No Orçamento de Estado, “Os Verdes” conseguem justiça para professores auxiliares das Universidades, professores-coordenadores, professores-adjuntos ou assistentes dos Politécnicos e os assistentes de investigação científica


Uma proposta de alteração à Proposta de Lei do Orçamento de Estado do Governo, apresentada pelos Verdes, vai ser aprovada segundo anunciado hoje em plenário pela maioria PSD/PP. Esta proposta do PEV elimina uma flagrante injustiça, também constante de um Parecer do Provedor de Justiça, estabelecendo o direito ao reposicionamento remuneratório respetivo, decorrente da sua transição para categoria superior, a um conjunto de trabalhadores do ensino superior e laboratórios nacionais no respeito pelo princípio “para trabalho igual, salário igual”.

Assim, os assistentes que tenham transitado para a categoria de professor auxiliar, nos termos do Estatuto da Carreira Docente Universitária, bem como os trabalhadores com a categoria equiparada a professor-coordenador, professor-adjunto ou assistente que tenham transitado para o regime de contrato de trabalho em funções públicas na modalidade de contrato por tempo indeterminado, nos termos do Estatuto da Carreira do Pessoal Docente do Ensino Superior Politécnico e os assistentes de investigação científica que tenham transitado para a categoria de investigador auxiliar, nos termos do Estatuto da Carreira de Investigação Científica, verão reconhecido o seu direito ao salário respetivo.

As propostas apresentadas pelo PEV, de alteração ao Orçamento, procuram no seu conjunto eliminar injustiças e repor Portugal num caminho de pro atividade para um envolvimento da população no crescimento económico e no engrandecimento social, questões cruciais para o país sair de uma lógica de crise. Infelizmente o OE apresentado pelo Governo vai justamente no sentido inverso, ou seja de agravamento da degradação das condições de vida em Portugal.

O Partido Ecologista “Os Verdes”
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
Lisboa, 22 de Novembro de 2012

Ecolojovem - «Os Verdes» solidária com estudantes do ensino superior





A Ecolojovem - «Os Verdes» participou hoje na marcha de protesto de estudantes do Ensino Superior, entre o  Marquês de Pombal e a Assembleia da República, contra os cortes no sector previstos no Orçamento do Estado.

A Ecolojovem considera que com as medidas que o Governo tem promovido é impossível termos um ensino público, gratuito, universal e de qualidade como estabelece a Constituição da República Portuguesa.

Os custos de frequência do Ensino Superior são cada vez mais incomportáveis para os estudantes e para as suas famílias.
As propinas continuam a aumentar, o que, associado ao agravamento do custo de vida e às dificuldades cada vez maiores, tem levado a um enorme aumento do abandono escolar.

A Acção Social é insuficiente e os cortes nas bolsas de estudo, a par de um regulamento de Atribuição de Bolsas injusto, põem em cauda o direito ao ensino, pois só estuda quem tem possibilidade de pagar os custos elevados do ensino.

Por outro lado, aumenta o número de alunos com empréstimos bancários para estudar, iniciando a
vida profissional com um grande encargo financeiro perante a banca, o que favorece apenas os seus interesses comerciais, à custa do endividamento das famílias mais desfavorecidas.

Outra contestação dos estudantes, partilhada pelos jovens ecologistas, foi o corte do passe escolar. O desconto generalizado nestes passes garantia a mobilidade dos estudantes e era, para muitos, um apoio indispensável e a única forma que lhes permitia frequentar o ensino.

A Ecolojovem - «Os Verdes» manifesta o seu total apoio e solidariedade para com os estudantes que reivindicam reais políticas de investimento no Ensino Superior, e um sistema mais justo e democrático.

Ecolojovem - «Os Verdes»
22 de Novembro de 2012

“Os Verdes” congratulam-se com elevada participação na greve geral de ontem



O Partido Ecologista “Os Verdes” congratula-se com a enorme adesão dos trabalhadores à greve geral de ontem, dia 14 de Novembro, convocada pela CGTP, tanto no setor privado como no setor público, nomeadamente nos dos transportes, na educação, saúde, justiça e também nos consulados.

A participação na greve geral de ontem demonstra ainda, especialmente no momento atual de crise que se vive, uma enorme coragem por parte de todos os trabalhadores que, em consequência da adesão, vão perder um dia de salário. O PEV considera ainda que este forte protesto às políticas de austeridade do PSD/CDS-PP/Troika não pode continuar a ser ignorado por este Governo, que deve retirar as devidas conclusões da contestação que este dia representou e a exigência urgente de políticas alternativas.

A participação dos trabalhadores, nomeadamente da administração pública, neste dia de luta e contestação, visa não só defender os postos de trabalho e colocar em causa as políticas governamentais e da troika que têm sido implementadas em Portugal, mas também defender o estado social, os serviços públicos e os seus utentes, sendo ainda uma clara tomada de posição contra a privatização destes serviços.

“Os Verdes” lamentam ainda todos os atos de violência ocorridos ontem, ao fim da tarde, na manifestação frente ao Parlamento.

O Partido Ecologista “Os Verdes”,
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
Lisboa, 15 de Novembro de 2012

"Os Verdes" afirmam: CHEGA!!!


É PRECISO PARAR ESTA CALAMIDADE!!!

É PRECISO AGIR PARA A MUDANÇA!!!

Tempo de antena do PEV - Há alternativas a estas políticas!

Austeridade e mais austeridade. O Partido Ecologista "Os Verdes" propõe as alternativas e aponta os culpados da actual crise. Com intervenções dos deputados à AR, José Luís Ferreira e Heloísa Apolónia, e de dirigentes do PEV, Sónia Colaço, Rogério Cassona, Mariana Silva e Maria João Pacheco.

Com o PEV, há alternativas a estas políticas desastrosas!!!