21º Aniversário da ECOLOJOVEM – “OS VERDES”


“O papel da juventude ecologista na vida dos jovens”


A Ecolojovem – “Os Verdes”, que celebra hoje o seu 21º Aniversário, vai realizar um jantar-convívio e uma tertúlia, no âmbito desta comemoração.
Esta iniciativa terá lugar no próximo Sábado, dia 27 de Fevereiro, com início às 20 horas, no Restaurante “Gruta da Esperança”, em Lisboa, e pretende-se debater a importância da juventude ecologista na vida dos jovens e quais as respostas e propostas que a Ecolojovem – “Os Verdes” apresenta perante os desafios e dificuldades que os jovens vivem actualmente, no sentido da construção de mundo mais justo e sustentável.

Lisboa, 25 de Fevereiro de 2010
A Ecolojovem – “Os Verdes”

Contacto Verde Nº 80


Para onde se dirigem os caminhos de ferro


Nesta edição da Contacto Verde, o destaque vai para os riscos de privatização da ferrovia, sector essencial para o desenvolvimento do país e a mobilidade das populações.Em entrevista José Manuel Oliveira, Coordenador Nacional do SNTSF - Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário, dá a conhecer as perspectivas do Sindicato face às políticas de liberalização do sector e propõe alternativas concretas.No Em Debate, o Movimento de Utentes dos Serviços Públicos - MUSP assume a sua posição relativamente aos caminhos da ferrovia.


JUVENEWS


Podem consultar a 29ª juvenews aqui http://issuu.com/cnjportugal/docs/029

Jantar-Convívio e Tertúlia em Lisboa


Ecolojovem-«Os Verdes» presente na Assembleia Geral do Conselho Nacional de Juventude

No passado fim-de-semana, decorreu em Sintra a 56ª Assembleia Geral do CNJ.
A Ecolojovem-«Os Verdes» esteve representada por três delegados e apresentou 3 moções, pobreza e exclusão social, biodiversidade e produzir e consumir local.
No sábado à noite foi assinalado o 25º aniversário do CNJ, e onde a Ecolojovem se fez acompanhar por Rogério Cassona, membro da comissão executiva do Partido Ecologista "Os Verdes".
No domingo realizaram-se as eleições e respectiva tomada de posse dos novos orgãos do CNJ.

Contacto Verde: novo nº já disponível


Negócios, opções e caminhos

Nesta edição da Contacto Verde, o destaque vai para o debate no Parlamento sobre o diploma apresentado por “Os Verdes” que requeria a suspensão do Programa Nacional de Barragens com Elevado Potencial Hidroeléctrico.Em entrevista, o deputado José Luís Ferreira aborda a polémica expansão do terminal de contentores de Alcântara e a acção de “Os Verdes” no âmbito desta importante questão da a gestão da zona ribeirinha.No In Loco, Sónia Colaço escreve sobre a tertúlia “Com Os Verdes pela Igualdade PLENA” onde se abordou a temática do casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Ecolojovem – “Os Verdes” solidária com estudantes do Ensino Básico e Secundário



A Ecolojovem – “Os Verdes” manifesta o seu total apoio e solidariedade para com todos os estudantes que hoje, convocados pela Delegação Nacional de Associações de Estudantes do Ensino Básico e Secundário, em sinal de protesto contra as políticas que afectam os alunos do ensino básico e secundário, reivindicam políticas de investimento no Ensino Básico e Secundário, uma avaliação contínua, a implementação efectiva da educação sexual e um sistema de ensino gratuito, justo e democrático.
O Ensino Básico e Secundário tem vindo a degradar-se, consequência do crescente desinvestimento dos sucessivos governos, havendo estabelecimentos de ensino com falta de meios materiais e humanos.
A Ecolojovem – “Os Verdes” considera, tal como tem vindo a reivindicar ao longo dos anos, que é essencial e urgente a implementação da educação sexual, que a avaliação contínua deve ser uma realidade e que o estatuto do aluno tem muitas falhas, não constituindo um processo democrático e inclusivo.
Os jovens ecologistas defendem também que às Associações de Estudantes, que têm sido alvo de graves e preocupantes repressões e atentados, por parte do Governo e dos Conselhos Executivos, deve ser reconhecida a legalidade, respeitando-se a sua autonomia e independência face aos Conselhos Executivos, pois só assim teremos alunos efectiva e democraticamente representados na sua instituição de ensino, de modo a que possam gerir, decidir e intervir na defesa dos interesses e direitos de todos os alunos.
Os jovens ecologistas têm estado e continuarão a estar atentos a estas políticas que dificultam e condicionam a vida dos alunos do Ensino Básico e Secundário, continuando a lutar pela resolução destes problemas, passando obviamente, por uma alteração de políticas com vista a um ensino de qualidade, gratuito e democrático.
A Ecolojovem – “Os Verdes”
4 de Fevereiro de 2010

“OS VERDES” QUESTIONAM GOVERNO SOBRE RECICLAGEM DE PLÁSTICOS MISTOS

O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar “Os Verdes”, entregou na Assembleia da República duas perguntas em que pede esclarecimentos ao Governo, através do Ministério do Ambiente e Ordenamento do Território e Ministério e do Ministério da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento, sobre a reciclagem e valorização de embalagens e resíduos de embalagens, nomeadamente os chamados “plásticos mistos”.

PERGUNTA:

No contexto da reciclagem e valorização de embalagens e resíduos de embalagens, a nível nacional, foi assumido o compromisso de cumprir as metas fixadas na Directiva 94/62/CE, de 20 de Dezembro, alterada pela Directiva 2004/12/CE, de 11 de Fevereiro. Contudo, têm sido referidas dificuldades ao nível da sustentabilidade das actividades de recolha e reciclagem, com o risco de se comprometer o encaminhamento de certos resíduos para reciclagem, como é o caso dos chamados “plásticos mistos”, conforme alertou a Associação de Recicladores de Plástico. Efectivamente, a Presidente do Conselho de Administração da Sociedade Ponto Verde, anunciou à comunicação social em Setembro de 2009 que, para evitar a falência da sociedade, em Outubro de 2009, procederia ao abandono da retoma e envio para reciclagem de plásticos mistos, como embalagens de manteiga, pacotes de batata frita ou copos de iogurtes. A associação ambientalista Quercus considera que a suspensão da reciclagem de plásticos mistos, que constituem cerca de 15 por cento dos plásticos já separados pelos portugueses, vai comprometer seriamente o cumprimento das metas. Neste contexto, segundo a Associação de Recicladores de Plástico (ARP), para que as taxas de reciclagem sejam alcançáveis e sustentáveis, Portugal não pode ficar dependente da pura e simples exportação de resíduos. Tem que contar com capacidade de reciclagem própria. Aliás o recurso à exportação, tem comprometido o fornecimento de matéria-prima para a plena laboração das empresas recicladoras. A ARP defende também que, no quadro deste sector, é necessário fomentar mercados finais para os produtos reciclados.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Exª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte Pergunta, para que o Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território me possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1. Que medidas prevê o Ministério do Ambiente tomar, para fazer face à situação nacional da reciclagem de plásticos mistos?

2. Como justifica o Ministério o recurso à exportação de resíduos de plástico, comprometendo a laboração plena das empresas recicladoras nacionais, por falta de matéria-prima?

3. Que medidas prevê o Ministério tomar para fomentar os mercados finais para os produtos reciclados?

Ao Ministério da Economia foram dirigidas as seguintes questões:

1. Como justifica o Ministério da Economia o recurso à exportação de resíduos de plástico, comprometendo a laboração plena das empresas recicladoras nacionais, por falta de matéria-prima?

2. Que medidas prevê o Ministério tomar para fomentar os mercados finais para os produtos reciclados?

PEV preocupado com falta de vigilantes no Parque Natural do Douro Internacional

O Deputado José Luís Ferreira entregou na Assembleia da República uma pergunta em que pede esclarecimentos ao Governo, sobre a falta de vigilantes no Parque Natural do Douro Internacional.
De acordo com o divulgado pela comunicação social, há três meses que o Parque Natural do Douro Internacional, está sem vigilantes da natureza. O único vigilante que fiscalizava os 85 mil hectares daquele espaço protegido, deixou o serviço em Outubro de 2009 e o Instituto da Conservação da Natureza e Biodiversidade (ICNB) ainda não encontrou qualquer substituto. Aparentemente esta situação é uma das consequências da reestruturação do ICNB e da concentração da gestão das áreas protegidas.
Em 1998, altura em que foi criado, através do Decreto-Lei 8/98, o Parque Natural do Douro Internacional tinha um quadro de pessoal com 8 vigilantes da natureza. Recorde-se que este parque, tem uma extensão de 120 km e uma área de 85 mil hectares.
A presidência do ICNB admitiu, em declarações à comunicação social, que os meios disponíveis actualmente nesta área classificada, são escassos, quer pela ausência de vigilantes da natureza, quer devido às dificuldades logísticas relacionadas com o parque automóvel necessário para a deslocação dos técnicos. Na última época de incêndios florestais, os técnicos não dispunham de nenhuma viatura de primeira intervenção para poder acudir rapidamente aos fogos.
Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Exª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte Pergunta, para que o Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território me possa prestar os seguintes esclarecimentos:
1. Que medidas prevê o Ministério do Ambiente tomar para fazer face à situação de ausência de vigilantes da natureza ao serviço no Parque Natural do Douro Internacional?
2. Que medidas prevê o Ministério tomar para fazer face à dificuldades logísticas que os serviços do Parque Natural do Douro Internacional enfrenta, nomeadamente ao nível de viaturas?