XII Convenção do Partido Ecologista "Os Verdes" - Intervenção sobre a situação política nacional



Saudações a todos os companheiros e companheiras, uma forte saudação a todo o STAAF que permitiu o grande êxito desta XII convenção do Partido Ecologista os Verdes. Um muito obrigado.
Companheiros nos dias de hoje, teremos que estar unidos e lutar agressivamente contra estas politicas impostas ao povo português. CUSTE O QUE CUSTAR…..
Este governo PSD/CDS-PP, que está promover um recuo sem precedentes das condições de vida dos portugueses das suas famílias e que esta a hipotecar o futuro do país.
Os trabalhadores sofrem brutais cortes nos salários, assistem ao roubo dos subsídios de desemprego, de doença, da maternidade e do abono de família e a subida generalizada do custo de vida.
Eles sabem, como eu sei, assim como todos os portugueses sabem, que as suas politica de privatizações estão a liquidar o património português que é de todos, e que serão os trabalhadores, os docentes, o próprio país a saírem prejudicados, com claros ganhos e inadmissíveis benefícios para os grandes grupos económicos e financeiros.
A lei das rendas que só levara ao despecho de varias famílias, e a par disto existe a criação de condomínios de luxo para os mais ricos na zonas nobres das cidades. O projeto para extinguir freguesias, escolas, serviços públicos, só tem como fim a desertificação do país.

EMIGREM….. É o conselho que o primeiro ministro, deixa aos portugueses. eles são os responsáveis desta crise, os que governaram o país nas últimas décadas, que implantaram uma politica de destruição do aparelho produtivo, agricultura, nas pescas, crimes contra o próprio meio ambiente e exemplos não nos faltam, cerca de 2000 Sobreiros, o Freeport…. Mas cuidado companheiros a desinformação é um instrumento incontornável deste governo de propagandear a sua ideologia ultra liberal que marca os tempos em vivemos.

Companheiros,
este governo quer roubar os portugueses, direitos sociais.
Propagam a ideia que os direitos sociais são inimigos do economia, quando foram estes a potenciar o desenvolvimento do país foi a segurança social, que tirou da absoluta miséria e total desproteção, milhões de portugueses, e abriu portas a uma vida mais digna.
Companheiros, foi o Serviço Nacional de Saúde que reduziu a mortalidade infantil e melhorou a qualidade de aumento da esperança média de vida. Foi o acesso universal e gratuito à educação que tirou milhares e milhares do analfabetismos e elevou os níveis de escolaridade e conhecimentos académicos.

Companheiros
este é um governo que diz não ter dinheiro para os direitos socias, mas ao qual não falta para pagar juros elevadíssimos, como fica patente nos mais de 35 mil milhões de euros a pagar pela dita ajuda externa, e aos 744 milhões pagos só nos 3 primeiros meses deste ano, valor superior ao da totalidade dos subsídios de proteção como o desemprego. Ao mesmo tempo a verba que a Caixa Geral de Depósitos não depôs para apoiar a Pequenas e Médias Empresas, não faltou com o capital para o Grupo Melo financiar o controle da Brisa.

Ao contrário do que o governo e o grande patronato afirmam que é falsa a ideia de que há rigidez a mais no mercado de trabalho, e que há pouca adaptação dos trabalhadores ao ciclo económico.

Os trabalhadores não são peças descartáveis para se usar e deitar fora, conforme o mercado. são homens, mulheres e jovens que exigem serem respeitados e valorizados. Não é com mais desregulamentação e exploração, com novas formas de trabalho gratuito, com despedimentos mais fáceis e baratos que ira promover o crescimento económico e se reduzir o desemprego.

Este tempo não é para hesitações. É tempo de lutar contra todo o tipo de agressão por parte deste governo. Há alternativas, que podem assegurar ao pais um rumo de progresso e justiça social. Para a sua concretização é fundamental o esclarecimento e a mobilização de todos os companheiros, mais proximidade junto da população.

A razão e a justiça das nossas posições não só por si, suficientes para forçar a mudança de politica.

Companheiros temos de lutar.

Temos de intensificar a nossa acção em todos os locais, em todos os estratos sociais.

É este o rumo que vejo que teremos que tomar face á realidade dos dias de hoje.

Viva o Partido Ecologista Os Verdes.

Viva a Democracia.

Alverca – Escola Secundária Infante Dom Pedro

“Os Verdes” questionam Governo sobre pagamento de renda
 
O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar “Os Verdes”, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Educação e Ciência, sobre o pagamento de renda, por este Ministério, relativo à antiga Escola Secundária Infante Dom Pedro, situada em Alverca e desativada desde Abril de 2010.

PERGUNTA:

Num período em que é exigido a todos os Portugueses cada vez mais sacrifícios, o Grupo Parlamentar do Partido Ecologista “Os Verdes” tomou conhecimento, através de um órgão de comunicação social, que o Ministério da Educação e Ciência continua a pagar uma renda de um estabelecimento de ensino que encerrou em Abril de 2010.

O estabelecimento de ensino, a antiga escola Secundária Infante Dom Pedro, situado no centro de Alverca, concelho de Vila Franca de Xira, está ao abandono, tem sido vandalizado, por várias vezes, tem sido local de pernoita para várias pessoas e está a gerar um clima de insegurança e preocupação junto da população.

Segundo o órgão de comunicação social a Junta de Freguesia de Alverca já questionou a Direção Regional Educação de Lisboa e Vale do Tejo (DRELVT) e nada foi feito.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Exª a Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte Pergunta, para que o Ministério da Educação e Ciência possa prestar os seguintes esclarecimentos:
1 – Que motivos levam a que o Ministério da Educação e Ciência continue a pagar uma renda pelo arrendamento do terreno quando a escola foi desativada em Abril de 2010?
2 – Qual é o valor da renda em questão?
3 – Os pré-frabricados são propriedade do Ministério da Educação e Ciência?
4 – Qual a desvalorização, devido aos atos de vandalismo, que sofreram os pré-fabricados?

O Grupo Parlamentar “Os Verdes”
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
Lisboa, 26 de Maio de 2012

Intervenção da Ecolojovem na XII Convenção do Partido Ecologista «Os Verdes»

Boa noite,
Companheiros e Amigos,
Caros delegados e estimados convidados:
A Ecolojovem – «Os Verdes», a organização de juventude do Partido Ecologista «Os Verdes», ao longo dos seus 23 anos de existência, tem-se dedicado a questões específicas da juventude, fazendo, de uma maneira muito própria, a discussão de temas que afectam os jovens, sendo um espaço de diálogo, de reflexão, de convívio e de acção, actuando com base no programa e nos objectivos do Partido.
Apresentamos soluções e propostas possíveis de cumprir e de concretizar.
Temos lutado pela construção de uma sociedade sem exploração, sem injustiças e desigualdades, onde a juventude possa ver concretizados os seus sonhos e aspirações e ter um futuro melhor!
A Ecolojovem acredita que a transformação da sociedade passa, fundamentalmente, pela participação e intervenção dos jovens.
E, para isso, não basta conhecermos a realidade.
É preciso agir em todos os locais onde possamos encontrar jovens.
É preciso ir onde estão os jovens e contactá-los.
O papel de cada jovem ecologista tem de ser o de esclarecer, alertar e mobilizar.
Principalmente numa altura em que os jovens vivem uma situação extremamente difícil, num contexto de crescentes ataques, a acção da Ecolojovem é, cada vez mais, a resposta necessária.
Têm sido ínúmeros os ataques, por parte dos sucessivos governos, a várias áreas que atingem os jovens.
E o actual governo PSD/CDS-PP tem-lo feito de forma violenta e cega.
No ensino os custos são cada vez mais elevados e os apoios cada vez menores, levando muitos jovens, diariamente, a abandonar o ensino.
Há estabelecimentos de ensino com falta de condições materiais e humanas.
O Estatuto do Aluno só serve para aumentar a repressão.
Estamos cada vez mais longe da escola pública, gratuita, de qualidade, democrática e para todos.
O desemprego atinge de forma brutal os jovens.
A precariedade afecta milhares de jovens e muitos vêem-se obrigados a abandonar o país porque cá não são criadas condições.
Os apoios à habitação são insuficientes o que faz com que os jovens não se consigam emancipar e sair de casa dos pais.
O desporto e a cultura são apenas para os que podem pagar.
O associativismo juvenil tem visto reduzido o seu financiamento, o que acaba por limitar e reduzir a participação e intervenção dos jovens.
A par dos sucessivos ataques no sector dos transportes, o que condiciona e limita a mobilidade dos jovens, tem havido constantes aumentos dos títulos de transporte e o governo decidiu cortar os passes escolares.
Perante este cenário de graves ofensivas e dificuldades, a Ecolojovem – “Os Verdes” tem realizado um conjunto de acções direccionadas para os jovens e para os problemas específicos da juventude. Temos realizado reuniões e encontros por todo o país, de forma a contactar jovens de diferentes regiões e a tomar conhecimento dos problemas que os afectam.
Todos os anos temos realizado Acampamentos de Verão, em diferentes distritos e sob várias temáticas, como por exemplo a defesa da água, a produção nacional, a defesa da Arrábida, contra as assimetrias regionais, entre outros.
Os acampamentos representam um dos maiores momentos da Ecolojovem, onde participam companheiros e amigos de todo o país, onde podemos aprofundar conhecimentos, esclarecer, divulgar a acção e os objectivos da organização, sempre num ambiente de boa disposição, de partilha e de companheirismo.
O Acampamento deste ano já está marcado e será no distrito de Braga, de 22 a 26 de Agosto.
A Ecolojovem, que tem integrado as plataformas que promovem os Acampamentos em defesa da Paz, realizados em Avis, tem participado activamente nesses acampamentos e nas várias iniciativas que têm sido realizadas.
Este ano, mais uma vez, estaremos presentes no Acampamento da Paz, fazendo parte da Plataforma “Juventude com futuro é com a Constituição do presente.
A Ecolojovem tem ainda marcado presença em vários eventos e manifestações como as de estudantes e de jovens trabalhadores.
Temos participado activamente nas actividades em órgãos onde estamos representados, como o Conselho Nacional de Juventude e a Federação de Jovens Verdes Europeus.
Participámos ainda no Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes, na África do Sul.
Também nas campanhas eleitorais a Ecolojovem tem desempenhado um papel relevante na divulgação, na informação, na mobilização e no reforço do projecto.
Temos uma publicação regular, o Ecoboletim, onde se encontram posições sobre vários assuntos que afetam directamente os jovens.
Criámos um blogue que actualizamos regularmente com propostas, tomadas de posição e divulgação de iniciativas.
Na Folha Verde, a publicação de «Os Verdes», temos igualmente um espaço próprio onde temos um artigo de opinião, que num regime de rotatividade tem contado com a participação de vários companheiros.
Companheiros, não podemos deixar de referir que todo este trabalho não seria possível sem a dedicação e o empenho de todos os companheiros da Ecolojovem e dos companheiros que ao longo dos tempos fizeram parte da organização.
A Ecolojovem não conseguiria fazer o trabalho que tem feito sem «Os Verdes» e o apoio e cooperação que têm estado sempre presentes.
Reforçar a Ecolojovem é contribuir para que «Os Verdes» sejam cada vez mais fortes!
E a Ecolojovem tem dado um importante contributo na angariação e mobilização de novos membros. Juntos vamos transformar a indignação em acção e ser a força de esperança e de mudança, ser a força irreverente e criativa, sempre com espírito de participação, de iniciativa, de afirmação e de responsabilidade individual e colectiva.
O Partido Ecologista «Os Verdes» pode continuar a contar com a Ecolojovem no reforço da acção ecologista.
Os jovens podem continuar a contar com a Ecolojovem por um presente e um futuro melhores.
Viva a Juventude!
Viva a Ecolojovem - «Os Verdes»!
Viva o Partido Ecologista «Os Verdes»

Video Ecolojovem XII Convenção