de Abril e na luta por um mundo mais justo, equilibrado e fraterno. Valores e lutas que há 25 anos a Juventude Ecologista bem conhece e tem promovido junto dos jovens. Têm sido 25 anos de intervenção ecologista junto dos jovens no sentido da defesa e afirmação dos seus direitos, na defesa do património natural e cultural do nosso país.
   
A Ecolojovem - «Os Verdes» vai continuar a agir por um mundo melhor, pois acreditamos que é possível a mudança!

O Partido Ecologista “Os Verdes”
(T: 21 396 03 08/21 396 02 91; Fax: 21 396 04 24; Email: pev@osverdes.pt ou osverdes@gmail.com)
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Lisboa, 2 de Setembro de 2014

JOVENS ECOLOGISTAS CONDENAM MAIS CORTES NO ENSINO SUPERIOR

O Ministério da Educação e da Ciência, a 14 de agosto deste ano, anunciou um corte de 1,5% no Orçamento de Estado de 2015 para o Ensino Superior. 
   
Mais uma vez, o Governo prova estar contra políticas socialmente corretas cortando ainda mais o apoio ao Ensino Superior, fazendo com que aumentem as propinas e consequentemente as dificuldades de continuidade dos estabelecimentos de ensino superior.  

Os sucessivos governos PS, PSD e CDS têm afrontado os estudantes e jovens do país com políticas que põem em risco a sua subsistência e o seu futuro, obrigando-os e às suas famílias a suportar os encargos acrescidos com a sua formação e educação. São estes jovens formados que muitas vezes têm que procurar soluções no estrangeiro, sendo forçados a emigrar, deixando para trás as suas vidas, e, deste modo, exporta-se o investimento que o país fez, perdendo-se as gerações que mais formações possuem.

No ano em que se comemoram os 40 anos do 25 de Abril, este corte é uma afronta aos direitos conquistados com a Revolução dos Cravos, por imensos jovens e jovens estudantes, incluindo a constituição de 1976 que refere que "É garantida a liberdade de aprender e ensinar." (Artigo 43º) ou "O Estado promove a democratização da educação e as demais condições para que a educação, realizada através da escola e de outros meios formativos, contribua para a igualdade de oportunidades, a superação das desigualdades económicas, sociais e culturais, o desenvolvimento da personalidade e do espírito de tolerância, de compreensão mútua, de solidariedade e de responsabilidade, para o progresso social e para a participação democrática na vida coletiva." (Artigo 73º).

Deste modo, a Ecolojovem - Os Verdes, vem manifestar o seu total desagrado com a apresentação de mais este corte que afeta, direta ou indiretamente todos os estudantes do Ensino Superior em Portugal, e condena aquilo que é mais uma provocação à liberdade dos jovens e ao desenvolvimento pleno no seu país.

O Partido Ecologista “Os Verdes”
(T: 21 396 03 08/21 396 02 91; Fax: 21 396 04 24; Email: pev@osverdes.pt ou osverdes@gmail.com)
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Lisboa, 26 de Agosto de 2014

Ecolojovem - «Os Verdes» assinala 25 anos da Juventude Ecologista e 40 anos do 25 de Abril em Beja

De 27 a 31 de Agosto os jovens ecologistas voltam a juntar-se no acampamento de verão da Ecolojovem - «Os Verdes», desta vez no distrito de Beja, sob o lema “As portas que Abril abriu à Ecologia”, uma vez que neste ano se comemoram os 40 anos do 25 de Abril e o 25º aniversário da Ecolojovem. 
   
Ao realizar este acampamento, os jovens ecologistas pretendem debater e refletir sobre a importância da Revolução de Abril, as suas conquistas e as alterações e progressos que trouxe à nossa sociedade, assim como a importância dos valores e dos princípios ecologistas.  
   
A Ecolojovem - «Os Verdes» rejeita totalmente os constantes ataques que sucessivos Governos têm feito aos valores e aos princípios de Abril e exige o cumprimento efetivo da Constituição da República Portuguesa. Os jovens têm um papel fundamental na afirmação e concretização dos valores de Abril e na luta por um mundo mais justo, equilibrado e fraterno. Valores e lutas que há 25 anos a Juventude Ecologista bem conhece e tem promovido junto dos jovens e, por isso, a par da comemoração do 40º aniversário do 25 de Abril, comemora-se também o 25º aniversário da Ecolojovem - «Os Verdes». Têm sido 25 anos de intervenção ecologista junto dos jovens no sentido da defesa e afirmação dos seus direitos, na defesa do património natural e cultural do nosso país.  
   
A Juventude Ecologista vai continuar a agir por um mundo melhor, pois acreditamos que é possível a mudança!  

À semelhança de anos anteriores, este será um acampamento cultural, político e lúdico, e ainda um espaço de partilha, de encontro e de reflexão sobre o mundo que queremos, um mundo melhor e mais sustentável, sem exploração, sem opressão e sem injustiças, com a participação de jovens de várias regiões do país e que contará com tertúlias, caminhadas, ações de rua, visitas, jogos, workshops e muito mais.

O Partido Ecologista “Os Verdes”
(T: 21 396 03 08/21 396 02 91; Fax: 21 396 04 24; Email: pev@osverdes.pt ou osverdes@gmail.com)
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Lisboa, 14 de Agosto de 2014

Programa

Acampamento de verão da Ecolojovem-“Os Verdes”
Parque de Campismo Municipal de Beja
27 a 31 de Agosto 

4ª feira – 27/08 (Beja/Serpa)
17h: Reunião CM Beja
17h: Reunião CM Serpa
20h: Jantar de boas-vindas
22h: Peddy paper noturno e ação de rua

5ª feira – 28/08 (Serpa/Beja)
9h: Atelier de arte performativa a partir do poema “As portas que Abril abriu”
11h: Visita à Fábrica de Queijo e à Casa de Artesanato
Almoço (Piquenique)
14h: Visita ao Museu do Relógio e Museu Etnográfico
Visita a Serpa
Contacto com população
20h: Jantar
Fórum: O que conquistámos em 1974 e o que vivemos em 2014

6ª feira – 29/08 (Mértola/Beja)
9h: Visita às Minas de São Domingos
Almoço (Piquenique)
13h: Praia Fluvial da Mina de S. Domingos
Distribuição de documentos
18h: Visita ao Pulo do Lobo
20h: Jantar
Noite livre

Sábado – 30/08 (Beja)
9h: Contacto com população em Beja
11h: Piscinas
Almoço
Jardim Público de Beja
14h:Tertúlia com dirigentes do PEV “25 anos da Ecolojovem: a importância da luta da juventude ecologista”
Leitura encenada de “As portas que Abril abriu”
16h:Workshop: construção de fornos solares e horas verticais
18h: Palavras andarilhas (iniciativa promovida CM beja)
20h:Jantar
Jogos tradicionais

Domingo – 31/08 (Beja)
10h: Reunião/balanço do acampamento nas piscinas
Almoço

Dia Internacional da Juventude - Ecolojovem - «Os Verdes» defende mudança urgente de políticas para a Juventude


No momento em que se assinala o Dia Internacional da Juventude, é com preocupação que a Ecolojovem - «Os Verdes» olha para os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), divulgados ontem, que revelam que a proporção de jovens na população nacional nunca foi tão pequena desde que existem estatísticas. 
   
Os habitantes entre os 15 e os 29 anos representam apenas 17% do total do país, consequência da perda de quase meio milhão de pessoas desta faixa etária ao longo da última década. Os dados divulgados referem ainda que esta geração representa hoje cerca de um terço dos desempregados e metade dos emigrantes permanentes. Ainda segundo o INE, a diminuição do número de jovens é um dos indicadores do fenómeno do envelhecimento que atinge a população portuguesa e reflete a redução continuada do número de nascimentos verificada em Portugal.  
   
Uma geração cada vez mais qualificada mas que, ao mesmo tempo, representa 32% dos desempregados em Portugal, e que abandona o seu país na procura de melhores condições de vida. Em 2012 emigraram 53 mil jovens de Portugal e, destes, cerca de 26 mil fizeram-no de forma permanente, o que representa metade do total de emigrantes permanentes do país. Os que ficam em Portugal, e estão no mercado de trabalho, ganham cada vez menos, em comparação com outros grupos etários, quando trabalham por conta de outrem, diferença salarial que se tem vindo a agravar continuamente desde 2002.  

Para a Ecolojovem - «Os Verdes», os dados divulgados pelo INE não representam uma novidade, devem sim, representar mais um grito de alerta para o atual Governo PSD/CDS, pois são a prova de que as políticas, sucessivamente agravadas, têm vindo a gerar um país cada vez mais envelhecido, sem crescimento, sem sustentabilidade, sem jovens.

Os Jovens Ecologistas rejeitam veemente estas políticas castradoras que têm levado milhares de jovens a abandonar o nosso país, sendo que os que teimam aqui ficar ficam privados dos seus direitos, liberdades e garantias, como sejam, ensino, emprego com direitos, habitação e qualidade de vida.

A Ecolojovem - «Os Verdes» defende que é necessário uma mudança efetiva de políticas que promova a criação de emprego com direitos, políticas que façam com que os nossos jovens deixem de ter como única alternativa o abandono do país.

O Partido Ecologista “Os Verdes”
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Lisboa, 12 de Agosto de 2014

Acampamento da Ecolojovem - As Portas que Abril abriu à Ecologia

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Intervenção de Cláudia Madeira, da Ecolojovem no acto público por uma Palestina Livre


Boa tarde
Em nome da Ecolojovem - «Os Verdes» agradeço e saúdo todos os que estão mobilizados para a causa do povo palestiniano e que se associaram a este acto público de solidariedade com a Palestina e de denúncia da agressão e ocupação israelita.
Há décadas que o povo palestiniano tem vindo a ser trucidado por Israel, que tem imposto colonatos e mantido reféns centenas de milhares de palestinianos com o objectivo de domínio, colonização e controlo da exploração dos recursos naturais, particularmente dos recursos hídricos, violando os mais elementares direitos humanos.
É nosso dever denunciar e condenar mais este massacre, esta criminosa agressão de Israel à população palestiniana da Faixa de Gaza que não tem poupado escolas, hospitais, instalações da ONU, habitações e inúmeras infra-estruturas básicas, essenciais à garantia das condições de vida da população e que já provocou a morte de cerca de 2000 palestinianos e mais de 9000 feridos, incluindo milhares de crianças.
Estamos aqui para denunciar que as acções do Estado de Israel são ilegais. Estamos perante um genocídio, um crime contra a humanidade que não pode continuar impune e a ser apadrinhado por outros Estados, como os Estados Unidos da América e com a conivência da União Europeia.
Não podemos deixar silenciar estes crimes!
É também preciso dizer que mesmo com o cessar-fogo e mesmo que Israel venha a pôr termo à sua operação militar, isso não representa o fim da ocupação e da opressão do povo palestiniano.
É necessário, é urgente uma resolução justa deste conflito, e isso passa, forçosamente, pelo reconhecimento do Estado da Palestina, pela retirada de Israel de todos os territórios ocupados e pelo fim completo e imediato do bloqueio à Faixa de Gaza.
Consideramos inadmissível que o Governo português não cumpra com os princípios da Constituição da República Portuguesa, que não condene a agressão israelita e que não exija a aplicação das resoluções da ONU.
O Governo português não pode ficar indiferente perante este massacre!
2014 é o Ano da Solidariedade com a Palestina e apelamos a todos que se mobilizem a favor desta causa tão justa, por uma Palestina livre, independente e soberana!
Reafirmamos a nossa solidariedade com a luta legítima do povo palestiniano!
Não deixaremos de lutar até que a Palestina seja livre.
A Palestina existe!
A Palestina resiste!
A Palestina vencerá!

Cláudia Madeira
Acto público – PALESTINA LIVRE! FIM À AGRESSÃO! FIM À OCUPAÇÃO!
07/08/2014

Acampamento “As portas que Abril abriu à Ecologia”



Acampamento “As portas que Abril abriu à Ecologia”

De 27 a 31 de Agosto os jovens ecologistas voltam a juntar-se no acampamento de verão da Ecolojovem - «Os Verdes», desta vez no distrito de Beja e sob o lema “As portas que Abril abriu à Ecologia”, uma vez que neste ano se comemoram os 40 anos do 25 de Abril e o 25º aniversário da Ecolojovem.

Pretendemos debater e reflectir sobre a importância da Revolução de Abril, as suas conquistas e as alterações e progressos que trouxe à nossa sociedade, assim como a importância dos valores e dos princípios ecologistas.

Será também um momento de comemoração dos 25 anos da Ecolojovem, ao longo dos quais os jovens ecologistas têm trabalhado em prol de uma sociedade ecológica, equilibrada e sustentável, onde seja possível concretizar os direitos e aspirações juvenis.

À semelhança de anos anteriores será um acampamento cultural, político e lúdico, e um espaço de partilha, de encontro e de reflexão sobre o mundo que queremos, um mundo melhor e mais sustentável, sem exploração, sem opressão e sem injustiças, com a participação de jovens de várias regiões do país e que contará com tertúlias, caminhadas, acções de rua, visitas, jogos, workshops e muito mais.

Junta-te a nós neste acampamento!

Vem comemorar Abril e os 25 anos da Ecolojovem! 

Ecolojovem no Acampamento pela Paz

A Ecolojovem - «Os Verdes» participou no Acampamento pela Paz, nos dias 25, 26 e 27 de Julho, em Évora.

Este acampamento foi promovido pela Plataforma 40*25 cujo objectivo é fazer chegar a toda a juventude a importância que teve a Revolução de Abril, as suas conquistas, e a alteração profunda que concretizou na nossa sociedade.











Ecolojovem - «Os Verdes» presente na AG da FYEG


A Ecolojovem - «Os Verdes» esteve presente na Assembleia Geral da Federação de Jovens Verdes Europeus (FYEG), que decorreu em Estrasburgo, de 10 a 13 de Julho.

A nossa Ecolojovem esteve representada por Cláudia Madeira e Beatriz Goulart.









Entrega da CRP na Residência Oficial do Primeiro-Ministro

A Plataforma 40*25 que a Ecolojovem integra realizou hoje uma acção junto à residência oficial do Primeiro-Ministro. Esta acção consistiu na entrega de um exemplar da Constituição da República Portuguesa, para que este Governo se lembre que a nossa Juventude tem direitos consagrados na CRP!