Ecolojovem - «Os Verdes» volta a marcar presença no Acampamento Nacional pela Paz, em Avis




A Ecolojovem - «Os Verdes» vai participar pelo 3º ano consecutivo no Acampamento em Avis, organizado pela Plataforma “Juventude com Futuro é com a Constituição do Presente”, Plataforma que a Ecolojovem - «Os Verdes» integra desde o seu início. O Acampamento Nacional pela Paz vai decorrer nos dias 27, 28 e 29 de Julho, na barragem do Maranhão, em Avis, e será um grande momento de debate, convívio e partilha de experiências entre os jovens, na defesa da Constituição da República Portuguesa.

No ano que passou desde a realização do último acampamento, as ofensivas à Constituição da República Portuguesa agravaram-se, nomeadamente no que toca aos direitos da juventude nela consagrados.

A Plataforma e todas as organizações que dela fazem parte, têm como objetivos centrais a afirmação da Constituição da República, dos direitos nela consagrados e da necessidade da sua efetivação, principalmente nos dias de hoje, em que vivemos num quadro de dificuldades agravadas para os jovens e para a população portuguesa em geral.

É indispensável dar a conhecer a Constituição da República aos jovens e realizar iniciativas de promoção da Plataforma. Desde a sua apresentação pública muitas e diversificadas foram as iniciativas realizadas, seja no âmbito da Educação, Trabalho, Cultura, Desporto, Habitação, Ambiente, sempre com os direitos da CRP como pano de fundo.

O Acampamento Nacional pela Paz é mais uma ocasião de levar aos jovens a Constituição da República Portuguesa e de os envolver na luta pelos seus direitos. Os jovens vivem hoje, num mundo ameaçado pela insegurança e pela guerra, sendo urgente afirmar a Paz, como direito fundamental da juventude.

O Acampamento surge assim como um momento ideal para o debate e convívio entre jovens de todo o país e como um espaço privilegiado para a troca de experiências, com momentos lúdicos, culturais, desportivos, entre outros. Contará com a presença de várias organizações da Plataforma e será um espaço de discussão entre os jovens e as várias organizações sobre a situação atual do país e do mundo, para além de diversas atividades como torneios desportivos, canoagem, peddy paper, workshops variados, etc.

Durante estes dias realiza-se, também em Avis, a Feira Franca, onde serão passadas as noites do Acampamento, com distribuição de documentos e contacto com os jovens.

A Ecolojovem - «Os Verdes» marca assim presença em mais um Acampamento pela Paz e luta ao lado de muitas outras organizações pelo efetivo cumprimento de todos os direitos consagrados na Constituição da República Portuguesa.


A Ecolojovem – «Os Verdes»
Lisboa, 27 de Janeiro de 2012

“Os Verdes” solidários com greves, lutas e manifestações de protestos travadas neste país – médicos, professores, agricultores, etc…


A adesão sem par dos médicos à greve destes últimos 2 dias, a manifestação dos enfermeiros realizada na passada semana contra os salários de miséria, a manifestação dos professores realizada ontem em Lisboa, a de agricultores do Douro que teve lugar na Régua, assim como os inúmeros protesto levados a cabo por profissionais e utentes contra o encerramento de serviços na área da justiça, da saúde e dos transportes, são a expressão inequívoca do descontentamento que alastra na sociedade portuguesa contra as medidas de austeridade e as políticas seguidas por este governo.

Estas políticas estão a abalar fortemente direitos constitucionais fundamentais (direito ao trabalho, à saúde, à educação, à justiça, à mobilidade…), a levar à destruição da capacidade produtiva do país, nomeadamente no setor agrícola, e a gerar a paralisação total da economia nacional, com consequências sociais dramáticas, cujo um dos principais reflexos é o crescimento assustador do número de desempregados.

Para “Os Verdes”, a necessidade de inverter esta situação é urgente e terá que passar obrigatoriamente por uma renegociação da dívida e pela promoção de políticas que redinamizem a economia nacional. Por isso, “Os Verdes” saúdam todas as lutas travadas pelos trabalhadores deste país, dos médicos aos agricultores, e ainda pelos utentes dos serviços públicos, pois só com a intensificação destas lutas o governo recuará e renegociará os acordos com a troika que tão penosos estão a ser para os trabalhadores deste país e que estão a hipotecar o seu futuro e a sua soberania.

O Partido Ecologista “Os Verdes”
Lisboa, 13 de Julho de 2012

Programa do Acampamento pela Paz




Já saiu o Programa do Acampamento pela Paz! 

Teatro, Música, Desporto, Debates... 

Dias 27, 28 e 29 de Julho na Barragem do Maranhão, em Avis!



Programa do Acampamento pela Paz*



- Sexta-feira, 27 de Julho -

A partir das 16h
Recepção aos participantes
Convívio no Parque de Campismo
Teatro ao ar livre

- Sábado, 28 de Julho -
Manhã desportiva: 
- Torneio de futebol
- Torneio de Voleibol
- PeddyPaper
14h - Debate
17h - Workshop de Música
- Jogo de dinâmicas
20h - Jantar
21h - Feira Franca de Avis (entrada incluída no preço do Acampamento)

- Domingo, 29 de Julho - 
10h - Pintura de mural "Defender a Constituição do Presente é lutar pela igualdade no futuro"
14h - Cerimónia de encerramento, entrega de troféus

*Programa provisório, a completar

Não faltes! Inscreve-te já!

Nota de imprensa de “Os Verdes” - Sobre os resultados dos exames nacionais 2012




O Partido Ecologista “Os Verdes” considera muito preocupantes os resultados dos exames nacionais do Ensino Secundário realizados em Junho deste ano (1ª Fase): nas quatro provas que apresentaram mais alunos inscritos (Português, Biologia/Geologia, Física e Química A e Matemática A) as médias totais foram todas negativas (ficaram abaixo de 10, numa escala numérica de 0 a 20 valores). Em Português, se observarmos os resultados dos últimos 15 anos, este foi o segundo pior resultado de sempre (com uma média de 9,5), só sendo ultrapassado pelo do ano passado (com uma média de 8,9).

Nas disciplinas que servem de prova de ingresso aos cursos da área da saúde, Biologia/Geologia e Física e Química A, as médias também são negativas: respetivamente 9,3 e 7,5. Este último resultado (de Física e Química A) é mesmo o pior de todas as 25 disciplinas sujeitas a exame nacional e é o segundo pior de toda a história dos exames em Portugal. Por comparação a 2011, a taxa de reprovações nesta disciplina subiu 50% (passou de 16 para 24%), enquanto em Biologia/Geologia passou de 7 para 10%. Finalmente, também em Matemática A registou-se a pior média dos últimos seis anos: houve uma queda de cinco pontos por comparação a 2011 (a média passou de 9,2 para 8,7).

“Os Verdes” consideram urgente obter respostas para a pergunta que se impõe fazer: quais são as causas deste panorama tão negativo? Uma das causas é certamente a forma como os exames são elaborados pelo GAVE: a ambiguidade de várias questões dos exames, bem como o carácter restritivo dos critérios de correção, mostram como se procurou corresponder à propalada necessidade de “exigência e rigor”, criando questões que são armadilhas onde muitos alunos caíram. Outra das causas porém, talvez a mais importante, foi a de que este ano, pela primeira vez, os alunos foram obrigados a realizar todos os exames na 1.ª fase. Enquanto nos anos transatos os alunos tinham a possibilidade de distribuir pelo calendário de exames as provas que iriam realizar (fazendo algumas na 1ª fase e deixando outras para a 2ª), possibilitando-lhes assim um estudo mais prolongado no tempo, este ano tiveram que fazê-las todas num prazo recorde de seis dias úteis. Que vantagens resultaram desta alteração? As consequências negativas (leia-se, os resultados deste ano) essas estão agora bem à vista.

Ora em setembro próximo passa a ser obrigatória a frequência do 10º ano de escolaridade, para todos os jovens que acabam de concluir o 9º ano, sendo que é urgente alertar a sociedade portuguesa para a necessidade de nos mobilizarmos, para este tão importante e decisivo passo que temos de dar.

O assumir do prolongamento da escolaridade obrigatória até ao 12º ano constitui uma decisão política relevante, que corresponde a uma vontade social em irmos mais além como Nação, na nossa capacidade coletiva de escolarizarmos e qualificarmos as gerações futuras, num momento em que o conhecimento constitui cada vez mais um fator distintivo dos indivíduos e dos povos. Este fenómeno que ora se verificou uma vez mais nos exames nacionais, é gerador de desmotivação e abandono escolar precoce, o que reverte em desfavor da equidade e da eficácia do sistema, das condições para a universalização da escolaridade obrigatória de 12 anos e das nossas possibilidades de cumprimento das metas com que nos comprometemos a nível europeu.

Assim, estudos internacionais referem que, se considerarmos a população entre 18 e 24 anos que não se encontra a frequentar qualquer estabelecimento de ensino e que obteve no máximo o 3º ciclo do ensino básico, verificamos que enquanto na UE27, a média é de 13,54%, em Portugal é de 23,29%. A meta europeia para 2020 é menos de 10%. Outra medida internacional refere que a população que tem 20-24 anos e que completou pelo menos o ensino secundário representa 79,5% na média da UE27 e 64,4% em Portugal (2011). A meta europeia para 2010 era de 85%. Estes dados permitem-nos concluir que estamos desfasados 25% das mesmas, e assim, tendencialmente nos continuaremos a afastar das mesmas.

De uma forma mais geral, importa problematizar o modo com este governo encara a educação e, dentro desta, a questão da avaliação. Não basta ao Sr. Ministro da Educação, Nuno Crato, assumir que está insatisfeito com os resultados dos exames nacionais ou classificá-los como “um pormenor” em todo o sistema educativo (um pormenor que “pesa” apenas 30% nas classificações dos alunos na conclusão do Ensino Secundário e que chega a valer 50% das médias de acesso a muitos cursos do Ensino Superior), assim procurando desvalorizar estes preocupantes resultados. Importa, sim, por em causa este excessivo peso atribuído aos Exames Nacionais e enfatizar que a principal função da avaliação é a de melhorar as aprendizagens dos alunos e, concomitantemente, o ensino dos professores. Importa denunciar que, na ótica deste governo, a ênfase tem estado centrada apenas no desenvolvimento da avaliação externa (como comprova a introdução dos exames nacionais no final dos 1º e 2º ciclos), quando deveriam ser privilegiadas estratégias de avaliação formativa que contribuíssem para que professores e alunos pudessem ensinar e aprender de forma mais significativa, no âmbito de uma cultura de sucesso na qual todos os alunos podem aprender e atingir bons resultados.

Por fim, o PEV não quer deixar de manifestar a sua total solidariedade para com os professores que hoje se manifestam em Lisboa, alertando para o despedimento de docentes, para o aumento de horários zero nas escolas, em defesa da escola pública, por melhores condições de ensino e contra a desvalorização social a que a classe tem sido sujeita por este Governo.


O Partido Ecologista “Os Verdes”
Lisboa, 12 de Julho de 2012

Acampamento Nacional pela Paz - Avis 2012 - Ecolojovem marca presença



A Plataforma comemorativa dos 35 anos da Constituição da República Portuguesa (CRP)“Juventude com Futuro é com Constituição do Presente!”, realiza, nos dias 27, 28 e 29 de Julho, mais um Acampamento Nacional pela Paz, na barragem do Maranhão, em Avis. 

No ano que passou desde a realização do último acampamento, as ofensivas à Constituição da República Portuguesa agravaram-se, nomeadamente no que toca aos direitos da juventude nela consagrados.
As subscrições do Manifesto da plataforma têm vindo a aumentar, pela parte de várias estruturas e organizações de destaque nacional, que trabalham nas mais diversas áreas pela concretização e efectivação dos mais profundos anseios e aspirações da juventude.

Temos como objectivos centrais a afirmação da Constituição da República, dos direitos nela consagrados e da necessidade da sua efectivação, principalmente nos dias de hoje em que vivemos num quadro de dificuldades agravadas para os jovens e para a população portuguesa em geral.

É indispensável dar a conhecer a Constituição da República aos jovens e realizar iniciativas de promoção da Plataforma.
Desde a sua apresentação pública muitas e diversificadas foram as iniciativas realizadas, seja no âmbito da Educação, Trabalho, Cultura, Desporto, Habitação, Ambiente, sempre com os direitos da CRP como pano de fundo.

O Acampamento Nacional pela Paz é mais uma ocasião de levar aos jovens a Constituição da República Portuguesa e de os envolver na luta pelos seus direitos. Os jovens vivem hoje, num mundo ameaçado pela insegurança e pela guerra, sendo urgente afirmar a Paz, como direito fundamental da juventude.

O Acampamento surge assim como um momento ideal para o debate e convívio entre jovens de todo o país e como um espaço privilegiado para a troca de experiências, com momentos lúdicos, culturais, desportivos, entre outros. Contará com a presença de várias organizações da Plataforma e será um espaço de discussão entre os jovens e as várias organizações sobre a situação actual do país e do mundo, para além de diversas actividades como torneios desportivos, canoagem, peddypaper, workshops variadas, etc.

Durante estes dias realiza-se, também em Avis, a Feira Franca, onde serão passadas as noites do Acampamento, com concertos de "Tim", "The Gift" e "Terrakota", entre outros.

Assim a Plataforma “Juventude com Futuro é com a Constituição do Presente”, vem por este meio, convidar a vossa a organização/associação a participar neste momento em que a exigência do cumprimento dos nossos direitos presentes na Constituição da República estará associada à diversão e alegria, características sempre presentes na juventude.

Para mais informações podem enviar mail ou consultar:
- www.35anoscrp.wordpress.com
- www.facebook.com/35anoscrp

Da Plataforma Juventude com Futuro é com a Constituição do presente fazem jáparte: 

- AJOV;
- Associação Jovem Valor;
- Arruaça Associação Juvenil;
- Associação de Bolseiros de Investigação Científica;
- Associação de Estudantes da Escola Profissional de Ciências Geográficas, Lisboa;
- Associação de Estudantes da Escola Secundária Gil Vicente, Lisboa;
- Associação de estudantes da Escola  B/S Professor Mendes dos Remédios, Nisa;
- Associação de Estudantes da Escola Superior de Artes e Design, Caldas da Rainha;
- Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências, UP;
- Associação de Estudantes da Faculdade de Letras, UL;
- Associação Fronteiras;
- Associação Pioneiros de Portugal;
- Associação Recreativa e Cultural de Músicos;
- Associação de Trabalhadores Autárquicos de Faro;
- CÍVIS - Associação para o aprofundamento da Cidadania;
- Conselho Português para a Paz e Cooperação - CPPC;
- Ecolojovem- “Os Verdes”;
- Escola Futebol Feminino de Setúbal;
- Interjovem Distrital de Lisboa/USL;
- Interjovem Distrital do Porto/USP;
- Jovens Ferroviários – Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário;
- Juventude Comunista Portuguesa;
- Juventude Operária Católica;
- Movimento Democrático de Mulheres -MDM
- MOJU - Associação Movimento Juvenil em Olhão;
- Opus Gay;
- Ordem da Cavalaria do Sagrado Portugal;
- Projecto Ruído - Associação Juvenil;
- Sindicato de Hotelaria do Algarve;
- Sindicato de Hotelaria e Similares do Sul;
- Teatro Fórum de Moura;
- União de Resistentes Anti-Fascistas Portugueses;
- União de Sindicatos de Beja.

À semelhança de anos anteriores, a Ecolojovem- «Os Verdes» vai participar no Acampamento Nacional pela Paz, em Avis.
O Acampamento vai decorrer entre os dias 27 e 29 de Julho, repleto de muito convívio, debates e diversão.
Este ano, com a realização da Feira Franca de Avis, vamos conjugar o acampamento com esta Feira de Avis https://www.facebook.com/events/461800407165592/
A Ecolojovem - «Os Verdes» integra a Plataforma 35º aniversário CRP: “Juventude com Futuro, Constituição do Presente”, porque entendemos que o cumprimento da nossa Constituição é o imperativo para uma Juventude com Futuro!

Convidamos-te a estar presente neste Acampamento, e a integrar esta luta pelo efetivo cumprimento da CRP!

Para mais informação, consulta: https://www.facebook.com/35anoscrp
http://35anoscrp.wordpress.com/
e não hesites em contactar-nos!

Ecolojovem - «Os Verdes»